Você já parou para pensar que o afeto é muito mais do que um abraço? A ciência vem provando que o sentimento de amor, carinho e apreço — tanto por nós mesmos quanto pelos outros — é um pilar fundamental para manter a mente em equilíbrio.
Como psicóloga em SP, vejo diariamente no consultório como a falta de afeto pode sobrecarregar o emocional. Mas quando aprendemos a cultivá-lo, o corpo e a mente respondem quase imediatamente.
O "Escudo" contra o Estresse
O afeto funciona como um calmante natural. Ele ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade porque sinaliza ao nosso cérebro que estamos seguros.
Regulação emocional: Ele ajuda a "baixar a poeira" de sentimentos como raiva e tristeza.
Perspectiva: Com afeto, conseguimos encarar os problemas de forma mais realista e menos catastrófica.
Muitos pacientes que atendem comigo em São Paulo relatam que, ao desenvolverem o autoafeto, a autoconfiança floresce. É uma mudança de dentro para fora.
Autoestima e Conexão Humana
Quando nos sentimos amados e respeitados, nossa autoestima dá um salto. Isso nos torna mais seguros para tomar decisões e enfrentar desafios. Além disso, o afeto é a "cola" que cria laços duradouros e profundos.
O impacto vai além da mente: estudos sugerem que o bem-estar gerado pelo afeto ajuda a fortalecer o sistema imunológico, auxiliando na prevenção de doenças crônicas ao manter os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) sob controle.
Felicidade: Um caminho individual
É importante desmistificar uma coisa: o afeto não depende apenas de um relacionamento amoroso. A felicidade e a plenitude podem ser encontradas na solitude, no cultivo de hobbies, no autocuidado e em conexões profundas com amigos e familiares. O afeto começa no olhar que você tem por si mesmo. Afinal, a felicidade é um estado de espírito cultivável e cada um de nós tem uma jornada única para chegar lá.

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