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A culpa sempre é da mãe?

Existem muitas romantizações em torno da figura materna, como se as mães devessem ser perfeitas, o tempo todo.
Gente, na boa.....
Mães são seres em evolução, tanto quanto eu ou você e as outras pessoas. Estamos todos aprendendo, somos todos seres em movimentos, sujeitos às modificações que a vida propõe.





Este artigo reflete uma visão da Psicologia Clássica sobre a influência das mães na criação de seus filhos, e busca quebrar alguns tabus, estigmas e paradigmas sobre a culpa que algumas mães carregam pelas escolhas infelizes que seus filhos fazem.

A CULPA É SEMPRE DA MÃE?

Claro que não! Isto é uma visão (parcialmente) historicamente distorcida. 

É muito cômodo, rápido fácil colocar a culpa de todos os problemas do indivíduo na mãe. 

Exceto quando as mães fazem coisas notoriamente erradas, como qualquer ser humano, que violam muitos padrões de convivência social, causando prejuízos óbvios. 

O mito da mãe culpada é tão falso quanto o  mito da namorada louca, da sogra invasiva, da filha rebelde, da chefe promiscua, etc. 

São distorções sobre o feminino que precisam URGENTEMENTE ser corrigidas.

Basta observar a evolução de uma família onde existe uma mãe e três filhos: certamente todos serão diferentes entre si. E agora? Como culpar a mãe se os três filhos são notoriamente diferentes?

De onde vem a "Culpa materna"

Segundo Borges, 2009:

A obrigação de ser mãe acima de tudo entra em foco perpetuando a ideia de que a mulher possui um instinto materno e um amor espontâneo com o seu filho, concepção criticada por Badinter (1985) que considerou que essa seria mais uma imposição da sociedade patriarcal acerca da função da mulher, ela deveria sentir amor absoluto pelo filho, pois assim cumpriria a função materna como lhe era determinada. Autoras como Badinter (1965), Dolto (1984) e Chodorow (2002) nos apresentam a concepção de que a maternidade na verdade não é um instinto feminino como foi concebida em períodos da história, mas sim uma construção sociopolítica da sociedade patriarcal acerca do papel que a mulher deve desempenhar na sociedade. É visível que esse papel está se modificando e se modifica de tempos em tempos, pois na atualidade as mulheres têm outros interesses que não só ser dona de casa e cuidadora da família. Pode-se compreender a maternagem para além do fruto de uma construção social, mas também constituída como resultado das relações estabelecidas entre a mulher e suas referências femininas e o modelo parental ao qual foi submetida. 

Seguindo esta linha de raciocínio, se a responsabilidade de criar filhos recai inteiramente sobre os ombros femininos, a culpa pelos desmandos filiais também recai sobre os ombros maternos.

Portanto, foi a sociedade patriarcal que fortaleceu a ideia de culpa materna, ignorando os limites da influência materna sobre o caráter e a moral dos filhos.

Com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, a tarefa de criar filhos ficou a cargo das creches, ou cuidadoras, o que criou um distanciamento entre a mãe e seus filhos. Mas, que outra alternativa as mães teriam? Muitas mães foram abandonadas pelo pai das crianças, ficando sozinhas para criar seus filhos, trabalhar e pagar um aluguel. Outras, contando com a presença do pai das crianças, precisaram trabalhar para compor renda da família.


Na verdade, quando o indivíduo chega na fase adulta, é responsável por suas escolhas. Mesmo aqueles que foram criados por mães abusivas. Nossas mães nos dão o que tem pra dar. Compete a nós decidir o que fazer com o que recebemos delas.

Leia também: Como lidar com a culpa maternaSaiba mais a culpa materna, Como não se sentir rejeitado(a) por sua mãe

A culpa sempre é da mãe?


Quando a mãe é culpada

Existem casos em que a mãe foi obviamente mal intencionada, negligente, abusiva e não se preocupou se seus filhos estavam sofrendo de abandono, solidão, depressão, estresse e ansiedade.

Existem casos, em que a mãe abandonou seus filhos, e sumiu no mundo, voltando anos depois e exigindo um amor incondicional de seus filhos, como se não houvesse um passado doloroso entre eles.

Existem casos de mães que espancam seus filhos, chegando ao ponto de precisar de intervenção do conselho tutelar.

Existem sim, casos de mães verdadeiramente culpadas pelos traumas. São casos extremos.

As mães na Psicologia.


A obrigação de ser mãe acima de tudo entra em foco perpetuando a ideia de que a mulher possui um instinto materno e um amor espontâneo com o seu filho, concepção criticada por Badinter (1985) que considerou que essa seria mais uma imposição da sociedade patriarcal acerca da função da mulher, ela deveria sentir amor absoluto pelo filho, pois assim cumpriria a função materna como lhe era determinada.


