Quando denunciar um Psicólogo?

Quando denunciar um psicólogo?

Antes de tudo, é fundamental compreender que denúncias exigem comprovação documental consistente. Acusações sem provas podem ser caracterizadas como calúnia ou difamação, o que pode gerar consequências legais sérias para quem as realiza. 

Por isso, é essencial agir com cautela e responsabilidade.

Nesse sentido, é importante destacar que nem toda insatisfação com o atendimento psicológico configura uma falta ética.

Diferenças de abordagem, dificuldades no vínculo terapêutico, sensação de não estar sendo compreendido ou até mesmo frustração com o processo fazem parte, muitas vezes, da própria complexidade da psicoterapia. Nesses casos, a alternativa mais adequada costuma ser a troca de profissional, e não a denúncia.

A recomendação é, sempre que possível, buscar o diálogo. Conversar com o psicólogo pode esclarecer mal-entendidos e permitir ajustes no processo terapêutico, evitando interpretações precipitadas.

Além disso, é essencial diferenciar erro ou desconforto clínico de uma conduta ética inadequada. A denúncia deve ser considerada apenas em situações graves, com indícios claros e devidamente comprovados de violação ética — como quebra de sigilo, discriminação ou outras infrações ao código profissional.

Entre os principais motivos que podem justificar uma denúncia, destacam-se: 


Quebra de sigilo profissional

O sigilo é um dos pilares da prática psicológica. O psicólogo não pode divulgar informações do paciente sem autorização, salvo em situações específicas previstas em lei. A exposição indevida de conteúdos da terapia é considerada uma infração ética grave.


Discriminação

Qualquer forma de discriminação — seja por raça, gênero, orientação sexual, religião, condição social ou qualquer outra característica — é incompatível com a prática profissional e pode motivar denúncia.


Assédio ou conduta inadequada

Comportamentos invasivos, constrangedores ou de cunho sexual configuram uma violação grave da ética. A relação terapêutica exige limites claros e respeito absoluto.


Exercício irregular ou antiético da profissão

Isso inclui situações como:

  • Atuar fora dos limites da própria competência
  • Utilizar técnicas sem respaldo científico adequado
  • Prometer resultados ou “curas”
  • Fazer uso indevido da relação profissional para benefício próprio

 


 

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Psicologa Sp - Consultorio na Av. Paulista

Psicóloga sp
Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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