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Como esquecer alguém: o que a Psicologia explica sobre superar um amor

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Como esquecer um amor, na visão da Psicologia


 

Como esquecer alguém: o que a Psicologia explica sobre superar um amor

Esquecer um amor é um dos maiores desafios da existência humana. 

Só quem já passou por um rompimento amoroso consegue compreender o que significa perder um grande amor. 

Para muitas pessoas, dói mais que uma amputação; para outras, é um estado de luto, uma sensação muito além do vazio. 

É uma dor emocional que parece que não vai ter fim, nunca mais. 

Se você está lendo este artigo, certamente está passando por uma ruptura amorosa, ou conhece alguém que esteja. 

Saiba que você não está sozinho. Mais de 60% dos casos atendidos neste consultório de psicologia têm relação com término de relacionamento. 

Artigo escrito por
Psicóloga sp Maristela Vallim Botari – CRP/SP 06-121677 
 

Índice

Como esquecer alguém depois de um término?

Como esquecer alguém? 

Essa é uma pergunta que costuma aparecer quando o fim de um relacionamento ainda dói. 

A pessoa pode até saber que precisa seguir em frente, mas as lembranças continuam presentes, a saudade aparece e, em alguns momentos, parece que esquecer aquele amor é impossível.

Mas será que precisamos realmente esquecer um amor?

Na visão da Psicologia, superar alguém não significa apagar a história, eliminar as lembranças ou deixar de sentir qualquer coisa pela outra pessoa. 

Algumas experiências fazem parte da nossa história e, por isso, podem continuar na memória mesmo depois que a dor diminui. Compreender os sentimentos e emoções envolvidos nesse processo é o primeiro passo para lidar melhor com eles.

O que muda, com o tempo, é a forma como essa lembrança ocupa espaço dentro de você.

É possível esquecer um amor?

Talvez seja mais útil trocar a ideia de "esquecer" pela ideia de superar.

Quando vivemos um relacionamento importante, criamos vínculos, hábitos, planos, expectativas e formas de imaginar o futuro. 

Por isso, quando o relacionamento termina, não perdemos apenas a presença de uma pessoa.

Também precisamos lidar com a perda de uma rotina e, muitas vezes, de um projeto de vida que havíamos imaginado.

É por isso que não existe um botão capaz de fazer alguém desaparecer da sua mente.

  • Você pode lembrar.
  • Pode sentir saudade.
  • Pode até reconhecer que aquela pessoa foi importante.
  • E, ainda assim, pode continuar sua vida.

Por que algumas pessoas demoram mais para superar?

Um relacionamento não envolve apenas sentimentos. Ele também envolve memória, hábitos e associações.

  • Uma música pode lembrar a pessoa.
  • Um lugar pode trazer uma lembrança.
  • Uma data pode despertar saudade.

Até pequenas coisas do dia a dia podem fazer parte dessa rede de memórias.

Isso ajuda a entender por que simplesmente dizer "eu preciso esquecer" nem sempre funciona.

Quanto mais tentar impedir que um pensamento apareça, mais atenção você pode dar a ele.

Por isso, o caminho para superar pode envolver menos luta contra a lembrança e mais compreensão sobre aquilo que ela representa — e também resiliência para atravessar esse processo sem pressa.

O que acontece com as lembranças depois do término?

Você pode nunca esquecer completamente alguém que foi importante. E isso não significa que ficará sofrendo para sempre.

  • Uma lembrança pode continuar existindo sem provocar a mesma dor.
  • A música pode tocar e você não sentir vontade de voltar.
  • O lugar pode ser visitado sem trazer o mesmo aperto.
  • A data pode chegar e passar.
  • A pessoa pode continuar na sua memória, mas deixar de ocupar o centro da sua vida.

Esse pode ser um dos sinais de que algo mudou.

O que pode ajudar a seguir em frente?

Não existe uma fórmula que funcione da mesma maneira para todas as pessoas. Mas algumas atitudes podem ajudar nesse processo.

Aceitar que o relacionamento terminou

Aceitar não significa gostar do fim

Significa reconhecer a realidade atual, mesmo que ela ainda seja dolorosa. Enquanto uma parte da pessoa permanece presa à expectativa de que tudo volte a ser como antes, pode ficar mais difícil construir uma nova rotina.

