Resiliência:a c apacidade de renascer das cinzas como uma Fênix

 Para começar a falar sobre resiliência, vale recorrer aos dicionários — porque é uma palavra muito usada, mas nem sempre compreendida em profundidade.

Para começar a falar sobre resiliência, vale recorrer aos dicionários — porque é uma palavra muito usada, mas nem sempre compreendida em profundidade.



A palavra “resiliência” vem sendo usada cada vez mais no cotidiano. 

Ouvimos frases como “você precisa ser mais resiliente” ou “fulano foi resiliente diante da situação”. Mas afinal, o que significa resiliência?

Para começar essa reflexão, vale recorrer aos dicionários.

O Dicionário Michaelis define resiliência como:

“Capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.”

 

Para começar a falar sobre resiliência, vale recorrer aos dicionários — porque é uma palavra muito usada, mas nem sempre compreendida em profundidade. 

Já o Dicionário Oxford descreve resiliência como:

“Capacidade de voltar ao estado normal depois de alguma situação crítica e incomum.”

No campo da Física — de onde o termo foi originalmente emprestado — resiliência é a capacidade que alguns materiais têm de sofrer pressão, impacto ou deformação e depois retornar à sua forma original.

Quando o conceito passou a ser utilizado na Psicologia, ele ganhou um sentido humano e emocional: a capacidade de enfrentar adversidades, suportar dores, atravessar crises e, ainda assim, continuar vivendo, aprendendo e se reconstruindo.

Mas é importante entender uma coisa: ser resiliente não significa não sofrer.

Pessoas resilientes também choram, se cansam, sentem medo, frustração e desânimo. 

A diferença é que, mesmo abaladas, conseguem encontrar formas de seguir adiante sem se destruírem completamente no processo.

Resiliência também não é aceitar tudo calado, fingir força o tempo todo ou suportar relações abusivas indefinidamente. Muitas vezes, a verdadeira resiliência está justamente em reconhecer limites, pedir ajuda, mudar de direção ou recomeçar.

Talvez por isso essa seja uma palavra tão falada atualmente. 

Vivemos tempos de sobrecarga emocional, instabilidade, ansiedade e mudanças rápidas. E, diante de tantas pressões, a capacidade de se adaptar sem perder totalmente a si mesmo tornou-se uma habilidade essencial.

Mais do que “aguentar firme”, resiliência é a arte humana de se recompor, superando as crenças de desamor, desamparo e desvalia.  

É conseguir olhar para as próprias feridas sem permitir que elas definam quem somos, reconstruindo, pouco a pouco, a confiança em si, nos outros e na vida.

 

REFERÊNCIAS

MICHAELIS. Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 2026. Disponível em: https://michaelis.uol.com.br. Acesso em: 5 jun. 2026.

OXFORD LANGUAGES. Resiliência. In: Google Dicionário. Disponível em: https://languages.oup.com/google-dictionary-pt/. Acesso em: 5 jun. 2026.

HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.

YUNES, Maria Angela Mattar. Psicologia positiva e resiliência: o foco no indivíduo e na família. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 8, n. esp., p. 75-84, 2003.

CYRULNIK, Boris. Os Patinhos Feios. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

MELILLO, Aldo; OJEDA, Elbio Néstor Suárez. Resiliência: descobrindo as próprias fortalezas. Porto Alegre: Artmed, 2005.

TAVARES, José (org.). Resiliência e Educação. São Paulo: Cortez, 2001.

GROTBERG, Edith Henderson. A Guide to Promoting Resilience in Children: Strengthening the Human Spirit. Haia: Bernard van Leer Foundation, 1995.

RUTTER, Michael. Resilience in the face of adversity: protective factors and resistance to psychiatric disorder. British Journal of Psychiatry, Cambridge, v. 147, p. 598-611, 1985.

FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido. 40. ed. Petrópolis: Vozes, 2019.

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Como a psicóloga pode ajudar?

Na psicoterapia, o trabalho é organizado para possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do paciente e acabam por afetar relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional.

A análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos, pode ser realizada. São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados, assim como questões de posicionamento pessoal.

A sessão de terapia é conduzida de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada pessoa.

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Psicóloga Sp Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

Psicóloga clínica com mais de 12 anos de experiência. A tcc com acolhimento humanizado pode ser integrada para auxiliar na compreensão da singularidade de cada história.

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Localização e Contato

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Av. Paulista, 2001 – Cj 1911 – 19º andar.

Whatsapp: (11) 95091-1931

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Este material possui caráter reflexivo e não substitui a consulta psicológica, nem tem a pretensão de esgotar os assuntos. Leia outros artigos no Blog da Psicóloga

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Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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