Como a Psicologia entende o papel das mães:

É importante destacar que esse quando falamos das mães, todo cuidado é pouco.

Hoje consideramos muitos termos ultrapassados e problemático ( que eu nem vou mencionar aqui, por razões obvias) , especialmente por já ter sido utilizado de forma equivocada para culpabilizar mães — algo que a Psicologia contemporânea busca evitar. 

Ao longo da história, foram utilizados conceitos e termos que, hoje, são considerados ultrapassados, reducionistas e até injustos. Muitos deles foram empregados de maneira equivocada para responsabilizar — e, por vezes, culpabilizar — as mães por dificuldades emocionais ou transtornos no desenvolvimento dos filhos.

Esse tipo de leitura desconsidera a complexidade da vida psíquica e ignora fatores fundamentais no desenvolvimento dos filhos como:

  • O contexto social e cultural
  • As condições econômicas
  • A rede de apoio (ou a falta dela)
  • A saúde mental da própria mãe
  • A participação de outras figuras de cuidado(o pai, os avós, as babás)
  • A influência das instituições de ensino 
  • O Livre arbítrio dos filhos que já conseguem tomar suas decisões. 

Como a Psicologia entende o papel das mães: 

A Psicologia contemporânea, influenciada por autores como Donald Winnicott, passou a adotar uma visão mais ampla e cuidadosa. 

Em vez de buscar culpados, procura compreender os processos, reconhecendo que o desenvolvimento humano é resultado de múltiplas interações ao longo do tempo.

Além disso, há um reconhecimento crescente de que a maternidade não ocorre em condições ideais. Muitas mães enfrentam sobrecarga, solidão, pressões sociais e emocionais intensas — o que torna inadequado qualquer julgamento simplista sobre sua atuação.

Por isso, ao abordar temas como “tipos de mães” ou funções maternas, é essencial evitar interpretações rígidas ou moralizantes. Esses conceitos devem ser entendidos como ferramentas teóricas, e não como rótulos para classificar ou julgar pessoas reais.

 

A ideia de “mãe suficientemente boa”

O conceito central de Winnicott é o de mãe suficientemente boa. Ele propõe que não é necessário (nem possível) atender perfeitamente todas as necessidades do bebê.

Na verdade, pequenas falhas — quando não são excessivas — ajudam a criança a desenvolver recursos internos, tolerar frustrações e construir independência emocional.


psicologa sp - rebatendo o comentário frequente de que as mães sempre são as culpadas pelas coisas ruins que ocorrem na vida de alguém, ou porque alguém teve um comportamento inadequado.

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Fontes:

BORGES, MARIANA. A mãe winnicottiana e os aspectos que compõem seu ambiente no maternar. Disponível em https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/23335/1/M%C3%A3eWinnicottianaAspectos.pdf

IUNGANO, Elisa Motta; TOSTA, Rosa Maria. A realização da função materna em casos de adoecimento da criança. Bol. - Acad. Paul. Psicol.,  São Paulo ,  v. 29, n. 1, p. 100-119, jun.  2009 .   Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-711X2009000100009&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  21  set.  2021.

Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2013. ISSN 2179-510X. 
https://www.fg2013.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/20/1373138836_ARQUIVO_maeainvencaodahistoria.pdf


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Psicologa Sp - Consultorio na Av. Paulista

Psicóloga sp
Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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