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Psicologia dos Relacionamentos

29/05/16

Vamos falar sobre AMOR (Parte 2)

Continuação do texto: Vamos falar sobre Amor?


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A amplitude do tema possibilita as múltiplas reflexões, portanto este tópico tem como finalidade ampliar o entendimento sobre o Amor, sem a pretensão de esgotá-lo.


Amor na Psicologia


O amor é entendido na teoria de Stenberg (1986) como a variação em função da extensão três elementos básicos: a paixão, a intimidade e o compromisso. As variações possibilitam oito formas diferentes de amar.



Paixão
Intimidade
Compromisso
Desejo passageiro
X
Amizade
X
Companheirismo
X
X
Amor vazio
X
Amor romântico
X
X
Paixão fugaz
X
X
Amor consumado
X
X
X
Inexistência de amor


Paixão - conjunto de reações emocionais, de ordem biológica que visa a proximidade entre os pares. Geralmente dura até dois anos, podendo transformar-se em amor ou extinguir-se.

De acordo com Fabichak (2010):
Possui três características básicas: sentimentos de felicidades sobre o ser amado; pensamentos intrusivos, ou seja, pensamentos repetitivos sobre o amado [...] E um desejo ardente pela união emocional com o parceiro (p. 47).



Intimidade – implica em partilhar ocorrências boas e ruins, uma vez que envolve a confiança na pessoa amada. Aliás, um dos aspectos que torna esta pessoa tão desejada é o fato de que ela não se mostra ameaçadora, portanto confiável (observe que este conceito de confiabilidade varia de pessoa para pessoa). Se a pessoa é confiável, significa que você poderá contar com ela em diversos momentos. A intimidade é diferente da confluência, pois é possível manter uma relação de intimidade com alguém sem fundir-se a ela, mantendo a individualidade.



Compromisso – é o engajamento na relação que pressupõe levá-la adiante (até onde for possível), buscando a superação de adversidades.




A sincronicidade

Pesquisas recentes (Fredrickson, 2013) apontam que o amor é considerado como uma emoção. Da mesma forma que o medo e a raiva, e não é possível senti-lo o tempo todo, ficando sujeito às modificações do contexto.

Para a pesquisadora Barbara Fredrickson, o amor não é duradouro e sim um micromomento de conexão com outras pessoas. 

As evidências sugerem que quando você realmente tem um ‘clique’ com alguém, uma sincronia momentânea, mas discernível, emerge entre os dois, conforme os gestos, a bioquímica e as descargas neurais, se espelhando um no outro em um padrão que denomino ressonância de positividade. (Fredrickson, apud Araia, 2014).
Isto explica em partes, o motivo que leva alguns apaixonados (e outras pessoas conectadas entre si) a terem os mesmos comportamentos, mesmo que de forma sutil. Portanto, a correspondência afetiva não se resume a "fazer coisas juntos". Vai muito além disso. Não é objetiva, e sim, subjetiva. As vezes nem é observável a olho nu.  


O amor pode ser cego, mas é inteligente. 

Para que ocorra o amor, é necessário que os mecanismos cerebrais, responsáveis pelos comportamentos de interação afetiva estejam devidamente sincronizados, e infelizmente, isto não é um procedimento consciente. Por isso, não se  pode obrigar alguém a amar, se isto não for "neurologicamente possível".  

A falta de sincronicidade pode levar muitos indivíduos a  investirem em relacionamentos fadados ao fracasso, pois procuram a sincronicidade em comportamentos observáveis, gostos parecidos, etc. Se a teoria de Fredrickson estiver correta (2013) você não precisa mudar nada no seu comportamento para viver um amor verdadeiro; basta ser você mesmo. Alguém, em algum lugar, certamente entrará na mesma sintonia que você. 



Referências:

ARAIA, Eduardo. O amor é uma emoção: não é eterno, mas pode ser infinito.[Online]. Disponível em: http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/140512/O-amor-%C3%A9-uma-emo%C3%A7%C3%A3o-n%C3%A3o-%C3%A9-eterno-mas-pode-ser-infinito.htm. Acesso em 08 de maio de 2015


FREDRICKSON, Barbara. Amor 2.0: Como Nossa Emoção Suprema Afeta Tudo o Que Sentimos, Pensamos, Fazemos e nos Tornamos. Cia Ed. Nacional, 2013.


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Você se sente amada (o)?

Você se sente amado (a), reconhecido (a), desejado (a), querido (a)?


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Se você respondeu sim a esta pergunta, talvez saiba responder a pergunta seguinte:

O que faz com que você se sinta amado?

Se você parou e pensou muito antes de dar uma resposta, ótimo: significa que a resposta não é tão óbvia quanto parece. E assim deve ser, porque estamos falando de sentimentos. E sentimentos são bastante complexos para serem explicados em apenas uma linha.


Pesquisas recentes (Fredrickson, 2013) apontam que o amor é considerado como uma emoção. Da mesma forma que o medo e a raiva, e não é possível senti-lo o tempo todo, ficando sujeito às modificações do contexto. De acordo com esta teoria, o amor não é algo perene, mas sim, uma emoção sujeita a flutuações. Portanto, quem ama, não consegue sentir o tempo todo, e consequentemente, não vai expressá-lo sempre, exceto se levar uma vida bastante ociosa, o que é bastante improvável.

Portanto, se você se ente amado (a), é provável que em alguns momentos haverá dúvida, pois certamente aquela pessoa que lhe dá amor estará envolvida em outras atividades, com pensamento longe. Isto não significa desamor, mas sim, um amor adaptado às demandas do cotidiano.