Para o Dr. Winnicott, existem tres tipos de mãe:
  1. a mãe invasiva: a mãe que sufoca seu filho, tirando-lhe a liberdade de individuação;
  2. a mãe "geladeira", fria e distante, que desconhece o filho enquanto indivíduo;
  3. a mãe SUFICIENTEMENTE BOA
A mãe suficientemente boa,  permite ao bebê que ele usufrua de uma continuidade de ser, ou seja, que se perceba como um ser completo, único e, sobretudo, real. De acordo com Winnicott (1988/1990), o ego materno auxilia a organização do ego do bebê. Ainda que bastante imaturo, esse bebê conta com uma integração inicial, que o permite sentir-se como ser humano. A estabilidade concreta e afetiva proporciona oportunidade para que ele se desenvolva. (IUNGANO, Elisa Motta  e  TOSTA, Rosa Maria. 2009)

A mãe suficientemente boa está perto de seu filho, sempre, mas não tão perto que o invada, nem tão distante que o desconheça.

O papel das mães na evolução do indivíduo

O Papel dos pais tem uma influência gigante na criação dos filhos, pois são os pais que nos trazem nossas primeiras referências de vida.

São eles que nos legam os primeiros valores morais, os códigos de conduta, as tradições.

Porém, à medida em que o tempo passa, vamos crescendo, criando vínculos com pessoas que estão fora do nosso círculo familiar.

E por meio destas interações, criamos novos valores morais, novas formas de comportamento, aprendemos coisas novas, e formamos uma nova mentalidade, as vezes muito diferente dos nossos pais.

E ai começam os problemas:

Os pais, na maioria das vezes, vão lutar para que seus valores permaneçam, pois acreditam que seus filhos devem "passar o bastão" para frente.


A Mãe comete erros?

Claro que comete. 

Mãe comete injustiça? Claro que comete.

Mãe comete atitude egoísta? Claro que comete.

Mães são seres humano em construção, em evolução e desenvolvimento como qualquer outra pessoa neste planeta. São seres inacabados (como todos nós) portanto em fase de aprendizado.

A maioria das mães comete erros sim, mas a intenção é o que conta.

Quando você acha que  mãe dos outros é melhor que a sua mãe.

Nem sempre suas atitudes revertem em progresso emocional dos filhos, pois muitas vezes, os filhos, que adquiram valores próprios fora do âmbito familiar, comparam suas mães com outras mães e verificam que suas mães estão sempre em desvantagem, perante as outras mães.

Vergonha da mãe

 Já vi filhos relatarem que sentem vergonha das mães, ou da casa onde moram, ou da condição socio-econômica das mães (e dos pais). Conheci pessoas que não levaram seus pais na colação de grau.

Se você se encaixa neste modelo, por favor, pense com carinho sobre fazer uma terapia para aprender a aceitar as pessoas como elas são, e sair do teu pedestal de perfeição. Reverter estes valores pode te fazer muito mais feliz.

E quando a mãe é realmente culpada?

{continua}

Sobre o "mito do Amor materno"


Trecho extraído de

http://www.fg2013.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/20/1373138836_ARQUIVO_maeainvencaodahistoria.pdf

Mãe – a invenção da história Além de interesses econômicos, a maternidade foi exaltada, também, devido aos valores iluministas – igualdade e felicidade individual (BADINTER, 1980, p.135). Jean-Jacques Rousseau teve papel fundamental para cativar as mulheres e fazer “aflorar” o seu instinto maternal não somente com a publicação de Émile, mas também de Le contrat social, ambos de 1762.

 Nessas obras, as mulheres foram, pela primeira vez, enaltecidas por serem mães. Uma vez que somente elas poderiam procriar, essa característica biológica foi muito explorada por aqueles que buscavam persuadir as mães a todo custo. As ideias rousseaunianas prevaleceram por muito tempo, adentrando o século XX e perdurando até hoje. A maternidade passou a ser associada ao divino e, assim, vocábulos referentes à religião foram sendo incorporados: sublime, renegada, vocação, sacrifício. Não foi difícil a associação dessa mãe à santa mulher, à imagem da Virgem Maria. Como mito do amor materno, surgiram também as mulheres que insistiam em provar que ele não era inato a todas as “fêmeas". 

Continuavam  apareceras mães negligentes, que por terem boas condições financeiras entregavam às babás o cuidado do seu filho dentro de casa. O aleitamento artificial também surge, e a mamadeira de leite de vaca não substituiria somente as mercenárias amas, mas também o seio da mãe. Ecos do mito do amor materno também se espalharam e rapidamente foram absorvidos e difundidos no Brasil a partir da Independência, quando a abertura dos portos nacionais propiciou um intercâmbio cultural. Numa ânsia de anular todas as influências de Portugal, a França configurou um modelo a ser seguido, copiando-se a moda, a cultura, os gostos, a culinária, a arquitetura. 

