O Psicólogo pode desistir do paciente?

Esta é uma questão delicadíssima, quase um tabu, mas tem de ser exposta, afinal o objetivo deste site de psicologia é informar as pessoas sobre o trabalho do Psicólogo, primando pela transparência das informações, ética e confiabilidade.

Vamos aos fatos:

Psicóloga sp avenida Paulista


Quando o Psicólogo pode desistir do Paciente?

"Desistir" não é o termo correto.

Creio que encaminhar seria mais adequado.


O Psicólogo pode encaminhar o paciente ......


  1. Quando perceber que não tem conhecimentos técnicos/teóricos para prosseguir.

Imagine-se na cadeira de um dentista e de repente ele fala:

 "Olha, vou extrair seu dente com um bisturi muito antigo, fique tranquilo que não vai doer nadinha. Mas eu quero muito te atender, porque gosto muito de você". ou no cabelereiro:

"Olha, eu não sou expert em tintura, mas o que eu sei fazer quebra um galho..."

O que você faria? Aceitaria o tratamento, só porque houve acolhimento? Espero que não.

Qualquer profissional (seja da Psicologia ou de que área for) tem de reconhecer seus limites de atuação e saber falar não quando não apresentar condições técnicas ou teóricas de atender seu paciente.

Eu sei, que para muitos pacientes este pode ser um momento especialmente doloroso, mas, não é nada ético prender um paciente só pelo rapport, concorda?

Esta postura está em concordância com o Código de Ética do Psicólogo, tópico "Responsabilidades dos Psicólogos", 

Artigo "1o." ítem "K"


"Sugerir serviços de outros psicólogos, sempre que, por motivos justificáveis, não puderem ser continuados pelo profissional que os assumiu inicialmente, fornecendo ao seu substituto as informações necessárias à continuidade do trabalho"

Fonte:


2. Quando as relações  ultrapassam os limites do profissionalismo.


Isso as vezes pode ocorrer. 
O Psicólogo e seu paciente viram amigos, ou colegas de trabalho, ou parceiros de negócios, e as vezes até namorados.

 “Art. 2º – Ao psicólogo é vedado:

  1. j) Estabelecer com a pessoa atendida, familiar ou terceiro, que tenha vínculo com o atendido, relação que possa interferir negativamente nos objetivos do serviço prestado; ”
Fonte:


3. Quando o Paciente psicológico que estejam sendo atendido por outro profissional da Psicologia.

Embora seja uma prática usual, não é muito aconselhável, pois as diferentes abordagens da Psicologia podem causar mais confusão do que esclarecimentos para o paciente.

Espera-se que o paciente seja transparente neste sentido, mas o Psicólogo tem de observar o Código de ética.

Art. 7º - O psicólogo poderá intervir na prestação de serviços psicológicos que estejam sendo efetuados por outro profissional, nas seguintes situações:

  1. A pedido do profissional responsável pelo serviço;

  2. Em caso de emergência ou risco ao beneficiário ou usuário do serviço, quando dará imediata ciência ao profissional;

  3. Quando informado expressamente, por qualquer uma das partes, da interrupção voluntária e definitiva do serviço;

  4. Quando se tratar de trabalho multiprofissional e a intervenção fizer parte da metodologia adotada.

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