Sobre a divulgação de *preço de consulta psicológica*

✦Se você busca Psicólogos de preço acessível, terapia acessível, psicologa baixo custo, psicólogos preço popular, etc. deve ter observado que não é fácil encontrar estes resultados nas buscas do Google. 

E os poucos resultados que aparem não refletem a os resultados esperados.

Visando a transparência das informações, é útil esclarecer que nós, psicólogos, por motivos de ética profissional (*Ética do Psicólogo*),  devemos agir com cautela na divulgação de * de preço acessível, terapia acessível, psicologa baixo custo, psicólogos preço popular, etc para garantir que nossa ética não seja violada e não pratiquemos concorrência desleal, nem sensacionalismo.

artigo 38 do Código de Ética Profissional do Psicólogo veda ao psicólogo:
a) Utilizar o preço do serviço como forma de propaganda;

Dos honorários profissionais (Código de Ética Profissional)

Art. 39º Os honorários serão fixados com dignidade e com o devido cuidado, a fim de que representem justa retribuição aos serviços prestados pelo Psicólogo, o qual buscará adequá-los às condições do atendido, tornando a profissão reconhecida pela confiança e pela aprovação da sociedade.

Art. 40º Os honorários serão planejados de acordo com as características da atividade e serão comunicados à pessoa ou instituição antes do início do trabalho a ser realizado.


O Conselho Federal de Psicologia disponibiliza uma tabela de preço de referência que serve como parâmetro de custo.

Porém, somos livres para negociar o preço de forma individual com o cliente (Vide art 39). 

E, no intuito de oferecer um atendimento que esteja em concordância com as possibilidades de cada cliente, é possível realizar "Atendimento social", o que não fere a ética, nem a capacidade técnica de um atendimento psicológico.

Veja o que diz o CRP-PR, mencionando o Código de Ética Profissional do Psicólogo, orienta:

"O Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) disponibilizou, em junho, uma Nota Técnica com o intuito de orientar profissionais sobre a chamado “atendimento social”, destinado a pessoas em situação de exclusão social ou de vulnerabilidade e risco. A prática gera dúvidas nas(os) Psicólogas(os) tendo em vista que o Código de Ética Profissional do Psicólogo (CEPP) proíbe a utilização do preço dos serviços como meio de propaganda.


De acordo com a nota, a divulgação dos serviços não poderá ser realizada por meio de “cupons” de desconto ou com a utilização de termos como: preço acessível, custo social, vaga social, desconto, gratuito, valores diferenciados, valores reduzidos ou qualquer outra frases e termo que faça referência ao valor do serviço, caracterizando concorrência desleal. (Grifo nosso)

A orientação, neste caso, é a de utilizar o termo “Atendimento Social”, “visto que desta forma está se qualificando o atendimento, e não o valor acessível a ser cobrado, mesmo que este esteja implícito no próprio termo”.

Independentemente do valor acordo entre a(o) Psicóloga(o) e seus pacientes, é dever da(o) profissional assegurar a qualidade técnica e ética para o desempenho de suas funções e também manter registros documentais que poderão ser fornecidos aos usuários do serviço. Ainda, deve-se descrever, em contrato formal escrito, os critérios de seleção do público a ser atendido e as condições sob as quais o atendimento acontecerá. 

Entre os critérios, não é permitido incluir a participação em instituições, a troca ou permuta de trabalhos ou o recebimento de qualquer vantagem. Além disso, o tratamento não pode ser prolongado sem necessidade. "

Fonte:





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