05/12/16

Amor idealizado: você pode não ser tão amado (a) quanto parece

Dói, mas é verdade.

Você pode não ser tão amado (a) quanto parece....

A idealização

Amor não pode ser categorizado em "correspondido" e "não correspondido".

Existe uma gama de sentimentos entre o amor e a indiferença que devem ser avaliados racionalmente, não só para evitar desilusões futuras, mas também cobranças exageradas. Algumas pessoas amam demais...outras amam pouco. É sobre elas que iremos falar neste tópico.

As vezes, insistir para que o outro demonstre sentimentos que não possui, pode levar o relacionamento à falência em pouco tempo, e os bons sentimentos que restam podem transformar-se em aversão/repugnância, o que irá dificultar até mesmo a manutenção de uma simples amizade no futuro.



💗Amor idealizado:
Entre o amor correspondido e o não correspondido existe uma gama de sentimentos menores que ajudam a manter a relação, embora bem longe da idealização de amor romântico.

É possível que um dos envolvidos consiga manter um relacionamento com base no respeito, admiração, amizade, desejo sexual, comprometimento, cuidado, sem que isso implique em amor romântico, que é o idealizado pela maioria das pessoas. 

É importante considerar que o outro tem uma forma particular de se relacionar, e que nem sempre o que demonstra é o amor que você espera. Esta pode ser a causa das inúmeras desilusões amorosas, pois espera-se que o parceiro afetivo corresponda a ideais de romantismos aprendidos em relações anteriores, ou por meio das novelas, músicas, filmes etc.


Na psicologia, amor é a mistura de três elementos:
💜Paixão
💚Intimidade
💙Comprometimento

A mistura destes elementos pode originar diversos tipos de amor

psicologa bradesco| psicologa amil|



💕Amor correspondido:

Para que haja correspondência perfeita é necessário que cada um dos envolvidos dê e receba afeto na mesma medida.

Mas a ausência de correspondência perfeita não impede que a relação seja feliz, desde que haja respeito, admiração e compreensão, o que pode favorecer o surgimento dos elementos que faltam, ou a diminuição dos que sobram.


💔Amor não correspondido é percebido quando o esforço para chamar a atenção do outro for enorme e desproporcional. É caracterizado pela falta de reciprocidade em pontos importantes, abrindo espaço para a frustração e a tristeza. 
  
Quando isto ocorre, não há muito o que fazer. 
As tentativas de fazer com que o outro mude de comportamento ou ceda as chantagens emocionais, pressões ou imposições farão com que o afastamento seja cada vez maior e definitivo, uma vez que ela (ele) tem sua individualidade e seus limites.
 
Sugere-se que o indivíduo não-correspondido reflita sobre os motivos que o levam a vivenciar uma relação desigual em termos de afetividade e busque formas mais saudáveis de se relacionar. Caso esta tarefa seja difícil, acima das suas forças, procure ajuda psicológica.

 

24/11/16

Os limites do perdão



O perdão é uma atitude difícil  de conceituar e mais difícil colocar em prática.

psicologa bradesco


Não vou entrar no mérito do perdão religioso, pois esta via não me compete discutir. Vou tratar do perdão no senso comum, para facilitar o entendimento.

O que é perdoar?

Etimologicamente, o verbo perdoar tem origem no verbo perdonare (do latim vulgar). Em uma leitura do Glossarium Mediae et Infimae Latinitatis ,[...] é possível notar que inicialmente os significados do verbo perdonare (mas não os únicos) seriam os de dar, conceder (Santana &Lopes, 2012)
Neste contexto, o perdão deve ser compreendido como uma concessão que se faz ao ofensor. Esta concessão pode ser material ou subjetiva. 

A concessão material consiste em não cobrar uma dívida,  a destruição de um bem, ou reaver um objeto roubado. A subjetiva, por sua vez, consiste em não revidar uma ofensa, uma agressão; em não agir como o outro agiu.

Observe que o perdão subjetivo não propõe o esquecimento das ofensas, como se elas nunca tivessem acontecido; ao contrário: nosso cérebro registra automaticamente todas as ocorrências ruins que atravessamos ao longo da vida, justamente para que possamos nos preservar no futuro. Isto é instinto de sobrevivência.

Perdoar não quer dizer que você deva conviver com o agressor como se nada tivesse acontecido. Aconteceu algo. Isso fica registrado em nossas memórias. Não há como apagar. Perdoar quer dizer que você pode/deve/quer dar uma nova chance para que aquela pessoa que lhe magoou possa se redimir, apesar das ocorrências.