Permitir que o sentimento exista

Sentir tristeza não significa ser fraco. Você está de luto. é natural

A dor também pode fazer parte da elaboração de uma perda. 

Em vez de exigir que você esteja bem o tempo todo, pode ser mais útil perceber o que está sentindo e tentar compreender o motivo daquela emoção.

Retomar a própria vida

Durante um relacionamento, alguns hábitos podem ser construídos a dois — e, muitas vezes, uma das partes assume um papel de superherói nos relacionamentos, tentando resolver tudo sozinha. 

Depois do término, é preciso reconstruir parte da rotina. 

Voltar a cuidar de si, retomar atividades, encontrar amigos, trabalhar, estudar e criar novos planos pode ajudar a vida a voltar a ter outros pontos de apoio.

Evitar transformar a saudade em prova de que precisa voltar

Sentir falta de alguém não significa necessariamente que a relação deveria continuar.

Alguns relacionamentos amorosos simplesmente não podem, nem devem continuar, especialmente em situações onde há violência, agressão, abusos ou mentiras recorrentes. 

A saudade mostra que existiu um vínculo. Mas ela não é eterna (felizmente)

Olhar para a relação de forma mais completa

Quando sentimos falta de alguém, nossa memória pode destacar os momentos bons e deixar os difíceis em segundo plano.

 Por isso, pode ser útil olhar para a relação como um todo, pensando inclusive no que caracteriza um relacionamento saudável.

O que funcionava? O que não funcionava? Quais necessidades eram atendidas? Quais eram deixadas de lado? O que você aprendeu sobre si mesmo?

Essas perguntas podem ajudar a transformar uma experiência dolorosa em uma oportunidade de compreensão.

E quando aparece outra pessoa?

Conhecer outra pessoa pode acontecer naturalmente, mas não precisa ser usado como uma forma de apagar o relacionamento anterior. Uma nova relação não precisa ocupar o lugar da antiga. São histórias diferentes.

Por isso, entrar rapidamente em outro relacionamento apenas para não sentir a perda pode não resolver aquilo que ainda precisa ser elaborado.

Antes de pensar em outra pessoa, pode ser importante perceber como você está se sentindo consigo mesmo — e entender que é possível ser feliz sozinho, sem depender de uma nova relação para preencher esse espaço, respeitando a necessidade de solidão que esse momento pode trazer.

Faz parte sentir saudade

Depois de um término, é comum existir uma mistura de sentimentos.

Em um momento, pode surgir alívio.

Em outro, tristeza.

Depois, saudade.

Também podem aparecer raiva, culpa, dúvida ou vontade de procurar a outra pessoa.

Essa alternância não significa necessariamente que você está voltando ao começo.

Superar não costuma ser uma linha reta. Existem dias melhores e dias mais difíceis. E tudo bem.

Vale lembrar também que, quando ainda estamos envolvidos, o comportamento das pessoas apaixonadas costuma intensificar essas memórias, o que ajuda a explicar por que a saudade pode ser tão forte logo após o fim.

Quando a dor parece não passar

Cada pessoa possui seu próprio tempo para elaborar uma perda.

Porém, quando o sofrimento permanece muito intenso, interfere na rotina, nos relacionamentos, no trabalho ou na capacidade de cuidar de si, pode ser importante buscar ajuda psicológica.

Em alguns casos, o sofrimento não está relacionado apenas à pessoa que foi embora, mas também a medos mais antigos, sentimentos de rejeição, abandono, culpa ou dificuldade de ficar sozinho.

Compreender essas questões pode ajudar a construir novas formas de lidar com a perda.

Como a psicoterapia pode ajudar

A psicoterapia pode oferecer um momento para compreender o vínculo, os pensamentos, as emoções e os padrões que aparecem depois do término. 

Um processo de terapia individual pode ajudar a olhar para esses padrões com mais clareza e cuidado.

Afinal, como esquecer alguém?

Talvez a pergunta possa ser transformada.

