18/02/2017

Abra-se ao amor sem medo de ser feliz

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Tenho observado que muitas pessoas estão enfrentando dificuldades em estabelecer relacionamentos afetivos. Um dos motivos apontados é o medo de sofrer decepções.


Concordo que seja um risco. O sofrimento oriundo de uma desilusão amorosa é grande e de difícil elaboração, levando algumas pessoas a desenvolverem quadros de ansiedade e depressão. 



Na vida, não temos garantias de nada. A roda gira e as coisas mudam sem que possamos fazer algo para reverter. No entanto, deixar de vivenciar os benefícios de uma relação afetiva pode ser igualmente nocivo.



Porque não se arriscar?



Por medo de sofrer? ok. Mas existem garantias de que o seu próximo relacionamento será doloroso? Será que a sua forma de encarar as vivências não está contaminada pelo pessimismo inútil?



Considere que a probabilidade de fracasso é a mesma de sucesso, e que o sucesso depende também de você. Cabe a você acreditar que pode dar certo e fazer a roda girar positivamente.



Quando conhecer alguém que lhe desperte interesse, tente se aproximar de forma otimista. Se perceber que o interesse é mútuo, dê espaço para que o outro entre na sua vida de forma lenta e gradual, para estabelecer um vínculo de confiança. Deste modo, a possibilidade de sofrer no futuro é menor.


As pessoas que vivenciam relacionamentos prósperos também já passaram por muitas dificuldades e certamente aprenderam a lidar com elas. Nenhum relacionamento é perfeito como nos contos de fadas ou filmes. Na vida real, as coisas ocorrem de forma menos fantasiosa. 


Seu parceiro afetivo certamente não será perfeito o tempo todo. Cometerá erros, esquecerá coisas importantes, terá momentos de estresse, que parecerão momentos de desamor. E você fará coisas semelhantes. Ou piores.



Mas é assim que crescemos afetivamente. Aprendendo a dar e receber amor, compreendendo que cada pessoa é única, e que o outro é um ser totalmente diferente de você, embora, no primeiro momento pareça igual, mas esta igualdade se desfaz diante das demandas da vida.


O medo de sofrer desilusões possivelmente tem relação com a vaidade e com o orgulho. Quando reduzimos estes sentimentos ficamos mais corajosos e ganhamos força para enfrentar qualquer situação de cabeça erguida.


Vá! 
Sem medo!
Ou vá com medo mesmo!
Se der errado, você certamente aprenderá novas formas de lidar com o sofrimento.


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17/02/2017

Quando você não consegue aceitar seu parceiro como ele é



 Quando você não consegue aceitar seu parceiro como ele é




Dizem por aí que o amor é um estado de leveza, que proporciona alegria, bem estar, colaborando para a melhoria da saúde emocional dos parceiros. O bem estar psicológico promovido pelos comportamentos afetivos favorece a manutenção da saúde física, ajuda no desenvolvimento social e profissional.

Porém, isto nem sempre acontece: em alguns casos, as relações afetivas se transformaram em "ringues", onde as trocas se transformaram em disputas, e a rivalidade entre os pares se faz presente em praticamente todos os momentos.

Em outros casos, há uma tendência em adaptar o parceiro (ou a parceira) ao seu modus vivenvi, ignorando sua singularidade.
Por exemplo: gostar da pessoa, mas exigir que não use certas roupas, ou desdenhar de seu corte de cabelo, pode ser interpretado como a não aceitação do outro. As adaptações exigidas podem ser consideradas tentativas de "enfiar o parceiro (ou a parceira) no leito de procusto"


O leito de procusto:
Na mitologia grega, Procusto era um ladrão que fazia suas vítimas deitarem em seu leito pequeno. Para que as pessoas coubessem em seu leito, cortava-lhe as pernas.



Tais tentativas de enlatar o outro, ocorrem por causa da intolerância ao que é diferente: é mais fácil mudar o outro que mudar a si mesmo.

Esta intolerância tem sua origem, em partes, nos meios de comunicação: algumas revistas ensinam a ter o corpo perfeito, levando-o, de forma inconsciente, a buscar um relacionamento com outro corpo perfeito. Ignora-se, neste caso, toda a subjetividade do outro.