O modelo de perdão interpessoal proposto por Enright
Fase de descoberta

  • Exame das defesas psicológicas.
  • Confrontação da raiva; a questão é liberar a raiva, e não, nutri-la.
  • Admitir vergonha, quando apropriado.
  • Consciência da catexia, ou, dito de outro modo, de estar tendo suas energias drenadas pela mágoa.
  • Consciência do ensaio psicológico da ofensa (ou ruminação da ofensa).
  • Insight de que a vítima pode estar comparando sua situação à situação do ofensor
  • Conscientização de que a ofensa pode causar mudanças adversas e permanentes em si mesmo.
  • Insight da possibilidade de alterar a visão de mundo naquele momento em relação à situação
  • de mágoa.
  • Fase de decisão
  • Novos insights sobre o fato de que as estratégias para lidar com a ofensa e a dor relacionada não
  • estão sendo eficazes.
  • Disposição para considerar o perdão como uma opção.
  • Comprometimento de se perdoar o ofensor.
Fase de trabalho
  • (reenquadramento), em que a vítima se esforça para perceber o ofensor de maneira
  • contextualizada (ampliando sua percepção da situação de ofensa).
  • Empatia em relação ao ofensor.
  • Consciência de compaixão em relação ao ofensor.
  • Aceitação e absorção da dor.
Fase de resultados/benefícios (aprofundamento)
  • Encontrando sentido para si e para os outros no processo de perdão, e mesmo no sofrimento.
  • Percepção de que o próprio self já necessitou do perdão de outros no passado.
  • Percepção de que não se está sozinho, ou não se é a única pessoa a lidar com a mesma ofensa.
  • Percepção de que o self pode ter um novo propósito de vida em função da ofensa.
  • Conscientização do decréscimo de afetos negativos, e talvez, do aumento de afetos positivos em
  • relação ao ofensor; consciência de maior liberdade emocional e interior
(Santana &Lopes, 2012)
.
Psicologa Amil





Os limites do perdão.
Até quando devo perdoar?
Até o seu limite particular.

Até o ponto que você não estiver se violentando, ou se forçando para conviver com alguém que tem potencial para fazer outras maldades.

Até o ponto em que sua ansiedade se tornar num transtorno, numa obsessão




Perdoar pode favorecer o resgate da autoestima



Referências

SANTANA, Rodrigo Gomes  and  LOPES, Renata Ferrarez Fernandes. Aspectos conceituais do perdão no campo da Psicologia. Psicol. cienc. prof. [online]. 2012, vol.32, n.3 [cited  2016-11-23], pp.618-631. Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932012000300008&lng=en&nrm=iso>. ISSN 1414-9893.  http://dx.doi.org/10.1590/S1414-98932012000300008.

21/11/16

O poder do elogio

psicologa bradesco sp, psicologa amil sp




Você sabe fazer um elogio? E receber um elogio?

Eu entendo que para algumas pessoas seja difícil tanto fazer, quanto recebr, afinal vivemos em um universo onde a bajulação substituiu o elogio sincero, o que deixa muitas pessoas constrangidas quando precisam fazer ou receber um elogio.

Porque elogiar?

Quando elogiamos alguém, estamos colaborando para que a sua autoestima aumente, ou se fortaleça. Não é necessário fazer elogios efusivos, repetitivos ou enganosos. Basta um simples comentário positivo


Como receber um elogio?

Agradecendo quem o faz, e se possível retribuindo, afinal, todas as pessoas tem características notáveis.

Elogios nunca devem ser forçados.

Devem ser espontâneos, sinceros e obedecer às demandas do contexto .



Você precisa de afeto



Você precisa de afeto


Mesmo que não seja um processo consciente, a necessidade de afeto é um imperativo da nossa espécie. Cabe aqui esclarecer o que se entende por "Afeto".






A palavra Afeto:Vêm do Latim AFFECTUS, “disposto, inclinado a, constituído”, particípio passado de AFFICERE, “fazer algo a alguém, usar, manejar, influir sobre”, além de vários outros sentidos. Forma-se de AD, “a”, mais FACERE “fazer” *



Neste sentido, precisamos afetar o outro e ser afetados por ele. 


Existem afetos bons e maus. 


São considerados bons aqueles que nos proporcionam prazer e os maus os que nos proporcionam desprazer.


Os afetos bons, ou prazerosos são aqueles que buscamos na companhia das pessoas que podem nos proporcionar algum tipo de gratificação, seja da ordem física (cuidado físico, afago, prazer sexual) ou de ordem psíquica: (compreensão, acolhimento, empatia, aceitação). 



Precisamos deste tipo de afeto para nos sentir (relativamente) seguros, mas torna-se um problema quando nos tornamos dependentes afetivos.






