O que faz com que você se sinta amado?
O Amor como Emoção Fluida
Pesquisas no campo da psicologia, como as de Barbara Fredrickson (2013), apontam que o amor pode ser compreendido como uma emoção, tal qual o medo ou a raiva. Sob essa ótica, ele não é um estado perene, mas sujeito às flutuações do contexto e das demandas diárias.
Isso significa que, no cotidiano, as expressões de afeto sofrem variações. Nem sempre o outro estará manifestando amor de forma explícita, o que não configura desamor, mas sim um sentimento adaptado à realidade.
A dúvida pode surgir em momentos onde o parceiro ou figuras de referência estão envolvidos em outras atividades. Compreender que o amor não é sentido ou expresso 100% do tempo ajuda a reduzir a ansiedade e as expectativas irreais sobre os vínculos.
Referência: FREDRICKSON, Barbara. Amor 2.0: Como Nossa Emoção Suprema Afeta Tudo o Que Sentimos, Pensamos, Fazemos e nos Tornamos. Cia Ed. Nacional, 2013.

