O passivo agressivo

 

Quem é o passivo-agressivo

O comportamento passivo-agressivo combina atitudes aparentemente passivas com manifestações indiretas de hostilidade ou insatisfação. Em vez de expressar diretamente raiva, frustração ou discordância, a pessoa recorre a formas sutis de resistência ou oposição.

Em alguns casos, esse padrão se manifesta em atitudes que, à primeira vista, parecem gentis ou colaborativas, mas que, na prática, geram desconforto, insegurança ou dificuldade na relação.

O livro Living with the Passive-Aggressive Man descreve comportamentos frequentemente associados a esse padrão, entre eles:

  • ambiguidade que gera insegurança;
  • atrasos ou esquecimentos recorrentes;
  • resistência indireta a responsabilidades;
  • procrastinação;
  • inversão de culpa;
  • postura frequente de vitimização;
  • confusão nas interações e nas decisões.

Essas atitudes costumam criar a dinâmica conhecida popularmente como "morde e assopra", em que sinais de proximidade ou gentileza se alternam com comportamentos que causam frustração ou tensão.


Como podem agir

Em alguns contextos, pessoas com esse padrão podem, num primeiro momento, parecer muito cordiais e acessíveis. Com o tempo, no entanto, surgem comportamentos que geram dúvida ou desconforto nas interações.

Entre os exemplos mais descritos estão:

  • demora constante para responder mensagens ou tomar decisões;
  • confirmação de compromissos apenas em cima da hora;
  • dificuldade em assumir responsabilidade por erros;
  • justificativas que deslocam a responsabilidade para outras pessoas ou circunstâncias;
  • críticas indiretas ou comentários sarcásticos;
  • afirmações de que o outro é "sensível demais" após uma crítica;
  • postura defensiva quando questionado;
  • tendência a se apresentar como vítima em situações de conflito;
  • procrastinação acompanhada de diversas justificativas.

Essas dinâmicas costumam gerar sensação de confusão, frustração ou ambiguidade na convivência.

Referências

WEZTLER, Scott. Living with the Passive-Aggressive Man: Coping with hidden aggression — from the bedroom to the boardroom [e-book]. New York: Touchstone, 1993.

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Maristela Vallim Botari
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"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

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Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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