A relação de cuidado deve compreender um limite entre o que é necessário e exagerado. Quando assume ares de "afeto" torna-se um problema, pois o cuidado exagerado impede o crescimento (emocional e cognitivo) do outro.






Por exemplo: mães que não permitem que os filhos ganhem independência, convencendo-os que o mundo é um lugar ameaçador e desta forma impedem-no de conhecer nosso afetos, tolhendo seu desenvolvimento emocional e /ou psicológico.






Os afetos maus






Ou desprazerosos, são aqueles que experimentamos diante de uma perda, ameaça, desafio desproporcional, provocação, frustração, etc.






Acredito que todos já passamos por situações assim....Mas .... será que precisamos disso?






Para o nosso desenvolvimento emocional e cognitivo, precisamos sim (nas devidas proporções).






A criança que nunca ouviu um "não" pode se tornar um adulto tirano ou egoísta.. (embora o excesso de nãos também possa ter o mesmo efeito);






A menina que cresceu num "reino encantado, cercada de príncipes", pode ter dificuldades de viver em um mundo real, onde existem mais "sapos" do que "príncipes", desenvolvendo um mecanismo chamado "negação" que lhe possibilita viver no mundo da fantasia por mais tempo que o normal, perdendo contato com a realidade, fantasiando a ausência de afeto com atitudes de arrogância ou presunção, acreditando-se "irresistível" sem de fato ser....Os ganhos desta atitude são desprezo, deboche, piedade, ou seja, afetos maus.






O adulto que está acostumado a impor suas vontades de forma tirânica, pode também ter desenvolvido mecanismos de defesa (racionalização e negação) que lhe permitem viver em uma fortaleza emocional, insensível ao sofrimento alheio. Os ganhos desta atitude são mais afetos maus (raiva, ódio, rancor).






Estes indivíduos criam verdadeiras fortalezas emocionais, onde "ninguém entra, ninguém sai", ou seja, tornam-se incapazes de modificar o tipo de afeto que possuem, pois se negam a conviver com o novo, com o diferente, pois temem que seu arcaboouço de afetividade (boa ou má) seja influenciado por outras formas de afeto; e por não ter preparo emocional para lidar com estas mudanças, preferem se esquivar do risco de ter de mudar... e se contentam em racionalizar os afetos maus, com pensamentos disfuncionais. Possivelmente, só se darão conta que há "algo muito errado acontecendo" quando os seus afetos verdadeiros começarem a abandoná-lo..


Concluindo: precisamos dos afetos bons e ruins, dos positivos e negativos, para nossa evolução emocional e cognitiva; os bons nos dão segurança; os maus nos desafiam e nos obrigam a crescer.


























(*fonte: http://origemdapalavra.com.br/site/palavras/afeto/).

19/11/16

As cinco fases do luto afetivo


Quando o amor morre...

“Acabou. E agora o que eu faço"?



Quando o amor morre...

Não importa o motivo: as rupturas quase sempre são dolorosas, mesmo quando não há mais amor. Isto ocorre, porque, segundo Helen Fisher (Bióloga que estuda as relações afetivas), nosso sistema de recompensa está habituado a receber as gratificações do parceiro, o que ajuda na produção de endorfinas pelo cérebro. Uma vez que o parceiro se vai, a produção de endorfinas cai, o que deixa o indivíduo em estado de apatia, tristeza e angústia.

Necessário considerar que se o sofrimento for IMENSO, causando comprometimento social (deixar de dormir, comer, trabalhar, etc.) convém procurar auxílio apoio terapêutico.

A paixão, seja ela correspondida ou não, dura em média 06 meses a 03 anos. Depois de um tempo há um declínio que pode se transformar em amor verdadeiro, amizade ou indiferença. A raiva não é o oposto do amor, mas sim, uma das formas pela qual se manifesta. 

Quem decidiu pelo rompimento pode começar aos poucos o processo de desligamento apagando aos poucos as marcas do outro, começando pelas mais simples.


É importante dar tempo ao tempo, mas iniciar outro romance na sequência é desaconselhável, pois o cérebro precisa de tempo pra se recuperar da frustração. E isto envolve tempo. É como convalescer após uma doença. Infelizmente é necessário conviver com o vazio.As cinco fases do luto afetivo

As cinco fases do luto afetivo



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Quando um rompimento afetivo (amoroso, ou mesmo de amizade) chega ao fim, pode-se considerar que há uma morte, que para ser elaborada deverá passar pelas 5 fases do luto, propostas por Kluber-Ross: Negação, Raiva, barganha, depressão e aceitação.

