Você já duvidou da sua própria capacidade?

Enfrentar desafios sem se perder de si mesmo

Enfrentar desafios sem se perder de si mesmo

 

Quantas vezes você já duvidou da sua própria capacidade de lidar com algo, antes mesmo de tentar? 

É comum subestimarmos nossos recursos internos e evitarmos situações que, na verdade, poderíamos atravessar — não porque não tenhamos força, mas porque certos pensamentos automáticos nos convencem do contrário. 

Olhar para essas dúvidas com curiosidade, em vez de obedecer a elas automaticamente, é um dos primeiros passos de qualquer processo de psicoterapia.

O que realmente nos paralisa

Não é o desafio em si que costuma nos travar, mas a história que contamos sobre ele. 

Muitas vezes tratamos nossas dificuldades como inimigas a serem combatidas — e isso pode até gerar um pico de energia momentâneo, mas raramente produz uma mudança duradoura. 

Um caminho mais sustentável costuma passar por entender de onde vêm essas reações: quais padrões emocionais se repetem, em que momentos da vida eles se formaram e o que ainda tentam nos proteger.

De onde vem uma força que dura

Existe uma diferença entre a força que nasce da urgência — aquela que aparece quando nos sentimos ameaçados e desaparece assim que o perigo passa — e uma força mais estável, construída aos poucos, a partir do autoconhecimento. 

Essa segunda vem de revisar as crenças centrais que sustentam a forma como enxergamos nossos próprios limites. Frequentemente, o que nos falta não é capacidade, mas permissão interna para reconhecer o que já somos capazes de fazer.

O lugar da complacência

Evitar um desafio não é fraqueza — às vezes é um sinal de que ainda não encontramos segurança suficiente para enfrentá-lo. 

Em vez de julgar essa hesitação, vale a pena perguntar o que ela está tentando comunicar. 

Esse tipo de escuta interna, feita sem pressa e sem autocrítica, costuma abrir espaço para um posicionamento pessoal mais firme — não por reação, mas por convicção.

Reconhecer o que está fora do seu controle

Boa parte do sofrimento vem de tentar controlar aquilo que não depende de nós — a opinião alheia, o ritmo dos outros, o resultado final. 

Aceitar essa fronteira não é resignação; é o que permite direcionar energia para o que de fato está ao nosso alcance: nossas escolhas, nossas reações, o cuidado com o próprio bem-estar emocional.

Um exercício simples

Escolha um desafio que você tem evitado. 

Em vez de tentar resolvê-lo por inteiro, escreva uma frase descrevendo o que exatamente o incomoda nele. 

Depois, pergunte-se: essa reação é sobre o desafio em si, ou sobre uma história antiga que ele reativa? 

Muitas vezes, essa pergunta já é o início do movimento.

O amadurecimento dessas competências pode ocorrer ao longo da vida, muitas vezes através de um processo de Autoconhecimento.  

Se identificar esses padrões sozinho parece difícil, uma consulta psicológica pode ajudar a organizar esse processo com mais clareza.


Psicóloga Maristela em SP - CRPSP 06/121677


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Maristela Vallim Botari
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"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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