Alguns livros de autoajuda, voltado para o público feminino, leva algumas mulheres a se mobilizarem na busca do homem ideal, fortalecendo a velha crença formada na infância, por meio dos contos de fadas: busca-se um príncipe, rejeita-se o sapo. Ora, será que ainda existem príncipes? Será que em algum momento existiram? Seriam espécies em extinção? 

Algumas novelas, filmes e seriados também colaboram para a construção e/ou manutenção do mito do "amor ideal", priorizando cenas que demonstram status, poder, beleza, sexualidade hiperativa, levando algumas pessoas a almejarem um romance em padrões parecidos.

Algumas músicas também ajudam a distorcer o objetivo dos relacionamentos, pois sugerem em suas letras comportamentos de apego exagerado e dependência afetiva, favorecendo e legitimando o surgimento de comportamentos de apego exagerado e/ou dominação. 

Outro ponto que merece destaque é a forma que os pares estabelecem contatos: o "bom dia, boa tarde, ou boa noite" via whatsapp é ótimo para demonstrar proximidade entre os pares, mas é péssimo quando se torna obrigação. Isto tem se transformado em motivo de desentendimento, pois quando um dos pares tem a tendência a dominar a relação, pode se sentir ultrajado quando seu "bom dia" não é respondido no mesmo momento.

O indivíduo com tendências dominadoras, possivelmente age desta forma por insegurança, uma vez que não consegue lidar com imprevisibilidade, faz com que tudo ocorra dentro de um padrão, gastando seu tempo em comportamentos de controle e levando a relação ao desgaste.


Deste modo, as relações afetivas vão se transformando em relações aflitivas, pesadas, carregadas de tensão, dor, sofrimento, chegando em alguns casos a se transformarem em relações patológicas de poder e dominação.


Sendo assim, é importante que  consiga manter o senso crítico, ampliando a compreensão sobre os possíveis motivos que te levam a emitir comportamentos de dominação, e os motivos que te levam a vivenciar uma relação de dominação.

É sempre útil questionar o que se ouve,  o que se vê, o que se lê. Evite comparar seu relacionamento com o de outras pessoas, pois cada um tem uma história de vida diferente, o que tonar os relacionamentos diferentes também.

Busque alternativas criativas para vivenciar relacionamentos felizes! Não se prenda a pequenos detalhes, busque vivenciar a relação intensamente, aceitando seu parceiro como ele é. Conviver com as diferenças nos ajuda a desenvolver a tolerância e a segurança.

Boa sorte! Sucesso no amor!








COSTA, Paulo José da. A loucura no leito de procusto. Psicol. estud.,  Maringá ,  v. 12, n. 3, p. 651-653, Dec.  2007 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722007000300023&lng=en&nrm=iso>. access on  06  Dec.  2015.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722007000300023.

16/02/2017

Frustração: O que é e como lidar



"A vida não pode ser um contagotas na tua mão

Uma chuva que não chove, um sol que não sai
A vida não pode ser medida com precisão
Motor que não se move, nuvem que não se vai"

(Humberto Gessinger - Nuvem)




Em algum momento da vida, nos deparamos com obstáculos que impossibilitam a execução de uma tarefa, ou a conclusão de um projeto; nestes casos, a frustração pode ocorrer, dependendo da quantidade de investimento emocional envolvida.


O diagrama acima mostra de maneira aproximada, de que forma o sentimento de frustração aparece.

No primeiro momento, há uma ideação: você planeja algo que poderá lhe agregar algum ganho material e/ou afetivo, e investe seu tempo, dinheiro e emoção para conseguir levar adiante seus anseios. Nesta fase, em geral, é comum que os indivíduos busquem informações sobre como conseguir êxito.

No segundo momento, os obstáculos aparecem, e o sentimento de frustração pode aparecer, seguido ou não de raiva.

Situações mais frequentes:

Frustração no trabalho:

Exemplo - Possibilidade de promoção que não ocorreu: a vaga prometida foi preenchida por outro colega. Neste caso, alguns indivíduos tendem a questionar sua formação, sua competência e até mesmo seu caráter, o que pode gerar confusão de identidade, tanto pessoal, quanto profissional. Surgem questionamentos do tipo: "será que estou na profissão certa?" "se eu tivesse agido desta ou daquela forma teria conseguido?" Estes questionamentos, em geral levam ao rebaixamento da autoestima e à distorções cognitivas (pensamentos equivocados).

Como lidar:
Tente analisar a situação de forma racional e com certo distanciamento: "Será que eu estava devidamente preparado para aquela vaga?"; "Faltou comunicação?"; "Eu esperei demais?".

