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Você merece uma Terapia Humanizada - Psicologa São Paulo

Acolhimento humanizado é, antes de tudo, compreender que existe uma pessoa por trás de cada queixa, de cada dificuldade e de cada sofrimento. 

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Quando alguém procura uma psicóloga sp, nem sempre consegue explicar exatamente o que está acontecendo. 

Às vezes, chega cansada, confusa, com medo, envergonhada ou simplesmente sem saber por onde começar.

As diferentes abordagens da psicologia apresentam diferentes maneiras de compreender o ser humano e conduzir o processo psicoterapêutico. 

Não significa concordar com tudo, tampouco dizer ao paciente aquilo que ele gostaria de ouvir. Significa escutar com atenção, respeito e disponibilidade para compreender aquela experiência dentro da história de quem a vive.

Cada pessoa possui uma maneira própria de sentir, pensar e reagir. 

Por isso, não existe uma fórmula única para compreender o sofrimento humano. 

O acolhimento humanizado parte justamente dessa compreensão: não somos todos iguais. 

Duas pessoas podem passar por situações semelhantes e vivenciá-las de maneiras completamente diferentes.

Uma separação pode representar liberdade para alguém e uma profunda sensação de abandono para outra pessoa. 

Uma mudança profissional pode ser percebida como oportunidade por uma pessoa e como ameaça por outra. Uma crítica aparentemente pequena pode tocar em experiências antigas e provocar uma dor muito maior do que alguém de fora poderia imaginar.

Por isso, acolher também é evitar julgamentos precipitados.

Na psicoterapia, falar sobre necessidade de aceitação pode ajudar a compreender quanto algumas pessoas sofrem tentando corresponder às expectativas dos outros. A necessidade de ser aceito, amado ou reconhecido pode influenciar escolhas, relacionamentos e até a maneira como uma pessoa enxerga a si mesma.

O processo terapêutico pode ajudar a olhar para essas questões com mais cuidado, inclusive para compreender quando a busca pela aprovação alheia começa a ocupar um espaço grande demais na vida.

Isso também se relaciona com a necessidade de aceitação que tantas vezes aparece silenciosamente nas relações: o medo de desagradar, de ser rejeitado, de decepcionar alguém ou de não corresponder àquilo que esperam de nós.

Um espaço de acolhimento não precisa reforçar essas cobranças. Ao contrário, pode permitir que a pessoa comece a perceber quem ela é para além das expectativas externas.

O acolhimento humanizado também envolve reconhecer a importância da escuta e do acolhimento na psicoterapia. Escutar não é simplesmente permanecer em silêncio enquanto o outro fala. É prestar atenção às palavras, às emoções, às contradições, aos silêncios e àquilo que muitas vezes ainda não conseguiu ser colocado em palavras.

É por isso que a psicoterapia pode ser um espaço tão particular. Fora dali, muitas pessoas precisam desempenhar papéis: ser fortes, produtivas, responsáveis, disponíveis, equilibradas. Na terapia, existe a possibilidade de falar também sobre aquilo que não combina com essa imagem.

É possível falar sobre medo, raiva, tristeza, insegurança, ciúme, culpa, frustração, vergonha, dúvidas e conflitos. É possível falar sobre aquilo que parece pequeno, sobre aquilo que parece absurdo e até sobre aquilo que nunca foi contado a ninguém.

O processo psicoterapêutico não precisa ser uma experiência fria ou distante. O conhecimento técnico é importante, mas ele não elimina a dimensão humana do encontro entre psicóloga e paciente.

Há uma pessoa sentada diante de outra pessoa.

E essa pessoa chega carregando uma história.

Por isso, acolher também é respeitar o tempo de cada um. Algumas pessoas conseguem falar sobre determinados assuntos logo nas primeiras sessões. Outras precisam de tempo para construir confiança e encontrar palavras para aquilo que sentem. Não existe obrigação de contar tudo de uma vez.

