As 05 fases do luto afetivo

As 5 Fases do Luto Afetivo

Psicóloga Maristela Vallim Botari - CRP/SP 06-121677

1) Negação:   Fase marcada pela tendência a mascarar a ocorrência, com atitudes divergentes daquelas que são esperadas onde há uma ruptura, podendo ocorrer um comportamento dissimulado de pseudo-felicidade:   Nesta fase é comum que o individuo busque a companhia de outras pessoas para evitar o confronto com o sentimento de perda.
As 5 fases do luto afetivo  Segundo a psicóloga Maristela Vallim Botari, que administra terapia de casal, as rupturas são sempre dolorosas, mesmo quando não há mais amor.   Isso acontece porque nosso sistema de recompensa está habituado a receber gratificações do parceiro, o que ajuda na produção de endorfinas pelo cérebro.   Quando o parceiro se vai, a produção de endorfinas cai, deixando o indivíduo em estado de apatia, tristeza e angústia.  Após um rompimento, é importante dar tempo ao tempo e permitir que o processo de desligamento aconteça gradualmente, começando pelas marcas do outro, começando pelas mais simples.

As 5 fases do luto afetivo  Segundo a psicóloga Maristela Vallim Botari, que administra terapia de casal, as rupturas são sempre dolorosas, mesmo quando não há mais amor.   Isso acontece porque nosso sistema de recompensa está habituado a receber gratificações do parceiro, o que ajuda na produção de endorfinas pelo cérebro.   Quando o parceiro se vai, a produção de endorfinas cai, deixando o indivíduo em estado de apatia, tristeza e angústia.  Após um rompimento, é importante dar tempo ao tempo e permitir que o processo de desligamento aconteça gradualmente, começando pelas marcas do outro, começando pelas mais simples.

 

 As 5 fases do luto afetivo  Segundo a psicóloga Maristela Vallim Botari, que administra terapia de casal, as rupturas são sempre dolorosas, mesmo quando não há mais amor.   Isso acontece porque nosso sistema de recompensa está habituado a receber gratificações do parceiro, o que ajuda na produção de endorfinas pelo cérebro.   Quando o parceiro se vai, a produção de endorfinas cai, deixando o indivíduo em estado de apatia, tristeza e angústia.  Após um rompimento, é importante dar tempo ao tempo e permitir que o processo de desligamento aconteça gradualmente, começando pelas marcas do outro, começando pelas mais simples.

Entendendo o Processo de Perda

As rupturas afetivas são processos complexos que impactam diretamente nosso sistema de recompensa cerebral. Segundo os estudos de Elisabeth Kübler-Ross, atravessamos estágios que nos ajudam a processar a ausência e reorganizar nossa identidade sem o outro.

O luto não segue uma linha reta. É comum oscilar entre sentimentos de raiva e tristeza antes de alcançar a aceitação.

Estágios do luto

Os 5 Estágios Segundo a Psicologia

1. Negação: Um mecanismo de defesa onde o indivíduo tenta ignorar a realidade da perda para evitar o choque emocional imediato.
2. Raiva: Surge quando a negação não é mais possível. É o deslocamento do sofrimento para sentimentos de revolta e injustiça.
3. Barganha: Tentativas de negociar consigo mesmo ou com crenças para reverter a situação ou aliviar a dor do rompimento.
4. Depressão: O momento de maior introspecção, onde se reconhece que a perda é inevitável. É uma tristeza profunda, mas essencial.
5. Aceitação: A integração da perda na história de vida. Não é o fim da saudade, mas a capacidade de seguir adiante com paz.

Técnicas da TCC para a Fase de Depressão no Luto

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) oferece ferramentas práticas para que o paciente não fique paralisado na tristeza profunda. Algumas intervenções da Psicóloga incluem:

  • Ativação Comportamental: Reintroduzir gradualmente atividades que tragam algum senso de prazer ou realização, combatendo a apatia.
  • Reestruturação Cognitiva: Identificar e desafiar pensamentos automáticos disfuncionais sobre culpa ou desamparo.
  • Resolução de Problemas: Focar em passos pequenos e práticos para lidar com a nova rotina sem o parceiro.
  • Exposição Gradual: Lidar com as "marcas" do outro (perfumes, lugares, objetos) de forma controlada para dessensibilizar a dor.

Apoio Profissional

Se você sente que está estagnado em uma dessas fases, a terapia pode ajudar a elaborar esses sentimentos.

Atendimentos presenciais na Avenida Paulista e online para todo o Brasil.

Referências Bibliográficas

FABICHACK, Cibele. Amor, Sexo, Endorfinas E Bobagens. São Paulo, 2010.
FROMM, Erich. A Arte De Amar. São Paulo: Martins Fontes, 1971.
KÜBLER-ROSS, E. Sobre A Morte E O Morrer. 8.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
SOUZA, Tuhany Barbosa. Amor Romântico. Monografia de Conclusão de Curso. Uniceub, 2007.
Conteúdo técnico revisado pela Psicóloga Maristela Vallim Botari
Espero que este post possa ter servido para ampliar a compreensão sobre as rupturas, mas devemos considerar que estas fases não são lineares, podendo ocorrer em conjunto, ou em outra ordem. Algumas pessoas talvez nem passem por todas elas, outras passam diversas vezes. 

Como a Psicóloga SP ajuda no Luto Afetivo

Maristela Vallim Botari - CRP/SP 06-121677

Terapia para o Luto Amoroso

Ao longo de mais de 15 anos de carreira, a Psicóloga Maristela Vallim Botari tem atuado como apoio fundamental para aqueles que enfrentam o desafio das rupturas afetivas.

Com uma abordagem fundamentada na TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), o trabalho clínico visa guiar o paciente pelas cinco fases do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação, promovendo um ambiente de acolhimento e segurança emocional.

O Processo Terapêutico

A psicoterapia oferece suporte personalizado para que a dor da perda seja ressignificada. Veja como o tratamento auxilia:

Público atendido

Primeira Consulta com Psicóloga

Terapia Cognitivo Comportamental com Acolhimento Humanizado.

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