Tente argumentar com os responsáveis de maneira sensata, sem vitimização: 
"Eu entendo que outra pessoa foi promovida para a vaga, mas gostaria de saber quais as habilidades necessárias para o cargo, para que eu possa adquiri-las, e quem sabe, merecê-la, no futuro".

Evite situações que envolvam sentimentalismo e ou pessoalidades: o simples fato do chefe almoçar com você, não significa que você será promovido. Outras habilidades contam, nestes momentos.

A raiva pode levar alguns indivíduos a autossabotagem, impedindo-os de executarem suas funções com a responsabilidade exigida. É compreensível, que algumas pessoas tenham dificuldades em lidarem com a promoção de um colega que não gostem. Esta dificuldade pode se relacionar com o sentimento de diminuição perante o outro. Uma alternativa para lidar com isso é rever os sentimentos em relação ao ambiente de trabalho, às tarefas, etc., reduzindo a importância do trabalho na sua vida, buscando fora do trabalho, outras formas de gratificação.


Frustrações na vida afetiva

Quando um indivíduo conhece alguém que lhe desperte interesse, é comum que passe a idealizar situações gratificantes que possam ser vivenciadas a dois, onde os interesses possam ser compartilhados.

Esta busca pelo prazer é uma condição do ser humano, porém nem todas as situações se desenrolam da forma que foram idealizadas: o parceiro (a) afetivo pode deixar a desejar na forma como estabelece contato (frequência, meio de comunicação), na forma como se veste, como fala, como pensa, como age, etc. Isto pode gerar grandes ou pequenas frustrações.

Salvo algumas  exceções, estas frustrações só ocorrem porque houve idealização excessiva em algum momento. E isto tem relação com a expectativa exagerada de encontrar alguém que "preencha um vazio". Ora, esperar que o outro supra deficits que lhe pertencer é sempre o caminho mais curto para chegar a frustração, pois não se deve colocar a responsabilidade pelo bem estar emocional nas mãos de quem quer que seja.

No entanto, algumas frustrações nesta área da vida surgem como surpresa: de repente, o parceiro (a) foi pego cometendo um ato reprovável, como traição ou algo que assuma proporções inesperadas. Neste caso, não se trata de idealização excessiva, mas sim, de quebra de confiança,  que coloca a relação em xeque. Lidar com estas frustrações não é tarefa fácil uma vez que a imagem do parceiro (a) terá que ser reconstruída e este processo é longo, e nem sempre vale a pena. As vezes é melhor romper a relação, vivenciar o luto e seguir adiante.

Frustrações na vida acadêmica

Na vida de estudante, as frustrações são algo corriqueiro para quem espera um bom desempenho. As vezes, os alunos dão o melhor de si, e mesmo assim, não conseguem boas notas.

Nestes casos, a única forma de lidar com as frustrações é pensar em fazer o que for possível para conseguir a aprovação, sem tentar ser o melhor da sala ou superar o colega. Focar nos próprios estudos e no próprio desempenho é uma boa alternativa.

Conclusão.

A Frustração é o sentimento inerente ao desejo não realizado, ocorrendo sempre que uma idealização ou expectativa foi abortada. A raiva pode surgir como emoção colateral.
As formas mais indicadas de lidar com situações frustrantes são: mudança de foco, busca de novas alternativas, assumir a responsabilidade pelos próprios atos.






15/02/2017

Mitos e verdade sobre Psicoterapia

Mitos e verdade sobre Psicoterapia

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A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum ( com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.


As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.



Eis alguns deles:


  • Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.
Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.

  • Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"
Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o paciente viria  para a terapia apenas para a "manutenção cognitiva". Claro que em ALGUNS casos, a psicoterapia é necessária por longos períodos. se as pessoas são diferentes, o tempo de terapia também o é.

  • Mito 3 . "Custa caro"
Não mesmo. se você procurar com calma,sempre encontrará um profissional que aceite o que você pode pagar. Basta conversar. É obrigação do psicólogo estar aberto ao diálogo.

  • Mito 4: Substitui a medicação.
Não. E o pressuposto contrário também é falso. São tratamentos complementares, como o trabalho do dentista e do protético. É necessária uma avaliação bem feita para saber quando entrar com medicação, quando pedir a suspensão, a redução, etc.