O mesmo cuidado vale para adolescentes. A terapia para adolescentes precisa considerar as particularidades dessa fase da vida, na qual autonomia, identidade, família, escola, amizades e transformações emocionais estão acontecendo simultaneamente.

Acolher um adolescente não significa tratá-lo como criança, nem esperar que ele consiga explicar seus sentimentos como um adulto. Significa compreender o momento que ele está vivendo e construir uma comunicação possível.

Da mesma maneira, procurar ajuda emocional não significa necessariamente estar diante de um transtorno psicológico. Às vezes, a pessoa simplesmente percebe que está tendo dificuldade para lidar sozinha com determinada situação.

Pode ser uma fase de mudanças, uma dificuldade afetiva, um conflito familiar, uma perda, uma sobrecarga ou uma sensação persistente de não estar conseguindo organizar a própria vida.

Em outros momentos, o sofrimento pode estar associado a questões mais específicas, como ansiedade, depressão e estresse. O acolhimento não substitui a avaliação psicológica, mas cria as condições para que essas experiências possam ser compreendidas com atenção e cuidado.

Também não existe idade determinada para precisar de escuta. Crianças, adolescentes, adultos e pessoas mais velhas podem atravessar momentos nos quais conversar com um profissional pode ajudar a organizar aquilo que estão vivendo.

O acolhimento humanizado começa justamente quando deixamos de olhar apenas para o problema e passamos a olhar para a pessoa que está vivendo aquele problema.

Não é apenas "ansiedade". É alguém tentando lidar com aquilo que sente.

Não é apenas "baixa autoestima". É alguém construindo, talvez há muitos anos, uma relação difícil consigo mesmo.

Não é apenas "dificuldade de relacionamento". É uma pessoa tentando amar, ser amada, estabelecer limites e encontrar seu lugar nas relações.

E quando falamos de autoestima, por exemplo, não estamos falando apenas de gostar da própria aparência ou de se sentir bem todos os dias. A relação que construímos conosco influencia escolhas, limites, relacionamentos e a maneira como interpretamos aquilo que acontece ao nosso redor.

Da mesma forma, fortalecer uma relação mais respeitosa consigo mesmo pode envolver desenvolver autocompaixão: aprender a olhar para as próprias dificuldades sem transformar cada erro em uma condenação pessoal.

O acolhimento humanizado não promete uma vida sem sofrimento. A vida continua sendo feita de perdas, escolhas, mudanças, frustrações, encontros e desencontros.

O que a psicoterapia pode oferecer é um espaço para que essas experiências sejam pensadas, compreendidas e elaboradas com alguém preparado para escutar.

Porque, muitas vezes, o que uma pessoa mais precisa no começo não é de uma resposta pronta.

É de um lugar onde possa finalmente fazer a pergunta.

E ser ouvida enquanto procura sua própria resposta.


Você não precisa enfrentar isso sozinho(a)

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Caso seja do seu interesse, você encontrará as informações logo abaixo:


O que é acolhimento humanizado?

Na Psicologia, acolher de forma humanizada significa reconhecer a individualidade, as experiências de vida, medos e aspirações de cada paciente. É transformar a terapia em uma jornada personalizada, onde o caminhar é feito em conjunto. 

Definição Técnica: Acolhimento Humanizado

O acolhimento humanizado é a operacionalização da presença terapêutica através de três condições facilitadoras inter-relacionadas, que visam criar um ambiente de segurança psicológica para a exploração da experiência interna do paciente:

  1. Aceitação Positiva Incondicional: É o despojamento de julgamentos morais ou avaliações diagnósticas estigmatizantes. Tecnicamente, consiste em receber a experiência do paciente (seus sentimentos e conteúdos) como ela se apresenta, reconhecendo sua dignidade e o direito à sua própria fenomenologia, sem impor condições para que ele seja aceito ou ouvido.

  2. Empatia Precisa (Escuta Empática): Diferente da simpatia, a empatia técnica de Rogers é a capacidade do terapeuta de perceber o mundo interno do cliente "como se" fosse o seu, mas sem perder a qualidade do "como se". É o esforço contínuo de captar os matizes de significado e emoção que o paciente atribui à sua própria fala, facilitando a análise de conteúdo e a simbolização dos sentimentos.

