12/09/2018

Abra-se ao amor sem medo de ser feliz

Abra-se ao amor sem medo de ser feliz

Psicologa saude bradesco


Tenho observado que muitas pessoas estão enfrentando dificuldades em estabelecer relacionamentos afetivos. Um dos motivos apontados é o medo de sofrer decepções.


Concordo que seja um risco. O sofrimento oriundo de uma desilusão amorosa é grande e de difícil elaboração, levando algumas pessoas a desenvolverem quadros de ansiedade e depressão. 



Na vida, não temos garantias de nada. A roda gira e as coisas mudam sem que possamos fazer algo para reverter. No entanto, deixar de vivenciar os benefícios de uma relação afetiva pode ser igualmente nocivo.



Porque não se arriscar?



Por medo de sofrer? ok. Mas existem garantias de que o seu próximo relacionamento será doloroso? Será que a sua forma de encarar as vivências não está contaminada pelo pessimismo inútil?



Considere que a probabilidade de fracasso é a mesma de sucesso, e que o sucesso depende também de você. Cabe a você acreditar que pode dar certo e fazer a roda girar positivamente.



Quando conhecer alguém que lhe desperte interesse, tente se aproximar de forma otimista. Se perceber que o interesse é mútuo, dê espaço para que o outro entre na sua vida de forma lenta e gradual, para estabelecer um vínculo de confiança. Deste modo, a possibilidade de sofrer no futuro é menor.


As pessoas que vivenciam relacionamentos prósperos também já passaram por muitas dificuldades e certamente aprenderam a lidar com elas. Nenhum relacionamento é perfeito como nos contos de fadas ou filmes. Na vida real, as coisas ocorrem de forma menos fantasiosa. 


Seu parceiro afetivo certamente não será perfeito o tempo todo. Cometerá erros, esquecerá coisas importantes, terá momentos de estresse, que parecerão momentos de desamor. E você fará coisas semelhantes. Ou piores.



Mas é assim que crescemos afetivamente. Aprendendo a dar e receber amor, compreendendo que cada pessoa é única, e que o outro é um ser totalmente diferente de você, embora, no primeiro momento pareça igual, mas esta igualdade se desfaz diante das demandas da vida.


O medo de sofrer desilusões possivelmente tem relação com a vaidade e com o orgulho. Quando reduzimos estes sentimentos ficamos mais corajosos e ganhamos força para enfrentar qualquer situação de cabeça erguida.


Vá! 
Sem medo!
Ou com medo mesmo!
Se der errado, certamente aprenderá novas formas de manejar os relacionamentos.






























































*Psicologa Bradesco que Atende em São Paulo*


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