Toda criança sonha em ser adulto. Mas alguns adultos, no meio do caminho, deixam a criança interior morrer.
Adultecer é um evento natural da vida — mas o que nos prepara para isso?
A verdade é que ninguém nos ensina a ser adulto. A gente vai aprendendo na marra, tropeçando, acertando e errando, e muitas vezes carregando um peso que não sabia que existia.
A vida adulta chega sem pedir licença. E, com ela, uma enxurrada de expectativas — nossas e dos outros. Vamos dar uma olhada no que costuma apertar em cada fase:
| Idade |
O que aperta |
| 18 – 22 anos |
Escolher uma carreira (mesmo sem saber direito o que se quer). Estudar, trabalhar, pagar as primeiras contas, sentir que o mundo cobra maturidade que a gente ainda não tem. |
| 23 – 28 anos |
Conseguir um emprego "de verdade" — mesmo que não seja bem remunerado. Engatar um relacionamento mais sério. Economizar dinheiro (enquanto o aluguel come metade do salário). |
| 29 – 35 anos |
Comprar um apartamento (ou aceitar que não vai rolar por enquanto). Casar (ou explicar por que não quer). Solidificar a carreira — e lidar com a pressão de já ter "chegado lá". |
| 36 – 45 anos |
Reinventar-se profissionalmente (porque o mercado mudou, ou porque você mudou). Ter filhos (ou lidar com a pressão social para tê-los). Equilibrar a conta bancária com a conta de felicidade. |
| 46 – 55 anos |
Cuidar dos pais que envelhecem (enquanto ainda cuida dos filhos que crescem). Lidar com o esvaziamento do ninho. Perceber que os amigos diminuíram — cada um tomou seu rumo, a vida ficou mais corrida, os encontros mais raros. Olhar para o espelho e perguntar: "E agora, o que eu quero pra mim?" |
| 56 – 65 anos |
Os pais já não estão mais aqui — ou estão frágeis, exigindo cuidados. Os avós, há muito, se foram. Os filhos saíram de casa. O círculo de amizades encolheu naturalmente, e a solidão começa a bater à porta com mais frequência. Aposentadoria, novas perguntas sobre o que fazer com o tempo, com a energia, com o que ainda resta a viver. |
| 66+ anos |
Repensar o legado, o sentido da vida, a finitude. Ressignificar a própria história. Olhar para trás sem pesar — e para frente com curiosidade, mesmo que os passos estejam mais lentos. A solidão pode se tornar uma companheira constante, mas também pode ser um convite para um encontro mais profundo consigo mesmo. |
"A vida adulta é feita de despedidas silenciosas: amigos que se distanciam, pais que envelhecem, avós que se vão. E, no meio disso tudo, a gente precisa aprender a se reencontrar."
E se você pudesse contar com um espaço só seu?
A terapia para adultos não é um lugar de julgamento. É um lugar de escuta — onde você pode falar sobre o que realmente sente, sem medo de parecer fraco, perdido ou "atrasado" em relação aos outros.
É um espaço onde você pode parar — mesmo que o mundo esteja girando rápido demais. Onde pode respirar e olhar para sua própria vida com outros olhos. Onde a solidão pode ser nomeada, acolhida e transformada em um convite para um encontro mais autêntico consigo mesmo.
É um lugar para ressignificar as perdas — de pessoas queridas, de amizades, de versões antigas de si mesmo — e descobrir que, mesmo quando o círculo se reduz, a qualidade do que permanece pode ser imensa.
O que a psicoterapia pode fazer por você:
- Identificar padrões de comportamento e emoção que se repetem na sua vida
- Compreender o que está por trás da ansiedade, da insatisfação ou do desânimo
- Reconstruir a autoestima e a confiança em si mesmo
- Melhorar relacionamentos — com parceiros, família e colegas de trabalho
- Encontrar clareza sobre o que você realmente deseja para sua vida
- Ressignificar a sua história — sem apagar o que passou, mas dando novos sentidos
- Acolher a solidão como parte da experiência humana e transformá-la em um caminho para o autoconhecimento
O atendimento
A psicóloga
Maristela Vallim Botari
realiza atendimento para adultos em consultório localizado na Avenida Paulista, na região da Bela Vista, em São Paulo. O atendimento pode ocorrer presencialmente ou por meio de terapia online, respeitando as necessidades e a disponibilidade de cada paciente.
A abordagem combina a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), com sua estrutura científica robusta para identificar padrões de pensamento e comportamento, com o Acolhimento Humanizado, que coloca a empatia e a escuta atenta no centro do processo.
- Duração: até 50 minutos
- Modalidade: presencial (Av. Paulista, SP) ou online
- Frequência: conforme a demanda de cada pessoa
- Sigilo absoluto: um espaço seguro para falar livremente
Saiba mais sobre a Terapia para Adultos:
Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677
Conteúdo informativo desenvolvido sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.
Trata-se apenas de um convite à reflexão.
Blog da Psicóloga SP