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  • Os limites do perdão




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Não Faça "Drama"

Quando uma situação adversa ocorre é natural que algumas pessoas se coloquem no lugar de vítimas inconsoláveis, olhando para a situação como se não houvesse saída.
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Isto ocorre porque estes indivíduos não conseguem enxergar as possíveis soluções, pois certamente foram ensinados a olhar para as ocorrências ruins como insolúveis.

É bem verdade que algumas situações são irremediáveis. Porém a lamentação excessiva não a reverte, levando a uma sensação de desespero, difícil de elaborar.


Ao se deparar com uma situação desagradável, ao invés de lamentar, tente buscar possíveis soluções, considerando todos os ângulos possíveis e até mesmo buscando ajuda.




Por que nos deixamos contaminar por emoções ruins? (Vamos falar sobre Neurônios-espelhos)

Neurônios Espelhos.

Emoção é contagiante.

 
Sabe aquela sensação de bem estar que você sentiu subitamente na presença de alguém, e não sabe explicar de onde vem? Ela é produzida pelos seus neurônios-espelhos.

Pesquisadores observaram que os animais realizam comportamento espelhado, e que os humanos também demonstram esta capacidade de sincronizar movimentos e comportamento.

Porém, pesquisas mais recentes estão apontando que as emoções também podem ser espelhadas, e reproduzidas, como dizem os pesquisadores:

As emoções também podem ser espelhadas pois, quando vemos alguém chorar, por exemplo, nossas células refletem a expressão do sentimento que pode estar por trás das lágrimas e trazem de volta a lembrança de momentos que já vivenciamos. A essa capacidade dá-se o nome de empatia, uma das chaves para decifrar o comportamento e a socialização do ser humano. Essas células também refletem uma série de elementos da comunicação não verbal, como por exemplo, pequenas mudanças na face e no tom de voz nos ajudam a compreender o que o outro está pensando ou sentindo (Lameira et al, 2006)



Não é difícil deste modo concluir que se estamos em um ambiente carregado de emoções ruins, somos tomados de emoções ruins também.

Isto explica comportamentos violentos que ocorrem em massa , quando os ânimos estão acirrados (como manifestações ou esportes), pois a ira de uns "contamina" os outros.

Por esta razão, muitas vezes, algumas pessoas não conseguem explicar de onde vem o seu estresse. 
Se você não consegue identificar em você mesmo... olhe a sua volta. Talvez o seu ambiente seja nocivo mentalmente.

Isto vale também para justificar aquela mudança súbita de humor que algumas pessoas apresentam. Por meio dos nossos neurônios espelhos, conseguimos identificar um "clima meio pesado", durante uma reunião de trabalho, ou uma discussão em família.

Como lidar?

Se sabemos que somos contaminados com a emoção do outro, então, a alternativa aqui seria manter a auto serenidade, o controle emocional, sabendo separar o que é nosso, daquilo que vem do outro. Este exercício não é fácil, mas é muito bom e eficiente.


A Psicoterapia pode ajudar no processo de controlar os pensamentos.







Lameira, A. P., Gawryszewski, L. G., & Pereira Jr., A. (2006). Neurones miroir. Psicologia USP, 17(4). 123-133




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09 dicas para identificar relacionamentos abusivos:


Relacionamentos tóxicos:  09 dicas para identificá-los.

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Considera-se um relacionamento abusivo aquele onde uma das partes abusa da confiança, boa-fé, do amor e carinho recebido para promover atitudes de mal tratos e humilhação.

Infelizmente muitas pessoas não conseguem enxerga-las como abusivas, pois o abusador, que geralmente conhece as técnicas de manipulação muito bem, e sabe pedir desculpas e usar de artimanhas para comover e seduzir sua vítima.


Quando colocados numa balança imaginária, verifica-se que as perdas de estar nesta relação são muito maiores que os ganhos; o que sugere que a relação está caminhando por uma estrada muito distante daquela que um dia foi idealizada.

Entramos numa relação esperando minimamente:
1.      Respeito;
2.      admiração;
3.      confiança;
4.      carinho;
5.      acolhimento;
6.      paixão
7.      intimidade;
8.      comprometimento.

Temos a obrigação de oferecer o mesmo. 

Se um destes elementos de base da relação falta, pode-se considerar que há um desequilíbrio de interesses. Porém algumas pessoas insistem em manter a relação, esperando que um dia ela possa trilhar pela estrada florida da felicidade. 

Tais pessoas (talvez) apresentem dificuldade em identificar a toxicidade da relação. Por isso, aqui vão algumas dicas:


1. Observe se você tem cumprido a sua parte.
É simples culpar o outro, mas será que você também não é uma pessoa abusiva? (espero que não). Se for, faça uma auto análise e reveja seus comportamentos. UM erro não conserta o outro, porém, uma reflexão ajuda bastante, pois:

Pode ser que
·        o excesso de cobranças tenha feito com que o outro perdesse o respeito;
·        que suas atitudes pueris tenham minado a admiração;
·        que suas desconfianças tenham assustado a outra parte;
·        que sua frieza tenha afastado o carinho da pessoa amada;
·        que a sua indisponibilidade tenham dificultado que a outra parte lhe acolhesse devidamente;
·        que a sua dificuldade em demonstrar paixão tenha esfriado a paixão que o outro tinha por você;
·        que a sua falta de confiança básica tenha criado um “muro de Berlim” entre você e o outro;
·        que sua falta de comprometimento tenham sinalizado ao outro que poderia agir da mesma forma.