  3. Congruência (Genuinidade): Refere-se à transparência e autenticidade do profissional dentro da relação. O terapeuta humanizado não se esconde atrás de uma "máscara de especialista" ou de um distanciamento frio; ele se mantém presente como pessoa, garantindo que sua comunicação verbal e não verbal seja coerente com o que está sentindo na relação com o paciente.

A Natureza do Processo

Diferente de modelos diretivos que prometem cura ou resultados lineares, o acolhimento humanizado entende que a psicoterapia é um processo de vir-a-ser.

  • Sem Promessas: Não se prometem metas de felicidade ou alívio imediato de sintomas, pois o resultado depende da interação entre a técnica e a disponibilidade psíquica de cada sujeito.

  • Foco na Autonomia: O objetivo técnico é reduzir a incongruência entre o "Eu" e a experiência real, permitindo que o paciente desenvolva maior autonomia e flexibilidade cognitiva.

 

Durante muito tempo, a psicoterapia foi vista como algo destinado apenas a quem estava enfrentando um problema grave, uma crise emocional ou algum transtorno psicológico. 

Mas a terapia pode ocupar um espaço muito mais amplo na vida de uma pessoa.

Terapia é para quem está sofrendo, mas também pode ser para quem deseja se compreender melhor. 

É para quem está atravessando uma fase difícil, para quem não consegue organizar o que sente, para quem vive dificuldades nos relacionamentos, para quem precisa tomar uma decisão ou simplesmente percebe que alguma coisa dentro de si já não está funcionando como antes.

Pode ser para quem sente ansiedade, tristeza, medo, insegurança, culpa ou raiva. Pode ser para quem está vivendo um luto, enfrentando uma separação, passando por mudanças importantes ou tentando reconstruir a própria vida depois de uma experiência dolorosa.

Mas também pode ser para quem está bem.

A psicoterapia não precisa começar somente quando tudo desmorona. 

Algumas pessoas procuram um psicólogo porque querem desenvolver o autoconhecimento, compreender determinados comportamentos, desenvolver novas formas de lidar com as situações da vida ou simplesmente ter um espaço para falar sobre aquilo que nem sempre conseguem compartilhar com outras pessoas.

E talvez essa seja uma das características mais importantes da terapia: não existe uma única história que precise chegar até a sala de atendimento.

Cada pessoa chega com a sua própria história.

Há quem fale muito. Há quem tenha dificuldade de colocar sentimentos e emoções em palavras. 

Há quem chegue cheio de perguntas e há quem nem saiba exatamente o que está acontecendo, apenas perceba que não está se sentindo bem.

Há pessoas que procuram terapia depois de anos tentando resolver tudo sozinhas. 

Outras chegam porque alguém próximo percebeu que alguma coisa mudou. 

Algumas procuram ajuda depois de uma crise. Outras chegam simplesmente porque desejam se conhecer melhor.

A terapia também pode acompanhar diferentes momentos da vida: adolescência, vida adulta, relacionamentos, mudanças profissionais, envelhecimento, separações, perdas, conflitos familiares e tantas outras experiências que fazem parte da existência humana.

Não é preciso ter uma grande explicação para procurar ajuda.

Às vezes, basta aquela sensação difícil de explicar de que alguma coisa não está bem.

E também não é preciso esperar chegar ao limite para conversar com um psicólogo. Procurar terapia pode acontecer antes que o sofrimento se torne insuportável.

A psicoterapia pode ser um espaço de acolhimento humanizado, escuta, reflexão e compreensão. 

Um lugar onde a pessoa possa olhar para a própria história com mais calma, reconhecer sentimentos, perceber padrões de comportamento, compreender pensamentos e encontrar maneiras diferentes de lidar com aquilo que está vivendo.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, o trabalho pode envolver a compreensão da relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, sempre considerando a história e as necessidades de cada pessoa.