Os ideais do Iluminismo encontraram pouso no Brasil; assim, a maneira de criar os filhos à francesa, enaltecendo o mito do amor materno foi muito difundida, porém, com a sua cor local. Mary Del Priore, em seu livro Ao sul do corpo (2009), propõe a existência de uma história da mulher-mãe no período colonial brasileiro através de arquivos, documentos e fontes impressas do século XVI ao XVIII. Seu trabalho recupera situações vividas por mulheres comuns para contar a história da maternidade, possibilitando encontrar raízes para esclarecer muitos problemas que cercam a mãe atualmente. 

Ao relatar certos abusos contra as mulheres, Del Priore descobre práticas culturais e representações simbólicas relacionadas à maternidade, como o parto e os cuidados com os filhos, camufladas pelos poderes que não tinham outra pretensão a não ser “domesticar” a vida da mulher através do seu papel de mãe, no sentido de mantê-la dentro da domus (casa) ou confinamento na casa. 

A historiadora afirma que “adestrar a mulher fazia parte do processo civilizatório, e, no Brasil, este adestramento fez-se a serviço do processo de colonização” (2009, p.24). O projeto de “domesticação” da mulher pela maternidade servia também a outro objetivo do Estado: preencher as lacunas demográficas das terras brasileiras. 

Um maior número de filhos dava prestígio a qualquer casal, significava riqueza, e muitos senhores de escravos se valiam desse subterfúgio para aumentar o número de filhos, mesmo que bastardos, através das relações ilícitas com as mulheres das senzalas. A esse propósito é creditada a oposição da Igreja contra o aborto e qualquer método contraceptivo, e, também, contra a ida das mulheres para o convento. Esse ideal em torno da maternidade apregoado pela Igreja deixou às margens toda dificuldade enfrentada pelas mulheres, como problemas de saúde e até risco de perder a vida com sucessivas gestações em um espaço de tempo muito curto. Amparadas pelas comadres, essas mães que pareciam servir só para procriar tentavam suportar o preço que lhes era cobrado por estarem sob um discurso dominante que acalentava seus temores – o religioso. 

Criou-se uma devoção em torno das mulheres que conseguiam ser mães, resultando em uma força necessária para sobreviver a todas as intempéries da maternidade como as precárias condições financeiras, de saúde e emocionais. Tais dificuldades, se vencidas, serviam de exemplo para todas as outras e sofrimento era visto como o meio de se chegar à máxima expressão da felicidade encontrada na maternidade. Para diminuir, ou pelo menos amenizar, as consequências da maternidade em um tempo de tantas dificuldades, foram apresentadas à mãe certas vantagens. 

Ao ter filhos, a esposa alcançava um status maior por garantir ao marido uma descendência, considerado por muitas mulheres como oportunidade de revanche contra uma sociedade misógina. Foi o nicho onde se abrigaram contra a exploração doméstica e sexual, que se traduzia, muitas vezes, em humilhação, abandono e violência, como comenta Del Priore: “a maternidade apagava as diferenças raciais, culturais e econômicas mais candentes e prestava-se a ser o instrumento de integração do gênero ao projeto colonial” (2009, p.42). 

A investigação sobre as raízes do mito do amor materno na França e como e quando seus ecos chegaram até o Brasil mostra o quanto esses ideais permeiam o comportamento da mulher brasileira ainda hoje. Se não mais se está sob o jugo dos ideais tridentinos, se tanta liberdade foi conquistada, por que ainda é tão arraigada, entre homens e mulheres, a ideia daquela maternidade aos moldes do mito do amor materno? Mary Del Priore conclui que esse processo foi “imantado” e a “mãe passou a ser uma auxiliar do sacerdote e uma representante da legislação. 

Devota, obediente, dessexualizada e destituída de paixões” (2009: 108). Assim, surgiu o ideal materno que se tem hoje. Até aqui foi possível expor historicamente as raízes do mito do amor materno e como ele foi difundido no Brasil. Acrescidas das investigações científicas e suas descobertas mais recentes sobre o processo fisiológico da maternação é possível ampliar o conhecimento sobre como a mulher ser torna ou não uma boa mãe aos olhos do mito do amor materno.

Fontes:

BORGES, MARIANA. A mãe winnicottiana e os aspectos que compõem seu ambiente no maternar. Disponível em https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/23335/1/M%C3%A3eWinnicottianaAspectos.pdf


IUNGANO, Elisa Motta; TOSTA, Rosa Maria. A realização da função materna em casos de adoecimento da criança. Bol. - Acad. Paul. Psicol.,  São Paulo ,  v. 29, n. 1, p. 100-119, jun.  2009 .   Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-711X2009000100009&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  21  set.  2021.


Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2013. ISSN 2179-510X


Psicóloga Maris V Botari

 

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