Terapia para Autovalorização - Psicologa SP

Terapia para Autovalorização - Psicologa SP


O que é Autovalorização Pessoal

A autovalorização pessoal refere-se à forma como o indivíduo reconhece e atribui valor a si mesmo, às suas características, experiências, capacidades e limites. 

Trata-se de um processo interno de reconhecimento da própria importância enquanto pessoa, independentemente de comparações constantes com os outros ou de validações externas.

Esse conceito está relacionado à maneira como cada indivíduo percebe suas qualidades, reconhece suas conquistas e compreende suas limitações, desenvolvendo uma visão mais equilibrada sobre si mesmo.

 A autovalorização envolve também a capacidade de considerar a própria história, experiências de vida e aprendizados como elementos significativos da construção da identidade.

No campo da psicologia, a valorização pessoal está frequentemente associada ao conceito de Autoestima, que diz respeito à avaliação que a pessoa faz de si mesma. 

Quando existe um nível saudável de reconhecimento pessoal, o indivíduo tende a perceber seu próprio valor de forma mais realista, sem depender exclusivamente da aprovação de outras pessoas para se sentir validado.

Como desenvolver a autovalorização?

Desenvolver a autovalorização é aprender a reconhecer o próprio valor sem depender o tempo todo da aprovação, do elogio ou do reconhecimento de outras pessoas.

Nem sempre isso acontece de forma fácil. Muitas pessoas passaram anos ouvindo críticas, sendo comparadas ou acreditando que precisavam fazer mais para merecer amor, respeito e atenção.

Por isso, aprender a se valorizar é também mudar a forma como você olha para si.

O que significa desenvolver a autovalorização?

O que significa desenvolver a autovalorização?

 

Autovalorização envolve reconhecer suas qualidades, respeitar seus limites, perceber suas necessidades e compreender que seu valor não depende apenas daquilo que você produz ou da forma como outras pessoas enxergam você.

Uma pessoa pode reconhecer que possui defeitos e, ainda assim, perceber que tem qualidades, desejos, capacidades e uma história que merece respeito.

Valorizar-se não significa acreditar que você é melhor do que os outros.

Significa conseguir olhar para si com mais respeito e menos desprezo.

Por que é tão difícil se valorizar?

A maneira como aprendemos a enxergar nós mesmos começa a ser formada nas relações que vivemos.

Críticas constantes, rejeições, comparações, cobranças excessivas e relações nas quais a pessoa precisava sempre agradar podem contribuir para uma visão negativa de si.

Com o tempo, algumas dessas experiências passam a fazer parte da maneira como a pessoa pensa.

Ela pode começar a acreditar que não é boa o bastante, que precisa agradar para ser aceita ou que seus sentimentos não são importantes.

Por isso, a falta de autovalorização nem sempre é apenas uma questão de “pensar positivo”.

É preciso compreender de onde vem essa dificuldade.

Aprenda a reconhecer suas qualidades

Quem tem dificuldade para se valorizar costuma perceber com facilidade aquilo que considera errado em si.

Um erro pode ocupar muito espaço na mente, enquanto várias coisas boas são vistas como obrigação ou como algo sem importância.

Uma forma de começar a mudar isso é prestar atenção às próprias qualidades.

Pergunte a si mesmo:

  • O que eu faço bem?
  • Quais características minhas ajudam outras pessoas?
  • Que dificuldades já consegui enfrentar?
  • O que as pessoas que gostam de mim costumam admirar em mim? 

Não é necessário criar uma lista de grandes feitos.

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Qualidades simples também fazem parte de quem você é.

Pare de transformar seus erros em uma definição sobre quem você é

Cometer um erro não significa ser uma pessoa fracassada.

Ter dificuldade em alguma área não significa ser incapaz.

Passar por uma rejeição não significa ser alguém sem valor.

É importante separar aquilo que você fez daquilo que você é.

Em vez de pensar:

“Eu sou um fracasso.”

Pode ser mais adequado pensar:

“Eu não consegui fazer isso como gostaria.”

Essa mudança parece pequena, mas pode transformar a forma como você conversa consigo mesmo.

Evite comparações constantes

A comparação pode enfraquecer a autovalorização quando você usa a vida de outra pessoa como medida para avaliar a sua.

Você pode comparar sua aparência, seu relacionamento, sua carreira, sua situação financeira ou até mesmo sua personalidade com alguém que está vivendo uma realidade completamente diferente.

Além disso, nas redes sociais, normalmente vemos apenas uma parte da vida das pessoas.

Comparar sua vida inteira com os melhores momentos que alguém escolheu mostrar pode criar uma percepção distorcida de si mesmo.

Sua trajetória não precisa ser igual à de outra pessoa para ter valor.

Aprenda a reconhecer seus limites

Autovalorização também aparece na capacidade de dizer “não”.

Quando uma pessoa acredita que precisa agradar o tempo todo, pode aceitar situações que causam desconforto apenas para evitar conflitos ou rejeição.

Dizer não quando algo ultrapassa seus limites não significa falta de consideração.

Significa reconhecer que suas necessidades também importam.

Isso pode ser difícil no começo, principalmente quando você está acostumado a colocar todo mundo à frente de si.

Mas estabelecer limites faz parte do respeito por si mesmo.

Não dependa apenas da aprovação dos outros

É natural gostar de receber elogios, reconhecimento e carinho.

O problema aparece quando a opinião dos outros se torna a principal medida do seu valor.

Nesse caso, uma crítica pode destruir sua confiança, enquanto um elogio pode trazer uma sensação breve de segurança.