  • Mito 5. "psicólogo não pode atender parentes"
De fato: não pode atender OS SEUS parentes. Não podemos atender nossos irmãos, tios, primos, filhos, pois nosso vínculo transcende o profissional. Sobre atendimento de indivíduos da mesma familia, o CRP-SP responde:



77 - Posso atender pessoas que se conhecem ou que são parentes, em atendimentos individuais?A decisão pelo atendimento é do(a) psicólogo(a), que considerará se o atendimento interferirá negativamente nos objetivos do serviço prestado, uma vez que não há nada na regulamentação que proíba especificamente o atendimento de familiares e/ou conhecidos(as).78 - Devo tomar algum cuidado quando optar por atender familiares e/ou conhecidos(as)?Sim. Além do conhecimento e consentimento das pessoas atendidas, o(a) psicólogo(a) deverá estar atento(a) em relação ao sigilo profissional. As informações de um atendimento não podem, em nenhuma hipótese, ser reveladas ou utilizadas no outro atendimento.

 (Fonte: Manual de orientações do CRP-SP)






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10/02/2017

"Cadê minha alma gêmea?" - A busca pelo relacionamento perfeito

"Cadê minha Alma Gêmea?"
A busca pelo relacionamento perfeito.


O medo do envolvimento afetivo catastrófico leva muitas pessoas a buscarem relacionamentos "quase" perfeitos, ou seja, culmina na busca pela "alma gêmea". 
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Não há nada errado em buscar relacionamentos com pessoas que tenham afinidade, mas os problemas começam quando as exigências limitam as escolhas. 

Esta busca se justifica em partes pelo medo de se envolver afetivamente com pessoas que poderão trazer sofrimentos futuros, como traições, agressões ou prejuízos materiais (ou tudo isso junto). Desta forma, a busca pela "alma-gêmea" seria a busca por alguém que compartilhe os mesmos valores éticos e morais. 

Deve-se observar que o simples fato de encontrar alguém com o mesmo nível sócio-cultural não é garantia de prosperidade no amor. Mesmo que um casal compartilhe do mesmo padrão de vida, pode apresentar diferenças na forma de olhar o mundo.

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Outro ponto a considerar: alguns indivíduos imaginam que a "alma gêmea" é aquela que se comporte da mesma forma que eles. Se enviam mensagem três vezes ao dia, esperam que o outro faça o mesmo; se respondem em menos de três minutos, esperam que o outro também o façam. Não conseguem lidar com a frustração de não ver suas necessidades afetivas serem atendidas no seu tempo. Ignoram que o outro tem o tempo dele. Reclamam atenção constante, o que afasta o seu parceiro afetivo. E buscam uma nova "alma-gêmea".

A reflexão que eu proponho é será que esta busca pela "alma-gêmea" não seria uma forma de jogar nos ombros alheios a dificuldade em lidar com as frustrações no relacionamentos? 

Naturalmente, alguns pontos devem ser observados: a diferença gritante de valores éticos e morais pode ser um levar um relacionamento à falência,

amor precisa de alguns pontos de sustentação

Os principais pontos são: a paixão, intimidade e comprometimento:

  • Paixão - Corresponde ao tanto de atração física e desejo pelo outro;
  • Intimidade - O quanto o parceiro se mostra confiável para guardar e compartilhar segredos;
  • Comprometimento - Envolve relações de cuidado com o outro.

Desta forma, a busca pela alma-gêmea não deveria se caracterizar por padrões estéticos, financeiros, sociais e culturais, mas sim, pelo tanto de investimento afetivo que o outro está disposto a dar, pois o que sustenta a relação, na verdade não são os pontos em comuns, mas o tanto de tolerância que se tem com os pontos divergentes do outro.

Em resumo: a "alma-gêmea" deveria ser alguém que compartilhe nossos defeitos e os tolere, e não alguém que exalte nossas qualidades. 





Alma gêmea de minh'almaFlor de luz da minha vidaSublime estrela caídaDas belezas da amplidão
Quando eu errava no mundoTriste e só no meu caminhoChegaste devagarinhoE encheste-me o coração
Vinhas nas bênçãos dos deusesNa divina claridadeTecer-me a felicidadeEm sorrisos de esplendorÉs meu tesouro infinitoJuro-te eterna aliançaPorque eu sou tua esperançaComo és todo meu amor

XAVIER, F. "Há 2000 anos", cap. IV  

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