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Amores de Alto Risco: Um Olhar Aprofundado

 "Amores de Alto Risco" é um livro escrito pelo psicólogo Walter Riso, lançado em 2004. O livro aborda temas relacionados ao amor, relacionamentos e suas possíveis armadilhas.

Walter Riso, em sua obra "Amores de Alto Risco", nos convida a uma profunda reflexão sobre as nuances e armadilhas do amor. O autor, com sua expertise em psicologia, desvenda os meandros de relacionamentos que, por vezes, mais do que unir, podem causar sofrimento e desequilíbrio emocional.

“Amores de Alto Risco”: quando o amor se torna sofrimento

O livro Amores de Alto Risco, escrito por Walter Riso, propõe uma reflexão importante: nem todo amor é saudável.

Ao contrário da ideia romantizada de que “amar vale tudo”, o autor mostra que alguns padrões de relacionamento podem ser emocionalmente desgastantes, instáveis e até destrutivos. São vínculos que, em vez de promoverem crescimento, acabam gerando sofrimento, insegurança e perda de si mesmo.

Dentro dessa proposta, Riso descreve diferentes estilos afetivos de risco, que ajudam a compreender dinâmicas problemáticas nos relacionamentos.


Estilo Histriônico-Teatral: sedução e intensidade em excesso

Pessoas com esse estilo tendem a viver o amor de forma intensa, dramática e voltada para a necessidade constante de atenção.

Embora possam ser carismáticas e envolventes, essa intensidade frequentemente vem acompanhada de:

  • Exagero emocional
  • Busca constante por validação
  • Relações instáveis e passionais

O que começa como encanto pode, com o tempo, se transformar em desgaste, pela dificuldade de sustentar vínculos mais estáveis e profundos.


Estilo Paranoico-Vigilante: o amor sob desconfiança

Aqui, o relacionamento é marcado por suspeita constante.

A pessoa tende a interpretar comportamentos neutros como ameaçadores, gerando:

  • Ciúmes excessivo
  • Acusações infundadas
  • Clima de tensão permanente

Viver sob desconfiança contínua pode ser emocionalmente exaustivo e minar a segurança do vínculo.


Estilo Passivo-Agressivo: conflitos silenciosos

Nesse estilo, a agressividade não aparece de forma direta, mas sim de maneira indireta.

É comum observar:

  • Silêncios punitivos
  • Procrastinação
  • Resistência disfarçada
  • Dificuldade de comunicação aberta

A aparente calma esconde ressentimentos não elaborados, criando relações confusas e desgastantes.


Estilo Narcisista-Egocêntrico: o amor centrado no eu

Marcado por grandiosidade e necessidade de admiração, esse estilo envolve:

  • Falta de empatia
  • Manipulação emocional
  • Centralização no próprio interesse

Relacionar-se com alguém assim pode gerar sentimentos de inferioridade, dependência emocional e constante desvalorização.


Estilo Obsessivo-Compulsivo: controle e rigidez

Aqui, o amor é atravessado por uma necessidade intensa de ordem, perfeição e controle.

Isso pode levar a:

  • Exigência excessiva
  • Rigidez nas relações
  • Dificuldade em lidar com o inesperado

O vínculo tende a se tornar sufocante, com pouco espaço para espontaneidade emocional.


Estilo Antissocial: relações de risco real

Esse é um dos estilos mais perigosos, marcado por:

  • Impulsividade
  • Manipulação
  • Agressividade
  • Falta de remorso

Relacionamentos com esse perfil podem envolver abuso emocional, controle e até risco físico, sendo altamente destrutivos.


Estilo Esquizoide: distância emocional

Caracterizado pelo distanciamento afetivo, esse estilo envolve:

  • Pouca necessidade de vínculo
  • Dificuldade de intimidade
  • Isolamento emocional

O parceiro pode vivenciar solidão dentro da própria relação, pela ausência de troca afetiva.


Consideração final

A proposta de Walter Riso não é rotular pessoas, mas ajudar a reconhecer padrões que geram sofrimento.

Nem todo relacionamento difícil é um “amor de alto risco”, mas alguns sinais merecem atenção. O ponto central é compreender que amor saudável não deve anular, confundir ou ferir de forma constante.

Referências 

 RISO, Walter. Amores de alto risco: como identificar e enfrentar os vínculos afetivos perigosos. São Paulo: Planeta, 2004.

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Psicologa Sp - Consultorio na Av. Paulista

Psicóloga sp
Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

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Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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