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Pega mal trocar de Psicólogo?

Trocar de psicólogo no meio do tratamento

Terapia Individual – Adultos  A vida adulta sempre chega trazendo consigo muitas mudanças, alegrias e desafios. No entanto, nem sempre nos damos conta de que, com o passar do tempo, as decisões tornam-se cada vez mais individuais.  Os amigos tendem a se afastar para cuidar da própria vida, os pais estão envelhecendo e os filhos estão crescendo. Aquela sensação de pertencimento que existia em outras fases da vida pode dar lugar a sentimentos de insegurança, solidão e incerteza.  Além disso, os desafios profissionais tornam-se cada vez mais sérios e dinâmicos. A necessidade de alcançar objetivos, manter a estabilidade financeira, adaptar-se às mudanças do mercado e conciliar diferentes responsabilidades pode gerar um elevado nível de estresse.  Ao mesmo tempo, surgem questionamentos importantes relacionados aos relacionamentos afetivos, à construção da identidade, ao casamento, à maternidade, à paternidade, às perdas, ao envelhecimento e ao sentido da própria vida.  Nem sempre é fácil administrar tantas mudanças ao mesmo tempo. Muitas pessoas acabam negligenciando os próprios sentimentos e priorizando apenas as responsabilidades do dia a dia, até que o cansaço emocional começa a se manifestar por meio da ansiedade, da irritabilidade, da desmotivação ou da sensação de estar vivendo no piloto automático.  A psicoterapia oferece um momento de acolhimento, escuta e reflexão, no qual o adulto poderá analisar seus desafios à luz da própria experiência, compreender melhor seus sentimentos e desenvolver recursos emocionais para lidar com as diferentes situações da vida.  Mais do que buscar respostas prontas, a psicoterapia possibilita um processo de autoconhecimento, permitindo que cada pessoa reconheça suas potencialidades, compreenda seus limites e encontre formas mais saudáveis de enfrentar os desafios presentes em cada etapa da vida.


Embora muitas pessoas tenham receio de trocar de psicólogo no meio do tratamento, essa prática é mais comum do que se imagina.

Afinal, psicólogos são prestadores de serviços e podem não atender às necessidades específicas do paciente em determinado momento.

Apesar da importância da relação terapêutica, o objetivo principal da terapia é a melhora emocional do paciente.

Em alguns casos, seguir com um novo psicólogo pode ser a melhor alternativa para alcançar esse objetivo.

A terapia é uma jornada individual e personalizada.

Por que considerar a troca de psicólogo

Falta de conexão: a relação terapêutica exige confiança e vínculo.

Se você não se sente à vontade para se abrir, a terapia pode não evoluir.

Ausência de progresso: quando os sintomas persistem, a troca pode ser considerada.

Mudança de necessidades: novos desafios podem exigir outra abordagem.

Dificuldade com o estilo do psicólogo: cada profissional possui uma forma própria de conduzir as sessões.

Se você não se adapta às abordagens, o avanço terapêutico pode ser prejudicado.

 

Cada psicólogo utiliza referências teóricas e estilos de condução próprios, o que significa que as experiências terapêuticas podem variar de um profissional para outro. Por essa razão, algumas pessoas podem considerar a troca de terapeuta quando percebem dificuldades de adaptação ao modo de trabalho adotado.

É importante destacar que não há problema algum em trocar de psicólogo. Em muitos casos, essa decisão faz parte do próprio processo de cuidado e de busca por um acompanhamento com o qual a pessoa se sinta mais confortável para falar sobre suas experiências.

Assim, refletir sobre a continuidade ou a mudança de profissional pode fazer parte do percurso terapêutico. Essa escolha costuma envolver a avaliação de como a pessoa se sente no processo, quais são suas necessidades no momento e de que forma o acompanhamento está sendo vivenciado.

Conteúdo informativo desenvolvido pela 

Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.Trata-se apenas de um convite à reflexão

 Como a psicóloga pode ajudar nesse processo

Na psicoterapia, o trabalho é organizado de modo a possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do indivíduo, afetando relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional. Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.

São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados dentro do enquadre clínico, assim como questões relacionadas a posicionamento pessoal e clareza interna.

A Psicóloga sp conduz a sessão de terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada trajetória e o ritmo próprio de elaboração.


 

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