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Por que optei pela Terapia Cognitivo Comportamental -TCC

Por que optei pela Terapia Cognitivo Comportamental -TCC


Meu nome é J., tenho 30 anos, e, passei por diversos momentos ruins na vida.
Já perdi emprego, terminei relacionamentos, sofri injustiças, etc.
Também cometi muitos erros, fui injusto com muitas pessoas que não mereciam.

Por que optei pela Terapia Cognitivo Comportamental -TCC



Houve um tempo em que cada novo dia parecia um desafio intransponível. 

Não conseguia dormir direito e quando conseguia acordava com o coração acelerado, uma sensação sufocante de incerteza pairando sobre mim. 

Ansiedade se tornou minha companheira constante, moldando meus pensamentos e distorcendo a maneira como eu via o mundo ao meu redor.


Cada situação cotidiana se transformava em um campo minado de preocupações. 
As pequenas decisões do dia a dia eram ampliadas, e eu me sentia paralisado pelo medo do desconhecido. 
O peso das expectativas, reais ou imaginárias, parecia esmagador.


Os pensamentos distorcidos se entranharam na minha mente, distorcendo a realidade de maneiras que eu mal conseguia compreender. 

Uma simples conversa podia se tornar uma análise interminável de tudo o que poderia dar errado. 
A voz crítica interior se tornou estridente, ecoando constantemente cada falha percebida, por menor que fosse.


Foi quando percebi que não podia mais viver assim. Ia enlouquecer!

Decidi buscar ajuda e foi aí que a Terapia Cognitivo Comportmental entrou em minha vida. 

Aquela abordagem me ensinou a desafiar meus pensamentos distorcidos, a questionar suas raízes e validade.


A terapia me proporcionou muitos Benefícios, dentre eles, ferramentas para identificar e enfrentar meus medos, substituindo padrões negativos por pensamentos mais realistas e construtivos. 

Aos poucos, comecei a perceber mudanças significativas na maneira como eu encarava as situações.


Aprendi a me dar o benefício da dúvida, a entender que o fracasso não era o fim do mundo, mas uma oportunidade de aprender e crescer. 
A ansiedade, embora ainda presente em alguns momentos, não mais ditava minha vida.


Cada sessão de terapia era como um farol, iluminando um caminho antes obscuro. Não foi um processo fácil, exigiu tempo, dedicação e muita autorreflexão. 

Mas, aos poucos, os medos começaram a perder sua força, e eu recuperei um senso renovado de controle sobre minha própria mente.


Hoje, olho para trás e vejo como a decisão de optar pelor uma Psicóloga da  Terapia Cognitivo Comportamental foi um ponto de virada crucial. 

A jornada para lidar com a ansiedade e os pensamentos distorcidos foi desafiadora, mas a sensação de liberdade que sinto agora é imensurável. 

Encontrei uma nova forma de viver, com mais clareza mental e paz interior. E isso, para mim, é uma vitória que vale mais que qualquer coisa.


11 tipos de pensamentos distorcidos
11 tipos de pensamentos distorcidos




Eu costumava viver num mundo moldado por lentes distorcidas. 

Tudo para mim era uma montanha-russa de pensamentos extremos, sem meio-termo. 

Era como se minha mente tivesse uma playlist de pensamentos negativos, e eu a deixasse tocar sem questionar.


Catastrofização: Antecipação do pior cenário possível em uma situação, exagerando as consequências negativas.


Certa vez, perdi uma oportunidade de emprego e entrei em um ciclo incessante de catastrofização.

Catastrofização: Antecipação do pior cenário possível em uma situação, exagerando as consequências negativas.
Imaginava um futuro sombrio, convencido de que aquela única falha definiria minha vida inteira. 

Era como se o cenário do pior caso possível estivesse constantemente projetado na minha mente, exagerando as consequências negativas de cada falha.

O pensamento tudo-ou-nada era uma armadilha recorrente. Se algo não saía perfeito, eu automaticamente o classificava como um desastre total. Era difícil enxergar nuances ou possibilidades intermediárias. Por exemplo, se cometesse um pequeno erro no trabalho, logo me via como um fracasso completo, sem considerar as vezes em que eu havia acertado.

Minha mente era uma especialista em filtragem. Eu conseguia focar apenas nos aspectos negativos de qualquer situação. Se alguém elogiasse meu trabalho, eu descartava como se fosse um gesto vazio, enquanto um único comentário crítico me assombrava por dias.

A leitura mental também era uma prática comum. Eu sempre acreditava que os outros estavam pensando o pior sobre mim, sem nenhuma evidência real para apoiar essa crença. Se alguém não respondesse a uma mensagem imediatamente, eu assumia que tinha feito algo para irritá-los, sem considerar outras possíveis razões.

Rotular era meu passatempo. Não só eu me punia com rótulos negativos, mas também rotulava as pessoas ao meu redor. Um erro cometido por alguém automaticamente os transformava em "incompetentes" em minha mente, sem levar em conta a complexidade das situações.