1)    Negação:

Fase marcada pela tendência a mascarar a ocorrência, com atitudes divergentes daquelas que são esperadas  onde há uma ruptura, podendo ocorrer um comportamento dissimulado de pseudo-felicidade: “eu estou muito feliz por ter terminado o namoro”, “Agora quero mais é curtir a vida”. Nesta fase é comum que o individuo busque a companhia de outras pessoas para evitar o confronto com o sentimento de solidão. Como neste trecho da música “Agonia” de Oswaldo Montenegro (1980)

2)   Raiva:

A negação tem alguns limites que a realidade impõe, mas nem sempre as pessoas percebem, afinal vivemos em um contexto social que nos ensina a mascarar as tristezas e exibir nossa melhor face, sempre. Porém, como eu disse a realidade sempre impera (por mais que o conceito de realidade seja subjetivo), e a negação agora assume outra forma: passa a se expressar pela RAIVA, sentimento oriundo dos processos de frustração. Neste caso, a raiva é a negação do sentimento POSITIVO que alimentou a relação. É comum que os indivíduos passem a emitir comportamentos que favoreçam a depreciação do outro: “ Não sei como pude amar a fulana, ela nem é bonita”, ou “ Como eu perdi tempo com a beltrana, ela nem era inteligente. Tudo o que ela sabe fui eu que ensinei. Duvido que sobreviva sem mim”  ou “ela nunca vai arrumar alguém como eu, afinal não tem competência, nem beleza, nem nada”. A emissão destas falas depreciativas tem como meta primária agredir não o outro,... mas o sentimento que se nutre por ele. Como diz Adriana Calcanhoto na música “Mentiras”:

3) Barganha:

O individuo tentou negar o próprio sentimento de inferioridade oriundo da ruptura; depois aceitou a ruptura, mas tentou negar os sentimentos que nutre pelo outro. Nada disso deu certo! O jeito é assumir que houve uma ruptura, porém a negação que ocorre aqui é no que concerne ao seu caráter definitivo, portanto entra em cena o comportamento de barganha ou trocas. São comuns atitudes que visam atingir o outro de forma (a) direta “Juro que se você voltar eu nunca mais brigarei com você”; “prometo que paro de me lamentar tanto”, serei menos ciumento”, etc... ou (b) indireta: se arrumar do jeito que o outro gosta, usar o perfume que ele aprecia, ler os mesmos livros que ele; ir aos mesmos lugares, etc. este modo indireto de barganhar é muito comum em pessoas pouco assertivas, que tem dificuldades de falar o sentem, então passam a barganhar por meio de comportamentos que o outro aprecia: “vou me vestir de vermelho porque sei que ele adora vermelho” e com isto, tentar chamar a atenção da pessoa que o rejeitou. 

.4)   Depressão:


Conforme o tempo passa e o individuo vai percebendo que a barganha não está conseguindo mobilizar o outro, é chegado o momento em que a ficha cai: você realmente perdeu o outro! Nossa, como isso dói! Mas é FUNDAMENTAL sentir esta dor, pois é ela que vai te conduzir à maturidade emocional e consequentemente a dias melhores. Nesta fase há pouca coisa a ser feita para minimizar este sofrimento e as lágrimas são bem vindas.

5)   Aceitação:

Nada do que foi tentado deu certo, e o que tinha que ser lamentado já foi! Agora é “bola pra frente”. É hora de aceitar o “game over” e começar uma nova partida, depois do merecido descanso. Nesta fase é comum que haja interesses por novas atividades, que excluam qualquer contato, com o ex., como diz Ivan Lins, na música “começar de novo”:




Espero que este post possa ter servido para ampliar a compreensão sobre as rupturas, mas devemos considerar que estas fases não são lineares, podendo ocorrer em conjunto, ou em outra ordem. Algumas pessoas talvez nem passem por todas elas, outras passam diversas vezes.



Se a dor estiver insuportável, procure ajuda de um psicólogo.

  


REFERÊNCIAS



DICIONÁRIO Aurélio.
Amor.
[Online]. Disponível Em Http://Www.Dicionariodoaurelio.Com/Amor.Html
Acesso Em 23 De Junho De 2013.

FABICHACK, Cibele. 
Amor, Sexo, Endorfinas E Bobagens. 
São Paulo, 2010.

FROMM, Erich. 
A Arte De Amar
São Paulo. Martins Fontes. 1971

KÜBLER-ROSS, E. 
Sobre A Morte E O Morrer. 
8.Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

SOUZA, Tuhany Barbosa. 
Amor Romântico.
Monografia de Conclusão De Curso.
Uniceub, 2007.








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