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A interferência externa no atendimento psicológico.

Quando um paciente começa a Psicoterapia, é muito comum que o Psicólogo pergunte se seus familiares e/ou pessoas próximas estão sabendo sobre o início do processo psicoterapêutico.




A interferência de terceiros no atendimento psicológico


A interferência de familiares no atendimento psicológico pode ter diferentes impactos no processo terapêutico. 

Em alguns casos, a presença e o envolvimento da família podem ser positivos e benéficos para o paciente, pois podem oferecer suporte emocional e prático durante o tratamento.

No entanto, em outros casos, a presença ou a influência excessiva de familiares pode prejudicar o andamento da terapia. 

Por exemplo, se um familiar tenta controlar o processo terapêutico, pode interferir na relação de confiança entre o paciente e o terapeuta, o que pode afetar negativamente a eficácia do tratamento.

Além disso, a presença de um familiar pode inibir o paciente de compartilhar informações pessoais ou íntimas com o terapeuta, por medo de julgamento ou retaliação por parte do familiar. 

Isso pode limitar o progresso terapêutico e impedir que o paciente receba a ajuda de que precisa.

Por essas razões, é importante que o psicólogo estabeleça limites claros e saiba como lidar com a presença ou a influência de familiares durante o atendimento. 

O terapeuta também pode trabalhar com o paciente para ajudá-lo a desenvolver estratégias para lidar com a interferência da família em sua vida, caso seja necessário.


A interferência das pessoas próximas pode ser prejudicial

Em alguns casos, como mencionado anteriormente. 

Por exemplo, se um familiar tenta controlar o processo terapêutico, pode interferir na relação de confiança entre o paciente e o terapeuta, o que pode afetar negativamente a eficácia do tratamento.

Além disso, se um familiar não está aberto a entender a importância do tratamento psicológico e não apoia o paciente nesse processo, pode levar a sentimentos de culpa ou isolamento por parte do paciente, o que pode afetar negativamente a sua saúde mental e bem-estar.

Por isso, é importante que o terapeuta esteja ciente desses possíveis impactos e esteja preparado para lidar com a interferência das pessoas próximas, caso isso aconteça durante o processo terapêutico. 

O terapeuta pode trabalhar com o paciente para ajudá-lo a desenvolver estratégias para lidar com a interferência da família em sua vida, caso seja necessário.

Especialmente quando tais pessoas sejam próximas fisicamente, mas distante emocionalmente.

Existem casos em que o paciente inicia seus atendimentos e começa a mudar seu comportamento, criando coragem para dizer "Não" para situações abusivas. 

Isto as vezes causa estranhamento nas pessoas próximas, uma vez que, aquela pessoa que sempre foi "tão quietinha", agora está ficando mais combativa.

Este paciente geralmente tem um perfil de pessoa retraída, que passou boa parte da vida assumindo culpas que não são suas, sendo rejeitado(a) por seu jeito diferente de ser.

Quando busca terapia, já nas primeiras sessões sente um acréscimo de amor por si mesmo, aquele amor que as pessoas próximas negaram a ele(ela). Então, passa a emitir uma aura de confiança e exigir respeito.

Isto pode as vezes incomodar as pessoas que estavam acostumadas a lidar com o paciente como era no passado, e certamente não vão aceitar bem as mudanças, pois isto implica em adaptações incômodas por vezes.

Neste momento, é muito comum que estas pessoas procurem o Psicólogo para "falar sobre o paciente e entender o que está acontecendo".


O Sigilo do Psicólogo

O sigilo profissional é um dos princípios fundamentais da ética na prática da psicologia e está previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo. 

Isso significa que o psicólogo não pode divulgar informações sobre o paciente a terceiros sem o consentimento prévio e expresso do próprio paciente.


Isso inclui informações sobre o diagnóstico, o tratamento, o conteúdo das sessões e quaisquer outras informações confidenciais que possam ter sido compartilhadas durante o processo terapêutico.


Portanto, mesmo que uma pessoa próxima, como um familiar ou amigo, tente interferir na terapia de um paciente, o psicólogo não pode compartilhar informações sobre o paciente com essa pessoa sem o consentimento do próprio paciente.


O sigilo profissional é uma parte importante da relação de confiança entre o paciente e o terapeuta, e é essencial para garantir a privacidade e a segurança do paciente. 

O psicólogo deve sempre respeitar esse princípio ético e garantir a confidencialidade das informações compartilhadas durante a terapia.


Os Bem intencionados:


A Maioria das pessoas que me procura para "falar sobre o paciente em tratamento" está bem intencionada. Realmente demonstra uma preocupação sincera com o bem estar do paciente e um desejo sincero e amoroso de ajudar mesmo. 

Mesmo assim, eu costumo propor um acordo: peço a esta pessoa que fale diretamente com meu paciente sobre o seu caso, e se ele (o paciente) concordar, podemos sim, aceitar a participação desta pessoa próxima bem intencionada nos atendimentos, sem prejuizo pra ninguém, e sem comprometer a Ética Profissional.

Os Casos especiais.

São aqueles pacientes que estão com algum comprometimento cognitivo-emocional muito acentuado, e não conseguem expor sua demanda de forma clara.

Neste caso, as pessoas próximas além de bem vindas são fundamentais.
Nos casos especiais, a questão do sigilo ainda é relevante, mas prevalece o bem estar do paciente.

Conclusão

Portanto, se você quer participar da Psicoterapia de alguma pessoa próxima, deve pedir autorização a ele(ela) e nunca procurar um Psicólogo diretamente, o que pode causar uma situação muito constrangedora para você.

Se você tem dúvidas sobre a conduta do Psicólogo, é de bom tom conversar com o paciente, e pedir que ele te inclua na sessão, onde você poderá fazer as perguntas que achar necessárias, e o Psicólogo, poderá responder sem nenhum constrangimento sobre como trabalho, e o que esperar do processo psicoterápico.

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