Considerando que você tenha feito a sua parte, e que não seja uma pessoa abusadora (eu sinceramente espero que não), aqui vão algumas dicas para identificar abusos na relação, considerando que toda relação deve estar baseada na troca, ou seja, merecemos receber aquilo que doamos:

1.      Falta respeito
Você considera que o outro lhe respeita nos momentos de dor, quando expressa suas opiniões diferentes? Respeita teu corpo, seu jeito de vestir, de pensar, de falar, pela sua etnia, cultura, etc.?

2.      Falta admiração
O outro lhe faz elogios sinceros? Não me refiro às bajulações.
O outro reconhece seu valor como pessoa? Reconhece seus esforços para atingir seus objetivos?

3.      Falta confiança
O Outro abusa da sua confiança, contando mentiras sucessivas? Desviando dinheiros e bens materiais?

4.      Falta Carinho
O outro lhe trata com simpatia? Sorri com frequência? Trata-lhe com uma atenção diferenciada? (Este ponto é importante, pois em muitos casos, a pessoa é capaz de ser atenciosa com todos, o que gera alguma confusão). Retribui seus gestos de carinho, mesmo que não seja da mesma forma, porém na mesma proporção?

5.      Falta acolhimento
Você se sente acolhido quando precisa de um “ombro amigo”?  Esta pessoa estaria disposta a te ajudar a lutar contra uma adversidade? Ou some quando surge alguma situação difícil?

6.      Falta paixão
O outro não lhe retribui os gestos apaixonados, ou trata-os com desdém?

7.      Falta Intimidade
O outro sabe muito sobre sua vida, mas você não sabe quase nada a seu respeito.

8.      Falta Compreensão
O Outro não compreende suas falhas, mas exige compreensão irrestrita para seus erros, mesmo quando são muito maiores.

9. Egoismo marcante.
O Outro pensa sempre em si próprio, deixando de pensar em você?

Isto é uma aproximação. Outros pontos poderiam ser acrescentados a esta lista

Entendo também que nenhuma relação seja tão perfeita a ponto de atingir nota máxima em todos estes requisitos. No entanto, minha proposta não é que siga estes pontos à risca, mas use-os como parâmetros para que sua afetiva tenha alguma qualidade, e possa ser rica para todos.
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Você tem dificuldades em tomar decisões?


Psicologa em São Paulo que atende convênios

Existem determinadas situações da vida que não se sabe pra que lado deve-se ir, que rumo tomar, enfim, como proceder. Algumas situações são tão delicadas, que exigem o máximo de tato, e cuidado na sua resolução. O que fazer quando devemos tomar uma atitude e não temos tempo pra pensar? Como tomar a decisão correta?

A decisão correta sempre é aquela que as pessoas tomam depois de refletir por muito tempo. É muito difícil raciocinar sob pressão,portanto decisões impensadas tem altas chances de fracassar.

Não aceite pressão sob nenhuma hipótese, mas também não se adie indefinidamente uma decisão que deve ser tomada o quanto antes. As decisões mais sábias são tomadas quando existe serenidade, quando não há ninguém pressionando e quando se sentir absolutamente seguro de que não vai se arrepender. 

É muito natural pensarmos: 

“mas se eu tivesse escolhido outra profissão”? ou “E se eu tivesse me casado com outra pessoa”? ou ainda “E se eu morasse noutra cidade”.. seria eu mais feliz ou menos feliz.

É fato: Não dá pra saber! E creio que não devemos sequer pensar nesse tipo de coisa, porque nossa vida é AQUI E AGORA, ou seja, temos que valorizar nossas conquistas presentes, e se nossas escolhas não nos faz felizes, a lamentação em nada ajuda.


O jeito é tocar o barco pra frente e fazer novas escolhas, se for o caso, já que não dá pra voltar no tempo. Se pararmos pra analisar, todas as nossas escolhas são boas, porque aquelas que não trazem felicidade, trazem experiência, ou ensinam algo.
Logicamente existem escolhas erradas, que são atitudes tomadas por impulso. Um exemplo figurativo disso são as pessoas que adoram comprar:vão ao shopping e compram tudo o que vêem pela frente... E quando chega em casa acaba descartando metade daquilo que comprou por que não sabiam o que fazer com tudo aquilo.

Quantas pessoas não escolhem um parceiro no calor do momento, apenas para esquecer sua solidão e suas dores? E dessa forma acabam enganando e se enganando? Quantos casamentos gerados por interesses materiais, ou por paixões passageiras, quando tais pessoas não tem um pingo de afinidade? Esses são alguns exemplos de decisões mal tomadas, baseadas apenas em interesses momentâneos e que fatalmente conduzirão à infelicidade.


Por isso antes de tomar qualquer decisão, PARE E PENSE.
Pese prós e contras, sempre visando o seu bem estar e levando em conta se sua decisão não irá prejudicar outras pessoas. Lembre-se que todo castelo de cartas desmorona, portanto tome suas decisões importantes somente com base em fatos sólidos.






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Sentem-seincompreendidos;



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