Comportamentos assertivos no relacionamento

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Comportamentos assertivos no relacionamento

Se isso estiver correto, permita-me dizer algumas palavras antes das dicas que aparecem abaixo.

Relacionamentos não são estáticos. Eles são construídos momento a momento, nas conversas, nas escolhas, nas pequenas atitudes e também na maneira como cada pessoa reage quando as coisas não acontecem como esperava.

Talvez seja justamente por isso que seja importante abandonar uma ideia bastante difundida: a de que um relacionamento deve existir para trazer felicidade.

Um relacionamento pode proporcionar momentos muito felizes, companheirismo, intimidade, descobertas e experiências que fazem sentido para as duas pessoas. Mas isso não significa que ele será capaz de eliminar as dificuldades da vida.

Cada pessoa continua tendo seus próprios problemas, preocupações, responsabilidades, interesses, frustrações, ciúmes e momentos de alegria. O relacionamento se junta a essa vida que já existe; ele não precisa funcionar como uma solução para ela.

Relacionamentos não precisam ser perfeitos para serem significativos.

Não existe relacionamento perfeito. 

Essa imagem pertence muito mais ao imaginário da literatura romântica do que à experiência cotidiana. Na vida real, os relacionamentos passam por altos e baixos.

Existem períodos de maior proximidade e outros de maior distância. Há momentos de entusiasmo, outros de cansaço. 

Algumas fases são tranquilas; outras exigem conversas difíceis, mudanças de comportamento e novas formas de organização da vida a dois.

Isso, por si só, não significa que exista um problema no relacionamento. Algumas dificuldades fazem parte da própria convivência entre duas pessoas diferentes.

Onde entram os comportamentos assertivos?

É justamente nesse cenário que os comportamentos assertivos podem ter alguma utilidade.

Ser assertivo não significa conseguir evitar todos os conflitos, convencer o outro ou transformar o relacionamento em uma convivência sem dificuldades.

Significa, de maneira bastante simples, encontrar formas de expressar o que se pensa, sente ou necessita sem transformar automaticamente a diferença em ataque, provocação ou afastamento.

Aprender alguns comportamentos assertivos pode ajudar a reduzir o estresse da convivência e oferecer alternativas para aqueles momentos em que as coisas saem dos eixos.

As dicas abaixo são propositalmente simples. Elas não conseguem dar conta da complexidade de todos os relacionamentos e não devem ser entendidas como uma fórmula para resolver conflitos. Em alguns casos, porém, podem ajudar a perceber pequenas mudanças que podem ser experimentadas no cotidiano.

Alguns comportamentos que podem ajudar

Alguns comportamentos assertivos no relacionamento podem ser observados em situações bastante simples do dia a dia:

  • Expresse o que sente ou pensa de forma clara, evitando transformar a conversa em ataque pessoal.
  • Diga o que você precisa de maneira direta, sem esperar que a outra pessoa adivinhe.
  • Escute o que o outro está dizendo antes de preparar uma resposta.
  • Respeite uma opinião diferente da sua, mesmo quando não houver concordância.
  • Reconheça que a outra pessoa também possui necessidades, limites, interesses e momentos difíceis.
  • Evite provocações que tenham como objetivo despertar inveja, ciúme ou raiva.
  • Evite utilizar comportamentos agressivos ou destrutivos como forma de conseguir aquilo que deseja.
  • Procure conversar sobre um problema específico, em vez de transformar uma discussão em uma lista de defeitos do outro.
  • Estabeleça limites quando necessário e respeite também os limites apresentados pela outra pessoa.
  • Quando uma decisão afetar os dois, procure construir uma solução que considere ambos.
  • Peça desculpas quando perceber que ultrapassou um limite ou agiu de maneira inadequada, sem transformar o pedido de desculpas em uma forma de se diminuir.
  • Procure maneiras de lidar com o estresse antes de iniciar uma conversa importante.
  • Não transforme cada momento difícil em uma conclusão definitiva sobre o relacionamento.
  • Mantenha espaço para o afeto, o humor, a proximidade e os momentos agradáveis, mesmo quando existirem problemas a serem resolvidos.

Um relacionamento também é feito dos momentos comuns.

Nem todo momento precisa ser especial, romântico ou feliz. Há dias bons, dias ruins e muitos dias simplesmente comuns. A convivência acontece justamente nesse conjunto de experiências.

Quando as coisas saem dos eixos

Em alguns momentos, uma conversa não é suficiente para resolver aquilo que está acontecendo. Determinados conflitos se repetem, alguns padrões de comportamento tornam-se difíceis de modificar e, às vezes, as duas pessoas deixam de conseguir compreender o ponto de vista uma da outra.

É possível então buscar ajuda para compreender melhor o que está acontecendo na relação e observar como cada pessoa participa dessa dinâmica.

Na psicoterapia, podem ser observados padrões emocionais e comportamentais que se repetem e acabam influenciando os relacionamentos, a autoestima e o bem-estar emocional.

Também podem ser examinadas as formas de interpretar determinadas situações e a maneira como cada pessoa se posiciona dentro de suas relações.

A sessão de terapia é conduzida de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada pessoa e as características da situação apresentada.

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Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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