Dia do Psicólogo: 27 de Agosto

Dia do Psicólogo: ser psicólogo é mais que uma profissão

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Ser psicólogo é mais que uma profissão. É algo que exige que uma parte de nós se dedique à compreensão e ao acolhimento das dores, das angústias, dos conflitos e das inúmeras questões que fazem parte da experiência humana.

É mais do que estudar teorias, decorar conceitos ou aprender técnicas. É compreender esses conhecimentos e saber aplicá-los, ajustando-os às diferentes demandas, às diferentes pessoas e aos diferentes contextos.

Porque não existem duas pessoas exatamente iguais. Uma mesma situação pode produzir sentimentos, pensamentos e comportamentos completamente diferentes em pessoas diferentes. E é justamente por isso que o trabalho do psicólogo não pode ser reduzido à aplicação automática de fórmulas.

A Psicologia exige estudo, mas também exige escuta. Exige conhecimento, mas também exige capacidade de observar, questionar e compreender. E exige que o profissional esteja disposto a continuar aprendendo.

Nós, psicólogos, precisamos nos reformular o tempo todo.

Novas pesquisas surgem, novas demandas aparecem, a sociedade muda, as relações humanas se transformam e aquilo que conhecemos sobre o comportamento humano também se amplia. O profissional que deixa de estudar e de questionar sua própria prática corre o risco de permanecer preso a uma Psicologia que já não responde adequadamente ao mundo em que vive.

Talvez seja justamente essa uma das características mais interessantes da Psicologia: ela não é uma ciência acabada. Está em constante construção, revisão e transformação.

E essa história começou muito antes de a profissão de psicólogo ser regulamentada no Brasil.

A Psicologia: uma jornada histórica

A Psicologia, enquanto ciência que busca compreender o comportamento e os processos psicológicos, possui raízes profundas. Durante séculos, questões relacionadas à mente, às emoções, ao comportamento e à natureza humana foram discutidas principalmente pela Filosofia.

Foi somente no século XIX que a Psicologia começou a se estabelecer como uma ciência experimental, criando métodos próprios de investigação e buscando estudar os fenômenos psicológicos de maneira sistemática.

Wilhelm Wundt e o nascimento da Psicologia científica

Um dos principais marcos dessa transformação aconteceu em 1879, quando Wilhelm Wundt criou, na Universidade de Leipzig, na Alemanha, o primeiro laboratório dedicado à Psicologia Experimental.

Esse momento é frequentemente considerado um dos marcos do nascimento da Psicologia científica. A partir daí, os fenômenos psicológicos passaram a ser investigados de maneira mais sistemática, utilizando métodos experimentais.

O laboratório de Wundt também se tornou um importante centro de formação. Pesquisadores que passaram por Leipzig levaram esses conhecimentos para diferentes países, contribuindo para a expansão da Psicologia experimental.

A Psicologia no Brasil

No Brasil, a história da Psicologia como profissão regulamentada é mais recente.

Em 27 de agosto de 1962, durante o governo de João Goulart, foi sancionada a Lei nº 4.119/1962, que regulamentou a profissão de psicólogo no Brasil.

Por isso, o dia 27 de agosto passou a ser celebrado como o Dia do Psicólogo.

Desde então, a Psicologia brasileira se desenvolveu e se diversificou. A atuação profissional passou a abranger diferentes campos, como a Psicologia Clínica, Escolar, Organizacional, Social, Hospitalar, Jurídica, do Esporte e diversas outras áreas.

Da Psicologia experimental à Psicologia contemporânea

A Psicologia não permaneceu limitada aos primeiros estudos experimentais. Ao longo de sua história, diferentes escolas e abordagens foram desenvolvidas, trazendo novas maneiras de compreender o comportamento humano.

Entre elas estão o Behaviorismo, a Psicanálise, a Psicologia Humanista e o Cognitivismo.

Cada uma dessas perspectivas contribuiu, de diferentes maneiras, para ampliar a compreensão sobre comportamento, aprendizagem, emoções, desenvolvimento, relações sociais e tantos outros aspectos da experiência humana.

Hoje, a Psicologia contemporânea é um campo amplo e diversificado, que continua sendo transformado por novas pesquisas e novas formas de compreender o ser humano.

Por que a Psicologia continua evoluindo?

Porque o ser humano também está em constante transformação.

As formas de relacionamento mudam, o trabalho muda, a tecnologia modifica a maneira como nos comunicamos e novas questões psicológicas passam a fazer parte do cotidiano.

Por isso, ser psicólogo também significa estar disposto a rever conhecimentos, ampliar perspectivas e acompanhar essas transformações.

A história da Psicologia é, portanto, uma história de construção contínua. Da Filosofia aos primeiros laboratórios experimentais, das diferentes escolas psicológicas às pesquisas atuais, a ciência psicológica continua tentando compreender uma das coisas mais complexas que existem: o ser humano.

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Psicologa Sp - Consultorio na Av. Paulista

Psicóloga sp
Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

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Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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