Rejeição: Porque dói tanto ser rejeitado(a)?


REJEICAO, PSICOLOGA SP

Como Lidar com a Rejeição:

É muito frequente em atendimentos psicológicos surgir o tema da rejeição: ela tende a surgir quando as pessoas sentem-se excluídas de um grupo, evento, ou da participação da vida de alguém, seja de forma presencial e até mesmo online, quando percebem que não receberam um conteúdo que foi compartilhado com outras pessoas. 

Como sempre, este artigo não tem a pretensão de esgotar o tema, mas levantar uma reflexão sobre:

Índice

  1. Como podemos definir o sentimento de rejeição
  2. Como a rejeição pode ser percebida (objetiva ou subjetivamente)
  3. Quando você deve se importar e quando ignorar
  4. Quando procurar ajuda

1) Como podemos definir o sentimento de rejeição

De modo geral, os dicionários (Dicionário Aurélio, o Houaiss, o Michaelis e o Priberam) definem rejeição como o ato ou efeito de rejeitar, recusar, não aceitar ou não admitir algo ou alguém. 

No campo psicológico, a rejeição ultrapassa a ideia de simples recusa e passa a envolver uma experiência emocional de não pertencimento, desvalorização ou exclusão.

Para Sigmund Freud, as vivências emocionais da infância, especialmente aquelas relacionadas ao afeto e ao reconhecimento, marcam profundamente a forma como o indivíduo percebe perdas e recusas ao longo da vida. 

Já Carl Rogers, psicólogo humanista, enfatizava a importância da aceitação positiva incondicional. Quando essa aceitação não é percebida, pode surgir um sentimento de inadequação ou rejeição.

A rejeição, portanto, não é apenas um fato externo; ela envolve interpretações internas, histórias pessoais e necessidades emocionais de pertencimento e validação.

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2) Como a rejeição pode ser percebida (objetiva ou subjetivamente)

A rejeição pode ser objetiva quando há um fato concreto: não ser chamado para uma entrevista, não ser convidado para um evento específico, receber explicitamente um "não".

Por outro lado, ela pode ser subjetiva quando não há uma exclusão clara, mas a pessoa interpreta determinadas situações como rejeição. 

Por exemplo: ser a última pessoa a ser convidada para um evento, ser o último a saber de uma novidade importante, perceber que todos já estavam organizados antes de sua inclusão ou notar que determinadas decisões foram tomadas sem que você fosse consultado. 

Embora nem sempre haja a intenção explícita de excluir, a forma como a situação é vivenciada pode despertar sentimentos de desvalorização, não pertencimento ou inferioridade.

Nesses casos, entram em jogo filtros emocionais, inseguranças e experiências passadas. Muitas vezes, a dor não está apenas no evento, mas no significado atribuído a ele. A mente pode preencher lacunas com suposições que reforçam sentimentos antigos de não pertencimento.

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3) Quando você deve se importar e quando ignorar

Nem toda experiência de rejeição precisa ter o mesmo peso. É importante diferenciar eventos importantes de situações corriqueiras.

Merecem atenção: Eventos importantes, especialmente quando a exclusão tem sido frequente ou recorrente. 
Por exemplo: não ser chamado repetidamente para entrevistas de emprego, ser constantemente deixado de fora de grupos de trabalho acadêmico ou esportivo, ou perceber exclusão em eventos familiares significativos.

Merecem pouca ou nenhuma atenção — como não ser marcado em uma foto, não ser incluído em uma conversa ocasional ou não receber uma resposta imediata — podem não merecer grande investimento emocional. Aqui, o exercício é relativizar: será que isso realmente define meu valor? Se a resposta for um SIM, continue lendo.

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4) Quando procurar ajuda

 Entendo que pode ser frustrante ser excluído(a) ou rejeitado(a) em algumas situações. 

Infelizmente, essa experiência faz parte da vida — especialmente da vida moderna, mediada por tecnologias, onde nem sempre as pessoas conseguem compartilhar tudo com todos ou responder mensagens no tempo que consideramos ideal.

Sim, como foi dito anteriormente, a rejeição é um sentimento que pode ser considerado normal em muitos contextos. No entanto, quando pequenas rejeições passam a ocupar um espaço desproporcional na vida emocional, ou quando episódios repetidos de exclusão começam a se tornar frequentes, é importante estar atento.

A rejeição passa a exigir atenção emocional quando deixa de ser um sentimento pontual e se transforma em sofrimento persistente, passando a afetar a autoestima, os relacionamentos e a maneira como a pessoa se percebe no mundo. Nesses casos, buscar ajuda emocional pode ser um caminho para compreender o que está acontecendo e desenvolver recursos internos mais saudáveis.

Alguns sinais de alerta que devem ser considerados: estados recorrentes e prolongados de tristeza, ansiedade ou desesperança, isolamento e fobias sociais. 

Como lidar com a rejeição - Psicóloga SP 

Lembre-se que todos, em algum momento, experimentamos a dor de não sermos escolhidos. 

A diferença está em como elaboramos essa dor e transformamos a experiência em crescimento emocional.



Por: Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari CRP/SP 06-121677

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"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

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Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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