Terapia: Apoio Emocional para compulsão alimentar

Terapia para Compulsão Alimentar: Abordagem e Possibilidades

Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP) é caracterizado por episódios recorrentes de consumo excessivo de alimentos acompanhados de sensação de perda de controle, sem a presença de comportamentos compensatórios, como vômitos ou uso de laxantes. O diagnóstico é realizado por profissionais de saúde mental e leva em consideração a frequência dos episódios, bem como o sofrimento emocional associado. A psicoterapia pode contribuir para a compreensão desses padrões e para a reflexão sobre a relação com a alimentação, o corpo e as emoções, favorecendo um processo de maior consciência sobre os próprios comportamentos e experiências emocionais.

 

 

A ingestão excessiva de alimentos, mesmo na ausência de fome física, pode ser um indicativo de compulsão alimentar. Em muitos casos, a alimentação passa a funcionar como uma forma de lidar com emoções difíceis, como ansiedade, estresse ou frustração. 

Nessas situações, o cérebro tende a buscar recompensas imediatas que proporcionem alívio momentâneo do desconforto emocional. 

A psicoterapia pode ser um espaço de reflexão e compreensão dessas experiências, permitindo investigar fatores emocionais, comportamentais e cognitivos que podem estar relacionados a esse padrão alimentar.

A abordagem da TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental)

 O livro Pense Magro, de Judith Beck, descreve diversas ferramentas cognitivas utilizadas nesse processo, como o registro de pensamentos, a observação de crenças disfuncionais e a prática de respostas cognitivas mais equilibradas diante de situações desafiadoras.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem utilizada pela psicóloga Maristela Vallim Botari, propõe a análise da relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Nesse contexto, o trabalho terapêutico pode envolver a identificação de gatilhos emocionais e de padrões de pensamento que contribuem para episódios de alimentação compulsiva. 

Baseando-se em referenciais teóricos como os estudos de Judith Beck, a TCC busca compreender como determinadas interpretações e crenças podem influenciar comportamentos automáticos e estratégias de enfrentamento.

Durante a Psicoterapia, podem ser explorados aspectos como a identificação de gatilhos emocionais relacionados a sentimentos de solidão, estresse ou tristeza, a observação de comportamentos automáticos ligados à alimentação e a construção de novas formas de lidar com situações emocionalmente desafiadoras. 

Também podem ser discutidas estratégias de enfrentamento mais adaptativas, conhecidas como coping, além de técnicas que auxiliam na redução da ansiedade associada à alimentação e ao controle alimentar.


Psicóloga Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

Experiência: Mais de 15 anos atuando em Psicoterapia Clínica.

Local: Atendimento presencial na Av. Paulista e online.

Contato: (11) 95091-1931 | contato@psicologa-sp.com.br


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