Em vez de perguntar "como esquecer alguém?", podemos perguntar: "Como posso continuar minha vida sem esta pessoa?"

Porque seguir em frente não exige apagar o passado. 

Às vezes, significa apenas conseguir olhar para aquilo que aconteceu sem deixar que essa história determine tudo o que ainda está por vir.

Esquecer pode não ser necessário. 

Superar pode significar lembrar sem sofrer da mesma maneira e voltar, pouco a pouco, a escolher a própria vida.

 

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Você não precisa enfrentar isso sozinho(a)

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Informações sobre o atendimento

Duração da consulta: 50 minutos.

Duração do tratamento psicológico: o período de acompanhamento é individualizado, de acordo com as necessidades, objetivos e evolução de cada pessoa.

Atendimento presencial: Av. Paulista, 2001 – São Paulo/SP.

Valor da consulta: R$ 119,00 (tabela vigente em fev/26)

Atendimento por convênio: realizado por meio de reembolso, conforme as condições do seu plano. Saiba mais sobre reembolso

Valores e modalidades de atendimento

Consulte as informações sobre tratamentos psicológicos, modalidades de atendimento e valores.

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Para conhecer melhor o trabalho realizado:

Conheça a psicóloga

O acompanhamento psicológico é individualizado e sua duração pode variar conforme as necessidades e objetivos de cada pessoa.

 

Abordagens utilizadas: 

 Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com Acolhimento Humanizado .


Psicóloga clínica em SP Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

 

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Psicóloga Cognitivo-Comportamental em São Paulo

Acolhimento Humanizado 

Maristela Vallim Botari é psicóloga clínica (CRP-SP 06/121677) e atua com a abordagem Cognitivo-Comportamental (TCC), um dos modelos com maior respaldo científico para o tratamento de questões emocionais e comportamentais. 

A proposta da TCC é ajudar cada pessoa a identificar e compreender os padrões emocionais e pensamentos que sustentam determinados sofrimentos, trabalhando de forma prática, estruturada e orientada a resultados concretos no dia a dia.

Ao longo da psicoterapia, o trabalho é conduzido de maneira individualizada, respeitando a singularidade de cada trajetória e contribuindo para o bem-estar emocional e para um posicionamento pessoal mais firme diante dos desafios da vida.

Para conhecer melhor a trajetória profissional, acesse a bio completa da psicóloga ou visite o Blog da Psicóloga para ler mais conteúdos sobre saúde emocional e psicoterapia.

Missão, Visão e Valores

Missão: Facilitar o processo de autoconhecimento e saúde mental através de uma prática que possibilite que cada indivíduo encontre ferramentas para lidar com suas complexidades emocionais e comportamentais.

Visão: Contribuir para uma sociedade onde o cuidado com a saúde mental seja acessível e atualizado. Busco integrar a tradição da escuta atenta às inovações que o mundo globalizado exige, permitindo que a terapia seja um recurso dinâmico e eficaz para as demandas atuais.

Valores: Priorizo o Acolhimento humanizado, a atualização constante, a empatia e o respeito à singularidade.

Agendar atendimento

 Como a psicóloga pode ajudar nesse processo

Na psicoterapia, o trabalho é organizado de modo a possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do indivíduo, afetando relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional

Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.

São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações

Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados dentro do enquadre clínico, assim como questões relacionadas a posicionamento pessoal e clareza interna.

O processo é conduzido de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada trajetória e o ritmo próprio de elaboração.

 

Atendimentos Psicológicos

Localização e Contato

O consultório funciona na Av. Paulista, 2001, próximo à estação Consolação do metrô. 

Atendimento mediante agendamento.

Whatsapp: (11) 95091-1931

Conteúdo informativo desenvolvido pela  Psicóloga SP Maristela Vallim Botari CRP-SP 06-121677.  Este material possui caráter reflexivo e não substitui a consulta psicológica, nem tem a pretensão de esgotar os assuntos. Leia outros artigos no Blog da Psicóloga.  O site disponibiliza artigos educativos de conteúdo informativo e não substitui atendimento psicológico, orientando, em situações de crise ou emergência, a busca por serviços de urgência ou pelo CVV.


 


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