Por isso, quando alguém pergunta se terapia é para ela, talvez a pergunta mais importante não seja: "Eu tenho um problema suficientemente grande para fazer terapia?"

Talvez seja:

"Existe alguma coisa na minha vida que eu gostaria de compreender melhor?"

Se a resposta for sim, a psicoterapia pode fazer sentido.

Porque terapia não é apenas para quem está enfrentando uma doença, uma crise ou uma situação aparentemente sem saída.

Terapia também pode ser para quem quer desenvolver o autoconhecimento e a autoestima, compreender seus relacionamentos, lidar melhor com as próprias emoções, trabalhar questões como autossabotagem, compreender pensamentos difíceis ou simplesmente olhar para a própria vida com mais consciência.

Também pode ser um espaço para quem precisa aprender a colocar limites, dizer não, compreender suas necessidades e construir relações mais saudáveis. 

Questões como dificuldade de dizer não, dependência emocional, medo de rejeição, conflitos afetivos e dificuldade de comunicação podem fazer parte desse processo.

No fundo, terapia é para pessoas.

Para pessoas que estão sofrendo.

Para pessoas que estão passando por mudanças.

Para pessoas que estão tentando entender o que sentem.

Para pessoas que desejam se conhecer melhor.

Para pessoas que simplesmente perceberam que querem olhar para a própria vida de outro jeito.

E cada pessoa chega à terapia exatamente como consegue chegar.

Não existe uma maneira perfeita de começar. Às vezes, o primeiro passo é simplesmente dizer: "Eu não sei exatamente o que está acontecendo, mas preciso conversar."

E isso já pode ser um começo.

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga clínica que atendo em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), oferecendo acolhimento humanizado para adultos, adolescentes e crianças. Atendo presencialmente na Avenida Paulista, São Paulo e também online para todo o Brasil.
Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga clínica que atendo em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), oferecendo acolhimento humanizado para adultos, adolescentes e crianças. Atendo presencialmente na Avenida Paulista, São Paulo e também online para todo o Brasil.




Minha Prática Clínica e Propósito

Minha  atuação é o resultado de uma trajetória de vida dedicada ao entendimento do outro. 

Acredito que a terapia é um espaço sagrado de encontro, onde a técnica e a humanização caminham juntas.

No meu dia a dia no consultório, as possibilidades de trabalho se desdobram em:

  • Cuidado Individual: Acolho adultos, adolescentes e crianças, respeitando o tempo e a maturidade de cada um. Minha passagem pela psicologia escolar me permite olhar com especial atenção para as questões de aprendizagem e para a ansiedade que, muitas vezes, surge cedo na infância.

  • Atenção à Longevidade: Dediquei mais de 25 anos à escuta de idosos. Essa vivência me trouxe uma percepção refinada sobre a resiliência e a importância de ressignificar a história de vida em qualquer idade.

  • Relações e Vínculos: Trabalho com a terapia de casal, buscando facilitar diálogos e construir pontes onde antes havia ruído.

  • Flexibilidade no Atendimento: Escolhi estar presente na Avenida Paulista, esse coração vibrante que tanto gosto de observar, mas também ofereço a modalidade online para que a distância não seja um obstáculo para o cuidado.

Minha base é a TCC - Terapia Cognitivo Comportamental, mas minha prática nunca é rígida. 

Escolhi mesclá-la ao Acolhimento humanizado porque entendo que essa união que possibilita um tratamento empático e técnico, ao mesmo tempo.

Os atendimentos que realizo são estruturados desta forma:

  • Duração da sessão: até 50 minutos.

  • Modalidade: presencial (Avenida Paulista, SP) ou online.

  • Agendamento: realizado por meio de agenda online ou contato direto.

  • Horário de chegada: para a modalidade online, o acesso pode ocorrer com 2 minutos de antecedência. No presencial, a orientação é de 5 minutos, visto que não há sala de espera.

  • Pagamento: Pix, cartão de crédito/débito ou espécie.

  • Documentação: emissão de recibo para finalidades fiscais.