A autovalorização se fortalece quando você começa a construir também uma avaliação própria.

Isso significa perguntar:

  • Eu gosto do que estou fazendo?
  • Essa escolha combina comigo?
  • Estou respeitando aquilo que considero importante?

A opinião dos outros pode ser considerada, mas não precisa determinar quem você é.

Valorize também aquilo que ninguém vê

Nem todas as conquistas são visíveis.

Talvez você tenha enfrentado um período difícil sem que as pessoas ao seu redor soubessem o quanto foi complicado.

Talvez tenha aprendido a lidar melhor com uma situação que antes parecia impossível.

Talvez tenha conseguido sair de um lugar que fazia mal a você.

Essas experiências também fazem parte da sua história.

Nem todo avanço precisa ser grande ou reconhecido para ser importante.

Autovalorização não significa ignorar suas caracteristicas menos favoraveis

Valorizar-se não significa acreditar que você não possui falhas.

Todos temos características que podemos melhorar.

A diferença está na maneira como lidamos com elas.

Uma pessoa pode reconhecer:

“Tenho dificuldade para me posicionar.”

sem transformar isso em:

“Eu sou fraco.”

A autovalorização permite reconhecer aquilo que precisa mudar sem transformar a própria identidade em um conjunto de defeitos.

Autovalorização e autoestima são a mesma coisa?

Embora estejam relacionadas, as duas ideias não são exatamente iguais.

A autoestima está ligada à forma como uma pessoa percebe e avalia a si mesma.

A autovalorização envolve, entre outras coisas, reconhecer o próprio valor, respeitar suas necessidades e tratar a si mesmo com consideração.

As duas podem se influenciar.

Quando você passa a reconhecer suas capacidades, respeitar seus limites e diminuir a necessidade de aprovação, pode também construir uma relação mais saudável consigo mesmo.

Como começar a desenvolver a autovalorização?

Não é necessário mudar tudo de uma vez.

Você pode começar observando a maneira como fala consigo mesmo.

Quando cometer um erro, perceba se imediatamente surge uma crítica.

Quando receber um elogio, observe se consegue aceitá-lo ou se sente necessidade de diminuí-lo.

Quando alguém discordar de você, perceba se isso faz você questionar todo o seu valor.

Esses pequenos momentos podem revelar muito sobre a forma como você se enxerga.

O objetivo não é passar a se elogiar o tempo todo.

É construir uma relação consigo mesmo que seja mais justa.

Quando a dificuldade de se valorizar causa sofrimento?

Em alguns casos, a dificuldade de reconhecer o próprio valor está ligada a experiências dolorosas, relações marcadas por rejeição, críticas ou desvalorização, além de padrões de pensamento que foram construídos ao longo da vida.

Quando isso acontece, pode ser difícil modificar essa percepção apenas com força de vontade. 


 

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Eu sou a 

Psicóloga em SP Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

 

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Abordagens utilizadas: 

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)   com   Acolhimento Humanizado  .

Modalidades de Atendimento

A Psicóloga Maristela oferece tratamentos psicológicos focados na singularidade de cada fase da vida:

 

Como a psicóloga pode ajudar nesse processo

 A psicoterapia pode ajudar a compreender esses  padrões emocionais identificar pensamentos que mantêm a desvalorização e construir uma relação mais saudável consigo mesmo e com os outros

Desenvolver a autovalorização não significa tornar-se uma pessoa que nunca duvida de si.

Significa aprender a não transformar cada dúvida, erro ou rejeição em uma prova de que você não tem valor.

Valorizar-se é reconhecer que você pode ter muito a melhorar e, ainda assim, continuar merecendo respeito, cuidado e consideração.

  • reconhecer habilidades e competências pessoais

  • respeitar os próprios limites

  • considerar as próprias necessidades emocionais

  • desenvolver uma percepção menos autocrítica e mais compreensiva sobre si mesmo

  • reconhecer aprendizados obtidos a partir das experiências vividas e buscar o bem-estar emocional.

Esse processo não significa ignorar dificuldades ou falhas, mas sim integrar diferentes aspectos da própria experiência, compreendendo que erros, desafios e conquistas fazem parte do desenvolvimento pessoal.

A Psicóloga sp conduz a sessão de terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada trajetória e o ritmo próprio de elaboração.


Somos aquilo que podemos ser

A psicologia humanista considera que "uma pessoa é aquela que consegue integrar em sua personalidade os diversos papéis sem grandes conflitos, respondendo ao ambiente adequadamente, sem comprometer sua essência" (Rafael, 2000). 
 
Em outras palavras você é o que faz, o que pensa, e o que sabe. Você é plural. Você é único. Existem pessoas parecidas com você, mas não idênticas. Siga em frente, adiante....caminhe em busca do verdadeiro EU.

RAFAEL, Maria da Graça Ferreira. Relação de ajuda e ação social: uma abordagem Rogeriana. CPIHTS - Centro Português de Investigação em História e Trabalho Social Disponível em: http:// www.cpihts.com. 2000



Conteúdo informativo desenvolvido pela 

Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.

Trata-se apenas de um convite à reflexãO

Se chegou aqui, possivelmente estada em busca de informações sobre: tratamento para ansiedade, depressão, estresse ou dificuldade de relacionamento, terapia de casal, terapia infantil, PSICOLOGA, PSICÓLOGO, psicoterapia, terapia online ou psicoterapia em São Paulo;  



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Psicologa Sp - Consultorio na Av. Paulista

Psicóloga sp
Maristela Vallim Botari
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"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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