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◀Perturbação de stresse pós-traumático



Transtorno de estresse pós-traumático

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Perturbação de stresse pós-traumático
Projeto de arteterapia de uma pessoa com perturbação de stresse pós traumático
EspecialidadePsiquiatriapsicologia clínica
SintomasPensamentos, sentimentos ou sonhos perturbadores relacionados com o evento traumático; stresse físico ou psicológico perante indícios do trauma; esforço para evitar situações relacionadas com o trauma; aumento da reação de lutar ou fugir[1]
ComplicaçõesSuicídio[2]
Duração> 1 mês[1]
CausasExposição a um evento traumático[1]
Método de diagnósticoBaseado nos sintomas[2]
TratamentoAconselhamento psiquiátrico, medicação[3]
MedicaçãoInibidor seletivo de recaptação de serotonina[4]
Frequência8,7% (risco vitalício); 3,5% (risco a 12 meses) (EUA)[5]
Classificação e recursos externos
CID-10F43.1
CID-9309.81
DiseasesDB33846
MedlinePlus000925
eMedicinemed/1900
MeSHD013313
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Perturbação de stresse pós-traumático (PSPT) (pt) ou transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) (pt-BR) é uma perturbação mental que se pode desenvolver em resposta à exposição a um evento traumático, como agressão sexualguerraacidente de viação ou outro tipo de ameaças à vida da pessoa.[1] Os sintomas mais comuns são pensamentos, sentimentos ou sonhos perturbadores relacionados com o evento traumático, stresse físico ou psicológico perante a exposição a indícios ou recordações do trauma, esforço para evitar situações que recordem o trauma, alterações na forma de pensar e sentir e aumento da reação de lutar ou fugir.[1][3] Estes sintomas devem estar presentes durante mais de um mês após o evento traumático.[1] A probabilidade de uma criança mostrar sintomas de stresse é menor, podendo expressar as suas memórias ao brincar.[1] A pessoa com PSPT apresenta um risco acrescido de cometer suicídio e automutilação intencional.[2][6]
A maior parte das pessoas que é exposta a um evento traumático não desenvolve PSPT.[2] A probabilidade de vir a desenvolver a condição é maior em pessoas que vivenciam traumas interpessoais, como por exemplo violação ou abuso infantil, em comparação com as pessoas que vivenciam traumas sem agressão, como acidentes de viação e desastres naturais.[7] Cerca de metade das vítimas de violação desenvolvem PSPT.[2] A probabilidade das crianças desenvolverem a condição na sequência de um trauma é menor que a dos adultos, sobretudo em idade inferior a dez anos.[8] O diagnóstico baseia-se na presença de sintomas específicos na sequência de um evento traumático.[2]
É possível prevenir o aparecimento da condição mediante terapia comportamental em pessoas que manifestam sintomas iniciais, embora não seja eficaz quando realizada em todas as pessoas expostas ao trauma.[2] O tratamento de pessoas com PSPT é feito com aconselhamento psiquiátrico e medicação.[3] Existem diversos tipos de terapia com efeito positivo.[9] A terapia pode ser individual ou em grupo.[3] A medicação de primeira linha no tratamento de PSPT são antidepressivos do grupo dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina, os quais demonstram ser eficazes em cerca de metade das pessoas.[4] No entanto, os benefícios da medicação são inferiores aos da terapia.[2] Não é ainda claro se a associação de medicação e terapia apresenta maiores benefícios.[2][10] O uso de outros medicamentos não é apoiado por evidências suficientes e, no caso das benzodiazepinas, pode até agravar o prognóstico.[11][12]
Na maior parte dos países, em dado ano a condição afeta entre 0,5% e 1% dos adultos.[1] A incidência é maior em zonas de conflito armado.[2] A condição é mais comum entre mulheres.[3] Os sintomas de perturbações mentais associadas a eventos traumáticos têm sido documentados desde pelo menos a Antiguidade Grega.[13] O estudo da condição intensificou-se durante as duas guerras mundiais, sendo então conhecido por vários termos, como "neurose de combate".[14] O termo "perturbação de stresse pós-traumático" começou a ser usado na década de 1970 para descrever o diagnóstico de veteranos norte-americanos da Guerra do Vietname.[15] A Associação Americana de Psiquiatria reconheceu o termo em 1980 durante a publicação da terceira versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III).[16]

Sinais e sintomas[editar | editar código-fonte]

Transtorno de estresse pós-traumático
Ter forte apoio social e fazer tratar cedo previnem esse transtorno.[17]
Os sintomas que caracterizam o TEPT são[18][19]:
Os sintomas podem manifestar-se em qualquer faixa de idade e levar meses ou anos para aparecer. Eles costumam ser agrupados em três categorias:
a) Reexperiência traumática: pensamentos recorrentes e intrusivos que remetem à lembrança do trauma, flashbacks, pesadelos;
b) Esquiva e isolamento social: a pessoa foge de situações, contatos e atividades que possam reavivar as lembranças dolorosas do trauma;
c) Hiperexcitabilidade psíquica e psicomotora: taquicardia, sudorese, tonturas, dor de cabeça, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, irritabilidade, hipervigilância.
É comum o paciente desenvolver comorbidades associadas ao T
fonte:




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