  • Frequência: as sessões de Terapia podem ser agendadas conforme a demanda apresentada.


Perguntas feitas na primeira sessão

Durante o contato inicial, algumas questões podem ser abordadas:

  • Acolhimento: questiono sobre dúvidas quanto à minha formação ou ao método de trabalho.

  • Queixa principal: investigo o motivo da procura atual e o período de início dos sintomas.

  • Sintomatologia: questiono sobre a presença de reações físicas (alterações de pressão, sintomas gastrointestinais), cognitivas (atenção e memória) e emocionais.

  • Uso de medicações.

Condução do atendimento

Aplico a escuta qualificada, respeitando o tempo de fala e o ritmo de elaboração do paciente. Ao final da sessão, pode haver uma devolutiva técnica sobre as observações realizadas e, se necessário, o encaminhamento para outros profissionais de saúde.

 O que esperar do atendimento?

Como Psicóloga, conduzo a sessão de Terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada trajetória e o ritmo próprio de elaboração.

Minha postura é deixar a pessoa falar sobre o que quiser, enquanto eu apenas ouço, e só interrompo se for pertinente.  

Na psicoterapia, o trabalho é organizado de modo a possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do indivíduo, afetando relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional. Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.

São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados dentro do enquadre clínico, assim como questões relacionadas a posicionamento pessoal e clareza interna.

 

Suporte e atendimentos

Principais demandas atendidas: Dependência EmocionalDepressãoDificuldade de Relacionamento dentre outros casos mais específico. 

Mas, também tenho meus limites de atuação, veja neste link, quais são eles.

Para saber um pouco mais sobre oque posso oferecer para cada público, acesse os links abaixo.



Psicóloga em São Paulo - Terapia Particular


 Como a psicóloga pode ajudar nesse processo

Na psicoterapia, o trabalho é organizado de modo a possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do indivíduo, afetando relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional. Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.

São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados dentro do enquadre clínico, assim como questões relacionadas a posicionamento pessoal e clareza interna.

O processo é conduzido de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada trajetória e o ritmo próprio de elaboração.

 

Atendimentos Psicológicos


Tabela de Valores Vigentes -  jan/2026

Confira abaixo as opções de atendimento. Para a tabela completa, acesse: Tabela Atualizada.

1ª Consulta

R$ 109,00 (por consulta)

Atendimento inicial presencial ou online (50 min).

Agendamento 

Terapia Individual

R$ 119,00 (por consulta)

Valor a partir do segundo atendimento.Agendamento

Terapia de Casal

R$ 239,00 (por consulta)

Modalidade somente presencial.

Agendamento 

Atende convênios, Psicóloga?

Neste momento, não atendo convênios, mas é possível  atender os pacientes de convênio que procuram terapia por meio do reembolso, através do seu plano de saúde. Saiba mais sobre Reembolso neste link como conseguir o reembolso do plano de saúde



Como a psicóloga pode ajudar?

Na psicoterapia, o trabalho é organizado para possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do paciente e acabam por afetar relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional.

A análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos, pode ser realizada. São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados, assim como questões de posicionamento pessoal.

A sessão de terapia é conduzida de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada pessoa.

Psicóloga Sp Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

Psicóloga clínica com mais de 12 anos de experiência. A tcc com acolhimento humanizado pode ser integrada para auxiliar na compreensão da singularidade de cada história.

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

◈ Especialidades

  • Valor: R$ 119,00 (1ª sessão) -  R$ 159,00 (recorrentes) 
    Sessões de 50 minutos
  • Localização e Contato

    Terapia na Avenida Paulista, SP

    Av. Paulista, 2001 – Cj 1911 – 19º andar.

    Whatsapp: (11) 95091-1931

    Conteúdo informativo desenvolvido pela  Psicóloga SP Maristela Vallim Botari CRP-SP 06-121677
    Este material possui caráter reflexivo e não substitui a consulta psicológica, nem tem a pretensão de esgotar os assuntos. Leia outros artigos no Blog da Psicóloga 

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