A rejeição ❖Psicóloga Sp, São Paulo, Vila Mariana.


A rejeição ❖Psicóloga Sp, São Paulo, Vila Mariana.

Preste atenção neste trecho:

Quando você me disse que não era nada
Daquilo que a gente sempre imaginou

Um vento frio soprou, uma janela bateu

Na noite escura da alma

Quando você me olhou daquele jeito

Que só você olhava

Um passarinho voou baixinho

Deixou prá trás tudo que acreditava

Quando as paredes e o teto cairam

Eu pensei que era o final

Mas era só o começo de um problema
Só um pesadelo normal*
 (Humberto Gessinger e Carlos Maltz - O castelo dos destinos Cruzados) *Grifo nosso


Nestas poucas palavras os autores da letra descrevem como se dá um rompimento amoroso e como se sente quem não esperava por isso. O trecho grifado revela o começo de uma situação dolorosa, causada pelo fim de um sonho acalentado, construído tijolo-a-tijolo, conforme está explitico na metáfora da parede (Quando as paredes e o teto caíram).

Mas quando as paredes e o teto da esperança caem, é o final do sonho, início do pesadelo.


É natural que neste momento as pessoas sintam-se desorientadas, por isso é comum também que usem vários artifícios para aliviar esta dor: uns arrumam outro par para fugir da solidão e evitar pensar naquele se foi; outros tentam de todas as maneiras possíveis resgatar esse amor perdido.

Tais técnicas nem sempre funcionam, afinal, quando não há correspondência afetiva, dificilmente será possível um retorno à situação anterior. Existem pessoas que esperam que as coisas se ajeitem à sua maneira, ou que o outro se ajuste para caber em seus sonhos, ou que o outro simplesmente volte.

A solidão

Pessoas existem que temem não ter alguém para amar por sentir uma solidão imensa ("um frio soprou"). Este sentimento de solidão pode (em alguns casos) relacionar-se com o fato de não ter mais aquela pessoa, tão querida, tão agradável ao seu lado. Aquele contato físico caloroso, aquele sorriso encantador se foi e isso abre uma brecha para a pergunta: "o que eu tenho de errado?" ou " porque ele(a) não me quer mais"?.

Este sentimento de culpa leva algumas pessoas a perderem noites de sono: enquanto outras mudam visual, emagrecem (ou engordam), mudam atividades, gostos apensa para tentar atrair novamente aquela pessoa que se foi. será que isso adianta?

Em alguns casos, sim, mas em outros, decididamente, não.

Não vou falar dos casos em que isso ajuda, porque o leitor deve conhecê-los melhor que eu. Pretendo falar dos casos onde essas mudanças são infrutíferas, aquilo que é mais doloroso.

 As pessoas mudam. E tais mudanças trazem consigo outros significados para suas vivências. E isso naturalmente quer dizer que em muitos casos, quando o outro foi embora, foi porque quis. Porque entendeu que era hora de mudar e buscar algo que fizesse sentido para ele. Ou seja, não está relacionado com o que fica.
 
Por isso, às vezes mudanças radicais não resolvem.


Mas que fazer neste caso?


 
Quando houver uma ruptura dolorosa, a primeira coisa a fazer é chorar. E chorar muito, dar vazão a sua dor, pois isso o fará cair na real. Vivenciar tais momentos é algo muito salutar no futuro.
 
Se tiver que fazer alguma mudança em si mesmo, faça.  Como eu disse acima, o outro ressignificou sua existência. Faça o mesmo, ressignifique sua vida a seu favor, procurando ser você mesmo.

Isto é importante, porque enquanto as relações afetivas duram, há uma confluência, como se os dois fossem um só. Quando vem a ruptura, parece que só há metade de um ser, já que o outro foi embora.... Isso é um erro, pois você só conseguirá amar de verdade se sentir pleno, e se conseguir enxergar que o outro é teu companheiro de viagem, não sua metade. Metade lembra incompletude. Se há incompletude, há falta, se há falta, é preciso descobrir (falta de que? Que me falta?)..

Por isso, pense muito sobre o sentido das relações afetivas. ("Será que estou com esta pessoa porque ela me completa? Me completa em que?")
 
Relacionamentos saudáveis são aqueles em que as pessoas se amam e são companheiras, mesmo que completamente diferente uma das outras..mas isso não tem fórmula não, cada caso é um caso..
 

Psicóloga Sp, São Paulo, Vila Mariana.

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Comentários

BORGES, FÁBIO disse…
Gostei desta reflexão. Na verdade, me identifico com este fato pois sou um dàqueles que perdeu e conseguiu o resgate da pessoa companheira. Cada palavra que expressas para definir as sensações de quem ficou só, me fez lembrar do que passei. Obrigado pela dica, acredito que é conveniente entender a pessoa ao nosso lado como companheira e não como a outra metade. Esta foi a primeira vez que percebi isto. Fiquei muito contente, até mais.

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