Sim, claro, seu pet é sempre bem vindo.
Eu sei o quanto, muitas vezes, o nosso pet é mais do que companhia: ele é presença, acolhimento e até um ponto de segurança nos dias mais difíceis. Se estar com ele te faz se sentir melhor, isso já é algo importante.
Se você tem um animal de estimação e sente que a presença dele te traz conforto, segurança ou até facilita a sua comunicação, saiba que isso pode ser acolhido no processo terapêutico.
Para muitas pessoas, o pet funciona como um apoio emocional importante, ajudando a reduzir a ansiedade e tornando o ambiente mais familiar e tranquilo.
A presença do seu pet pode, inclusive, favorecer a construção do vínculo terapêutico.
Em momentos de maior sensibilidade, ter por perto um animal com quem você já tem conexão pode ajudar a se sentir mais à vontade para falar, se expressar e se perceber.
Claro, é importante considerar alguns pontos: o bem-estar do animal, o seu comportamento em ambientes fechados e a sua própria disposição em lidar com ele durante a sessão.
Se for algo que faz sentido para você e está dentro das suas condições, essa pode ser uma experiência positiva.
A terapia é um espaço seu — e, se o seu pet faz parte do que te ajuda a estar melhor, ele também pode fazer parte desse cuidado.