FREDRICKSON, Barbara. Amor 2.0: Como Nossa Emoção Suprema Afeta Tudo o Que Sentimos, Pensamos, Fazemos e nos Tornamos. Cia Ed. Nacional, 2013.


Como agem as pessoas apaixonadas?

É muito comum que as pessoas apaixonadas queiram saber se de fato, são correspondidas. Para obterem esta resposta, geralmente passam a observar os mínimos gestos do outro.


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Porém, nem sempre as pessoas apaixonadas agem da forma como o outro imagina. Parece que falta sincronicidade.
Muitos, embora estejam extremamente apaixonados, tendem a reprimir seus atos a fim de ocultar aquilo que sentem, para não se machucar. Porém, esta inferência é perigosa, uma vez que não dá pra saber o que o outro sente, exceto se ele falar. Em alguns casos, mesmo quando os gestos, a fala, o olhar denunciam uma paixão, isto pode ser momentâneo e não se sustentar por muito tempo.

O que acontece no cérebro dos apaixonados?
Quando um "certo alguém" cruza teu caminho,  os centros da recompensa do cérebro intensificam a produção de dopamina, substância responsável pelo bem estar emocional, favorecendo os comportamentos de aproximação. Nesta fase é comum que as pessoas façam mudanças sutis ou radicais na aparência, mudem alguns hábitos ou mesmo que fiquem mais distraídas. 
  • O efeito da dopamina no cérebro é o mesmo da cocaína: provoca bem estar e quando não está disponível, provoca crise de abstinência, por isso que o contato com a pessoa amada produz sensação de bem estar.  
  • A produção de  feniletilamina,  contribui para a formação de novas memórias e isto faz com que os apaixonados se recordem de detalhes minúsculos. 
  • A produção de oxitocina (nas mulheres) e vasopressina (nos homens), favorece a criação de um vínculo mais sólido e duradouro, levando os apaixonados a desenvolverem comportamento de aproximação. 
  • Em contrapartida, há uma redução na produção de serotonina, o hormônio responsável por reduzir os níveis de estresse. Por conta disso, as pessoas apaixonadas tendem a apresentar ansiedade acima da sua média, nos primeiros meses, desenvolvendo pensamentos obsessivos e ideias compulsivas, como no Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).
  •  A testosterona também esta nos dois organismos, porém é menor nas mulheres.  Seu efeito é notado pelo aumento da libido na mulheres e  sua queda provoca menos agressividade nos homens.
Como se comportam?
Apesar de todo comprometimento do senso crítico, algumas pessoas conseguem reduzir os comportamentos inadequados, limitando-se apenas a manter alguma proximidade discreta.
Outros são mais "estabanados", chegando a demonstrar de forma nada discreta  que estão sentindo, como por exemplo, "grudando na pessoa", ou demonstrando um ciúme fora do normal e inadequado para o status da relação naquele momento.

Algumas pessoas modificam a aparência de forma drástica para que sejam notados; outros buscam proximidade por meio de mensagens de texto, ligações ou curtindo e comentando fotos em redes sociais.

Independente da forma como agem, a tendência a proximidade é um sinal que quase não deixa dúvidas quanto às emoções do outro, embora, em alguns raros casos, a proximidade visa a satisfação de outros interesses.

O que pensam?
Fazendo uma triste analogia: os casais apaixonados se comportam de forma próxima aos dependentes químicos, que sentem prazer ao entrar em contato com o objeto da sua dependência, e sensação de abstinência quando o objeto está ausente. No caso dos apaixonados, esta abstinência pode ser comparada àquela saudade enorme que bate quinze minutos depois que o parceiro vai para sua casa.
Prazo de validade. 
Fisher aponta que este apaixonamento é um estado transitório que dura de 12 a 24 meses, tempo suficiente para que os pares se conheçam, e que esta vinculação se transforme em intimidade e compromisso, se transformando em AMOR.
Para saber mais sobre amor, leia o post "Vamos falar de amor"
Porém, isto nem sempre acontece. Em alguns casos, a vinculação acaba cedo demais em um dos pares, deixando o outro numa situação de insegurança. Nesta fase, as características negativas do outro tendem a aparecer, e isto pode assumir uma forma de desvinculação. Por isso, as brigas tendem a ser frequentes, e muitas vezes envolvem até as famílias. Quando isto ocorre, é importante que ambos tenham clareza do que está acontecendo, assumindo que se a paixão acabou unilateralmente, pouco poderá ser feito para reverter, pois como foi dito, trata-se de um processo biológico.Se sobraram bons sentimentos como a admiração, o companheirismo, a intimidade, o comprometimento, é possível contornar esta situação e viver uma relação saudável e duradoura (como muitos casais). Se não sobrou anda além do desrespeito, da exploração, da deslealdade... bem.... é hora de pensar se vale a pena investir no resgate desta relação. As vezes o recomeço pode ser mais produtivo e menos desgastante emocionalmente.

Diferenças entre homens e mulheres
Alguns estudos apontam que a paixão tende a ser mais intensa nos homens, que nas mulheres. Nos homens a paixão em geral é mais intensa e fulminante, porém pode durar pouco; na mulheres ao contrário pode durar mais tempo, embora leve mais tempo para se instalar.
Mas isto nem sempre seja percebido de forma observável, pois algumas pessoas conseguem disfarçar esta tempestade hormonal por meio de "atitudes bem comportadas" . 
Referências:
FISHER, Helen. Porque Amamos. a natureza e a química do amor romântico. Buenos Aires; 2004.
Maris. V. Botari - Psicóloga
(11) 99984-9910
psicologamaris@gmail.com

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