A Necessidade Psicológica de férias:
Durante este período, seja você mesmo
Se não for possível viajar, permita-se viajar de outras formas. Use a imaginação, mude a rotina, faça aquilo que normalmente fica para depois.
Visite uma pessoa querida, tome seu sorvete preferido, assista aos seus filmes e séries favoritos, ouça músicas que te fazem bem. Vá a um show, a uma exposição, caminhe ao ar livre, leia um bom livro. Brinque com seus filhos, passeie com o cachorro, converse com seus pais ou avós. Olhe para o céu, desacelere. Faça coisas leves.
Se puder viajar, aproveite de verdade. Planeje, mas também se permita viver o inesperado. Tire fotos, colecione histórias — inclusive aquelas situações engraçadas que, depois, viram boas lembranças. Experimente novos sabores, observe as pessoas, conheça lugares diferentes. E, acima de tudo, relaxe.
O ritmo que nos afasta de nós mesmos
Vivemos em um ritmo acelerado. Trabalhamos, estudamos, produzimos — sempre com a sensação de que falta tempo. Muitas vezes, até uma pausa simples, como tomar um café com tranquilidade, parece difícil.
Os dias passam cheios de atividades, compromissos e responsabilidades. E, embora pareçam diferentes, acabam se repetindo em um ciclo contínuo que pouco espaço deixa para o cuidado consigo mesmo.
Trabalhar é importante. E quando há prazer no que se faz, melhor ainda. No entanto, até aquilo que gostamos pode se transformar em fonte de estresse quando ultrapassa limites. Com o tempo, o excesso pode contribuir para quadros como ansiedade, esgotamento emocional e até depressão.
O acúmulo de frustrações, somado às inúmeras obrigações, muitas vezes compromete a qualidade de vida.
Somos ensinados a produzir, não a viver
Desde cedo, somos orientados a ganhar dinheiro, economizar, investir, crescer profissionalmente. Mas raramente somos ensinados a viver com equilíbrio, a descansar sem culpa, a cuidar da própria saúde mental.
É nesse ponto que as férias deixam de ser um luxo e passam a ser uma necessidade.
O verdadeiro sentido das férias
Tirar férias não é apenas se afastar fisicamente do trabalho, mantendo-se mentalmente disponível o tempo todo. Não é responder mensagens, acompanhar demandas ou permanecer conectado como se nada tivesse mudado.
Também não deve ser um período carregado de culpa por aquilo que ficou para trás.
O trabalho pode esperar. E, se não puder, alguém dará continuidade.
A ideia de que somos indispensáveis costuma ser mais uma construção interna do que uma realidade concreta.
Acreditar que tudo depende exclusivamente de nós pode ser uma forma de romantizar o trabalho — atribuindo a ele um lugar que, muitas vezes, ultrapassa o saudável.
Um convite ao equilíbrio
Descansar não é perder tempo.
Desacelerar não é falhar.
Se desconectar, por um período, não é irresponsabilidade — é cuidado.
Permitir-se viver momentos simples, estar presente nas próprias experiências e respeitar os próprios limites é essencial para sustentar, a longo prazo, qualquer rotina.
No fim, não se trata apenas de parar.
Trata-se de voltar para si.
Escrito por:
Psicóloga SP Maristela Vallim Botari - CRP/SP 06-121677.
Contato:
WhatsApp (11) 95091-1931
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Consultório:Avenida Paulista, 2001 – Cj 1911 – 19 andar.
Bela Vista - Metrô Consolação
São Paulo - SP - Brasil
CEP 01311-000Psicólog
Durante este período, seja você mesmo
Se não for possível viajar, permita-se viajar de outras formas. Use a imaginação, mude a rotina, faça aquilo que normalmente fica para depois.
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Trabalhar é importante. E quando há prazer no que se faz, melhor ainda. No entanto, até aquilo que gostamos pode se transformar em fonte de estresse quando ultrapassa limites. Com o tempo, o excesso pode contribuir para quadros como ansiedade, esgotamento emocional e até depressão.
O acúmulo de frustrações, somado às inúmeras obrigações, muitas vezes compromete a qualidade de vida.
Somos ensinados a produzir, não a viver
Desde cedo, somos orientados a ganhar dinheiro, economizar, investir, crescer profissionalmente. Mas raramente somos ensinados a viver com equilíbrio, a descansar sem culpa, a cuidar da própria saúde mental.
É nesse ponto que as férias deixam de ser um luxo e passam a ser uma necessidade.
O verdadeiro sentido das férias
Tirar férias não é apenas se afastar fisicamente do trabalho, mantendo-se mentalmente disponível o tempo todo. Não é responder mensagens, acompanhar demandas ou permanecer conectado como se nada tivesse mudado.
Também não deve ser um período carregado de culpa por aquilo que ficou para trás.
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Acreditar que tudo depende exclusivamente de nós pode ser uma forma de romantizar o trabalho — atribuindo a ele um lugar que, muitas vezes, ultrapassa o saudável.
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No fim, não se trata apenas de parar.
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