05 fases do luto afetivo


Você sabia que o luto afetivo passa por 05 fases?  Terapia para término de namoro.
Você sabia que o luto afetivo passa por 05 fases? 

Não importa o motivo: as rupturas quase sempre são dolorosas, mesmo quando não há mais amor. Isto ocorre, porque, segundo Helen Fisher (Bióloga que estuda as relações afetivas), nosso sistema de recompensa está habituado a receber as gratificações do parceiro, o que ajuda na produção de endorfinas pelo cérebro. Uma vez que o parceiro se vai, a produção de endorfinas cai, o que deixa o indivíduo em estado de apatia, tristeza e angústia.

A paixão, seja ela correspondida ou não, dura em média 06 meses a 03 anos. Depois de um tempo há um declínio que pode se transformar em amor verdadeiro, amizade ou indiferença. A raiva não é o oposto do amor, mas sim, uma das formas pela qual se manifesta. 

Quem decidiu pelo rompimento pode começar aos poucos o processo de desligamento apagando aos poucos as marcas do outro, começando pelas mais simples.


É importante dar tempo ao tempo, mas iniciar outro romance na sequência é desaconselhável, pois o cérebro precisa de tempo pra se recuperar da frustração. E isto envolve tempo. É como convalescer após uma doença. Infelizmente é necessário conviver com o vazio.As cinco fases do luto afetivo

As cinco fases do luto afetivo

Quando um rompimento afetivo (amoroso, ou mesmo de amizade) chega ao fim, pode-se considerar que há uma morte, que para ser elaborada deverá passar pelas 5 fases do luto, propostas por Kluber-Ross: Negação, Raiva, barganha, depressão e aceitação.

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1) Negação:


Fase marcada pela tendência a mascarar a ocorrência, com atitudes divergentes daquelas que são esperadas  onde há uma ruptura, podendo ocorrer um comportamento dissimulado de pseudo-felicidade: Nesta fase é comum que o individuo busque a companhia de outras pessoas para evitar o confronto com o sentimento de solidão. 


2)   Raiva:


A negação agora assume outra forma: passa a se expressar pela RAIVA, sentimento oriundo dos processos de frustração. 

Neste caso, a raiva é a negação do sentimento POSITIVO que alimentou a relação. 

É comum que os indivíduos passem a depreciar outro para matar o sentimento que ainda existe


3) Barganha:


O individuo tentou negar o próprio sentimento de inferioridade oriundo da ruptura; depois aceitou a ruptura, mas tentou negar os sentimentos que nutre pelo outro. Nada disso deu certo! 

'São comuns atitudes que visam atingir o outro de forma

(a) direta “Juro que se você voltar eu nunca mais brigarei com você”; “prometo que paro de me lamentar tanto”, serei menos ciumento”, etc.

(b) indireta: se arrumar do jeito que o outro gosta, usar o perfume que ele aprecia, ler os mesmos livros que ele; ir aos mesmos lugares, etc. 


.4)   Depressão:



Conforme o tempo passa e o indivíduo percebe que a barganha não está funcionando mobilizar o outro, é chegado o momento em que a ficha cai: você realmente perdeu o outro! 

Nossa, como isso dói! Mas é FUNDAMENTAL sentir esta dor, pois é ela que vai te conduzir à maturidade emocional e consequentemente a dias melhores. Nesta fase há pouca coisa a ser feita para minimizar este sofrimento e as lágrimas são bem vindas.

5)   Aceitação:


Nada do que foi tentado deu certo, e o que tinha que ser lamentado já foi!

Agora é “bola pra frente”. É hora de aceitar o “game over” e começar uma nova partida, depois do merecido descanso. Nesta fase é comum que haja interesses por novas atividades, que excluam qualquer contato, com o ex.


Espero que este post possa ter servido para ampliar a compreensão sobre as rupturas, mas devemos considerar que estas fases não são lineares, podendo ocorrer em conjunto, ou em outra ordem. Algumas pessoas talvez nem passem por todas elas, outras passam diversas vezes.


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REFERÊNCIAS



DICIONÁRIO Aurélio.
Amor.
[Online]. Disponível Em Http://Www.Dicionariodoaurelio.Com/Amor.Html
Acesso Em 23 De Junho De 2013.

FABICHACK, Cibele. 
Amor, Sexo, Endorfinas E Bobagens. 
São Paulo, 2010.

FROMM, Erich. 
A Arte De Amar
São Paulo. Martins Fontes. 1971

KÜBLER-ROSS, E. 
Sobre A Morte E O Morrer. 
8.Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

SOUZA, Tuhany Barbosa. 
Amor Romântico.
Monografia de Conclusão De Curso.
Uniceub, 2007.



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