Na prática clínica, a interrupção de um processo terapêutico é pautada por critérios técnicos e éticos rigorosos. O termo "desistir" não se aplica à conduta profissional; em vez disso, utiliza-se o conceito de encaminhamento. Esse procedimento ocorre quando a Psicóloga identifica que a continuidade do atendimento pode não ser a alternativa mais benéfica para o desenvolvimento da saúde mental do indivíduo.
Existem fundamentos específicos, previstos pelo Conselho Regional de Psicologia, que orientam essa decisão. A Psicóloga pode sugerir o encaminhamento quando reconhece que o caso demanda conhecimentos técnicos além de sua especialidade, ou quando há sobreposição de vínculos que comprometa a neutralidade necessária.
Diretrizes de Atuação
As possibilidades de encaminhamento visam garantir a integridade do processo:
- Reconhecimento de limites técnicos e teóricos para casos complexos;
- Preservação do profissionalismo em situações onde os vínculos se tornam duais;
- Orientação em casos de Terapia de Casal ou individual que exijam abordagens complementares;
- Garantia de segurança em contextos de agressão ou desrespeito ético.
O Psicóloga Maristela Vallim Botari atua em conformidade com o Código de Ética, assegurando que o suporte, seja por meio de Psicóloga Online ou presencial, priorize a transparência e a eficácia clínica.