Toda essa visão de túnel me deixava perdido. Eu me concentrava obsessivamente em um único detalhe, ignorando completamente o quadro geral. Isso me impedia de ver soluções ou alternativas viáveis.

Mas então, algo mudou. Percebi que viver assim não era viver de verdade. Foi quando decidi buscar ajuda. A terapia me abriu os olhos para esses padrões de pensamento e me ensinou a desafiar essas distorções.

Aos poucos, aprendi a questionar meus pensamentos e a encontrar um equilíbrio. Comecei a reconhecer os aspectos positivos nas situações, a considerar diferentes perspectivas e a não me prender a rótulos simplistas.

A jornada foi desafiadora, mas valiosa. Ainda estou trabalhando nisso, mas agora tenho as ferramentas para enfrentar esses pensamentos distorcidos. Enxergo o mundo com mais clareza, sabendo que nem tudo é preto e branco, e que há espaço para nuances e crescimento."








Pensamento tudo-ou-nada: Enxergar as coisas como preto ou branco, sem considerar nuances ou possibilidades intermediárias.


Filtragem: Focar exclusivamente nos aspectos negativos de uma situação, ignorando os positivos.


Leitura mental: Acreditar que se sabe o que os outros estão pensando e assumir que é sempre negativo.


Generalização excessiva: Tirar conclusões amplas e negativas baseadas em um único evento ou experiência.


Rotulação: Colocar rótulos negativos em si mesmo ou nos outros, sem considerar a complexidade das pessoas ou situações.


Personalização: Culpar-se excessivamente por eventos externos fora do seu controle, assumindo responsabilidade por coisas que não são sua culpa.


Visão de túnel: Concentrar-se apenas em um aspecto específico de uma situação, ignorando o quadro geral.


Descarte do positivo: Desconsiderar ou minimizar experiências positivas, desqualificando conquistas ou elogios.


Deveria: Usar muitas "deverias" e "precisos", impondo expectativas rígidas e irreais sobre si mesmo ou sobre os outros.


Exagero ou minimização: Ampliar a importância de eventos negativos (exagero) ou reduzir a importância dos positivos (minimização) de maneira não realista.


Reconhecer esses padrões de pensamento é o primeiro passo para desafiá-los e substituí-los por pensamentos mais realistas e equilibrados. 

A Terapia Cognitivo Comportamental geralmente se concentra em identificar e corrigir esses tipos de pensamentos distorcidos para promover uma visão mais precisa e saudável das situações.

Quando optei pela Terapia Cognitivo Comportamental


Tudo isso isso me tomava muito tempo de vida, precioso. 

Chegou num ponto que eu estava procastinando demais, e, embora com muita resistência ao psicólogo, resolvi procurar, confesso que estava cetico, pois sempre tive muito Preconceito contra psicólogo e nunca entendi Como a Psicóloga pode ajudar apenas conversando e acolhendo....

Na minha jornada pelos Pensamentos disfuncionais, eu imaginava que nem mesmo Os melhores psicólogos do mundo poderiam me ajudar.

Acreditava ser um caso perdido.

O desespero era imenso!

No entanto, o ponto crucial chegou quando percebi que a ansiedade, os pensamentos distorcidos e a procrastinação estavam afetando significativamente minha vida, consumindo um tempo precioso e impedindo-me de viver plenamente.


A decisão de superar o preconceito e procurar terapia foi corajosa. 

Muitas vezes, a ideia de compartilhar questões pessoais com um estranho pode parecer desconfortável, mas é um passo fundamental em direção à recuperação e ao crescimento pessoal.

A 1º Sessão de Terapia Cognitivo Comportamental



Ao entrar no Consultório Psicóloga SP, talvez tenha se sentido inseguro ou duvidoso sobre como seria essa experiência. 

A confiança e Empatia é algo que se constrói gradualmente, e é normal levar um tempo para se sentir à vontade e aberto para explorar os desafios emocionais.


Provavelmente, o processo de terapia envolveu descobrir as origens dos pensamentos distorcidos, identificar padrões de comportamento e, aos poucos, aprender estratégias para enfrentar a procrastinação e lidar com a ansiedade. 

Foi um caminho desafiador, mas também revelador.



Ao longo do tempo, pode ter percebido mudanças sutis: uma nova perspectiva surgindo, uma compreensão mais profunda de si mesmo e das suas reações aos acontecimentos. 

À medida que as sessões avançavam, talvez tenha experimentado um alívio gradual, uma sensação de controle retornando à sua vida.


Esse processo pode ter aberto portas para uma compreensão mais ampla sobre suas próprias emoções e comportamentos. 

A resistência inicial deu lugar a um espaço de confiança, onde a terapia se tornou um meio para explorar, crescer e aprender a lidar de maneira mais eficaz com os desafios da vida.


Buscar ajuda profissional é um ato de coragem e autocompaixão. 

Superar os preconceitos e as barreiras iniciais foi um passo importante para recuperar o controle sobre seu tempo, sua saúde mental e sua vida como um todo. 

E esse processo pode ter sido a chave para uma jornada de autocuidado e autodescoberta contínua.








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