Como você toma suas decisões?



Escrito por Psicóloga Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677

 

 
A Neurociência das Decisões: O Dilema das Escolhas Equivalentes

A dificuldade em tomar decisões reside, muitas vezes, no custo de oportunidade e no conflito de valência. Quando uma opção é claramente superior, o cérebro opera em um sistema de recompensa direta. No entanto, em cenários de escolhas "fácil/fácil" (duas recompensas atraentes) ou "difícil/difícil" (dois custos elevados), o processo de seleção torna-se cognitivamente exaustivo.

Conflitos Neurais e Experimentos

Experimentos da neurociência, como os realizados com ressonância magnética funcional (fMRI), indicam que o Córtex Cingulado Anterior (CCA) desempenha um papel crucial no monitoramento de conflitos. Existe a possibilidade de que, quando as opções possuem valores muito próximos, o CCA sinalize uma "dor de decisão", exigindo maior esforço do Córtex Pré-Frontal para desequilibrar a balança.

Mecanismos de Escolha

  • Paralisia por Análise: Em escolhas equivalentes, o cérebro pode entrar em um ciclo de comparação infinita, tentando encontrar uma vantagem marginal que justifique a renúncia da outra opção.
  • Custo de Ativação: Estudos sugerem que decisões difíceis consomem mais glicose e recursos neurais, o que pode levar à fadiga decisória.
  • O Papel da Dopamina: O sistema dopaminérgico avalia o valor esperado. Em escolhas "fácil/fácil", o conflito surge não pela perda, mas pela impossibilidade de obter ambas as recompensas simultaneamente.

Como a Psicologia pode ajudar

Tomar decisões pode ser difícil porque envolve incerteza, responsabilidade e a possibilidade de erro. 

Diante de uma escolha, a mente tende a antecipar consequências, imaginar cenários negativos e buscar garantias que, na maioria das vezes, não existem. 

Quanto maior a importância atribuída à decisão, maior pode ser o nível de ansiedade envolvido 

A TCC - Terapia Cognitivo Comportamental, possibilita a análise da relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, focando em identificar os padrões cognitivos que mantêm a indecisão.

1. Identificação de pensamentos automáticos

2. Questionamento e reestruturação cognitiva

3. Análise de vantagens e desvantagens

4. Treino de tolerância à incerteza

5. Experimentos comportamentais

A Psicóloga explora ideias centrais e crenças subjacentes, que podem influenciar a forma como a pessoa percebe suas escolhas, podendo ser analisados os significados atribuídos à decisão, as interpretações construídas diante das alternativas e as emoções ativadas nesse processo.

 O Acolhimento humanizado tem como objetivo tornar a interação entre Psicóloga e paciente mais natural.

 


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Psicologa Sp - Consultorio na Av. Paulista

Psicóloga sp
Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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