Como lidar com Dificuldade de Relacionamento

Dificuldade de Relacionamento: Por que interagir pode ser um desafio?

Por que algumas pessoas apresentam mais dificuldade em se relacionar que as outras? Aquilo que para alguns é tão natural, para outras é um problema de grandes proporções.

O tema não é fácil e abre diversas possibilidades de entendimento. A proposta aqui não é esgotar o assunto, mas ao contrário, buscar novas formas de entendimento. Alguns indivíduos preferem abster-se do convívio social, isolando-se ou buscando apenas relacionamento na internet, onde não precisam se expor com totalidade, podendo "deletar os indesejáveis" quando bem entender.

1. Dificuldades de relacionamentos amorosos

Se um indivíduo apresenta dificuldades no momento de estabelecer contato ou aproximações, mas não em outros contextos, pode significar apenas uma forma leve de timidez. Entretanto, se esta limitação impossibilita vivenciar situações gratificantes, é importante verificar quais são os aspectos da história do indivíduo que determinaram este comportamento de esquiva.

O conceito que um indivíduo tímido faz em relação a si mesmo geralmente é negativo-catastrófico, o que gera sentimento de rejeição e baixa autoestima. É comum ouvi-lo dizer: “Não tenho assunto”; “Sou feio(a)”; “Não sou inteligente”; “Sou rejeitado”. Sua visão de mundo é catastrófica: acredita que as coisas boas só acontecem aos outros, menos com ele.

Não funciona muito exigir que se “solte mais”. Ele sabe disso melhor que qualquer um. Apenas não sabe exatamente como fazer isso. Alguns indivíduos se queixam da dificuldade em encontrar o “par perfeito”, e nesta busca enveredam por mil caminhos diferentes. Não é uma busca fácil, porque a dificuldade não reside na busca especificamente, mas no ajustar-se ao outro.

Abreu (2005) informa que a vinculação entre casais apresenta semelhanças com a vinculação infantil: o adulto tende a procurar seu parceiro nos momentos de ansiedade; a imagem do cônjuge é associada a conforto e segurança; e a separação gera ansiedade. Levine e Heller (2013) apontam dois tipos de apego:

  • Ansiosos: Exigem atenção e demonstração de afeto constante para confirmação do amor.
  • Evitativos: Garantem sua independência a qualquer custo e temem ter sua individualidade comprometida.

2. Dificuldades de Habilidades Sociais

São aquelas dificuldades que surgem quando o indivíduo não consegue, por exemplo, trabalhar em grupo, mas consegue se reunir com o mesmo grupo para uma comemoração. Isto pode estar relacionado ao perfeccionismo, falta de confiança básica no outro, medo de parecer ridículo ou vergonha. Não é considerado um problema emocional propriamente dito, mas sim falta de desenvolvimento de habilidades sociais.

3. Dificuldades familiares

Alguns indivíduos se relacionam muito bem com amigos e estranhos, mas apresentam dificuldades com os familiares. Isto pode ocorrer em função dos diferentes interesses e limitações que o contexto familiar impõe. Aqui não há alternativa: todos devem se ajustar às diferentes demandas, respeitando os limites do outro.

4. Dificuldades gerais

Em alguns casos, a história de vida aponta para ocorrências limitadoras na infância, levando o indivíduo a se sentir "inferior" ou "superior". Para modificar este quadro, é importante ressignificar a autoimagem, desfazer ideias cristalizadas e deixar de lado o medo da rejeição.

5. Variáveis sócio-históricas

O momento histórico atual nos ensina a temer e desconfiar: o outro é visto como concorrente ou ameaça. Vamos formando "classes" de pessoas com interesses parecidos, e a dificuldade surge justamente quando precisamos nos relacionar com o diferente.

Orientações Finais

1º Compreender o que é um relacionamento: vias de mão dupla que exigem disposição para adaptação.
2º Romper as barreiras: verifique se não é você que está rejeitando o mundo por medo ou ideias cristalizadas.

Se o relacionamento for gratificante, convém buscar apoio terapêutico para mediar os conflitos e ajustar as necessidades.


Conteúdo informativo desenvolvido pela 

Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.

Trata-se apenas de um convite à reflexão

 Como a psicóloga pode ajudar nesse processo

Na psicoterapia, o trabalho é organizado de modo a possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do indivíduo, afetando relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional. Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.

São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados dentro do enquadre clínico, assim como questões relacionadas a posicionamento pessoal e clareza interna.

A Psicóloga sp conduz a sessão de terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada trajetória e o ritmo próprio de elaboração.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com Acolhimento Humanizado

Avenida Paulista, 2001 - São Paulo/SP | Atendimento Online e Presencial.

Considero como relevantes para a compreensão da pessoa, seus aspectos sociais, culturais e históricos, elementos que compõe a totalidade de um indivíduo.  

Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra cabeça da vida, juntando peças, que aparentemente não fazem sentido separadamente.


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Psicoterapia na Avenida Paulista, Bela Vista, SP

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Maristela Vallim Botari
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"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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