Pega mal trocar de psicólogo no meio do tratamento?


Pega mal trocar de psicólogo no meio do tratamento?

Trocar de psicólogo no meio do tratamento 

Você começou a terapia embalado pela esperança de mudança e sabe que as transformações não acontecem como num passe de mágica.

Escolheu o melhor psicólogo que encontrou dentro das suas possibilidades: alguém com excelente formação, experiência adequada para atender o seu caso, consultório perto de você, entre outros fatores.

Mas, por algum motivo, o "match" simplesmente não aconteceu. Por alguma razão, que não nos cabe analisar aqui, a terapia não está fluindo.

O psicólogo é ótimo. Você é um paciente esclarecido, que entende como funciona a terapia. Mas... está faltando alguma coisa.

O problema não é com você, nem com o psicólogo. Você simplesmente não sabe explicar o que é.

Então surge a dúvida: "E se eu trocar de psicólogo? Será que ele vai ficar ofendido?"

A resposta é simples: pode trocar à vontade.

Não há motivo para o psicólogo se sentir ofendido, e essa situação é muito mais comum do que se imagina. 

A relação terapêutica depende de diversos fatores, e nem sempre há sintonia entre duas pessoas, mesmo quando ambas fazem tudo certo. 

Encontrar um profissional com quem você se sinta verdadeiramente à vontade faz parte do processo e pode ser fundamental para o sucesso da terapia.

 


Embora muitas pessoas tenham receio de trocar de psicólogo no meio do tratamento, essa prática é mais comum do que se imagina.

Afinal, psicólogos são prestadores de serviços e podem não atender às necessidades específicas do paciente em determinado momento.

Apesar da importância da relação terapêutica, o objetivo principal da terapia é a melhora emocional do paciente.

Em alguns casos, seguir com um novo psicólogo pode ser a melhor alternativa para alcançar esse objetivo.

A terapia é uma jornada individual e personalizada.

Por que considerar a troca de psicólogo

Falta de conexão: a relação terapêutica exige confiança e vínculo.

Se você não se sente à vontade para se abrir, a terapia pode não evoluir.

Ausência de progresso: quando os sintomas persistem, a troca pode ser considerada.

Mudança de necessidades: novos desafios podem exigir outra abordagem.

Dificuldade com o estilo do psicólogo: cada profissional possui uma forma própria de conduzir as sessões.

Se você não se adapta às abordagens, o avanço terapêutico pode ser prejudicado.

 

Cada psicólogo utiliza referências teóricas e estilos de condução próprios, o que significa que as experiências terapêuticas podem variar de um profissional para outro. 

Por essa razão, algumas pessoas podem considerar a troca de terapeuta quando percebem dificuldades de adaptação ao modo de trabalho adotado.

É importante destacar que não há problema algum em trocar de psicólogo. Em muitos casos, essa decisão faz parte do próprio processo de cuidado e de busca por um acompanhamento com o qual a pessoa se sinta mais confortável para falar sobre suas experiências.

Assim, refletir sobre a continuidade ou a mudança de profissional pode fazer parte do percurso terapêutico. Essa escolha costuma envolver a avaliação de como a pessoa se sente no processo, quais são suas necessidades no momento e de que forma o acompanhamento está sendo vivenciado.




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Psicologa Sp - Consultorio na Av. Paulista

Psicóloga sp
Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677

"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida, juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."

Um espaço para ser escutado(a) do seu jeito

Sou Maristela Vallim Botari, psicóloga (CRP-SP 06/121677). Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com acolhimento humanizado.

A abordagem está a serviço da pessoa, nunca o contrário.

Aqui você não é um rótulo, um número de prontuário ou um código de CID. Você é uma pessoa, com uma história que merece ser ouvida sem pressa e sem julgamentos.

Psicóloga SP: mais do que uma profissão, um encontro com o outro

Ser psicóloga é mais do que exercer uma profissão.

É dedicar uma parte de si à compreensão das pessoas, de suas histórias, de suas dores, de suas angústias, seus vazios e também de suas possibilidades.

É muito mais do que conhecer teorias, estudar comportamentos ou aprender diferentes técnicas.

É saber olhar para cada pessoa como alguém único, compreendendo que aquilo que funciona para uma história pode não fazer sentido para outra.

Ser psicóloga exige, muitas vezes, que nos coloquemos no lugar do outro, para ouvir seus relatos, não apenas com os ouvidos, mas com a sensibilidade. Isto é empatia.

Ser psicóloga é saber quando e como falar coisas agradáveis ou desagradáveis; quando calar, quando encaminhar e quando dizer não. Isso é acolhimento humanizado.

Ser psicóloga é propor orientações, acolhimentos e atividades que façam sentido para a pessoa e que possam contribuir para sua melhora. Isso é psicoeducação.

Ser psicóloga também é ouvir tudo, qualquer coisa, sem julgar, e guardar tudo isso a sete chaves. Isto é ética.

E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais bonitas da psicologia: compreender que cada pessoa chega à terapia trazendo uma história que não pode ser resumida a um diagnóstico, a uma queixa ou a algumas palavras.

Às vezes, a pessoa chega cansada de tentar explicar o que sente.

Outras vezes, nem sabe exatamente o que está sentindo.

Sabe apenas que alguma coisa mudou, que perdeu o prazer pelas coisas, que está ansiosa, triste, irritada ou simplesmente exausta de sustentar tudo sozinha.

Há quem procure uma psicóloga em São Paulo porque deseja entender melhor seus relacionamentos.

Há quem esteja enfrentando dificuldades no trabalho, uma separação, uma fase de insegurança ou uma sensação persistente de não conseguir dar conta da própria vida.

E há também quem procure ajuda simplesmente porque percebeu que não quer continuar vivendo determinadas situações da mesma maneira.

A psicoterapia pode ser esse espaço de pausa.

Um lugar onde seja possível na terapia, organizar pensamentos, compreender sentimentos e olhar para algumas situações por outros ângulos.

A busca pela excelência na psicologia não se resume a seguir protocolos à risca ou dominar procedimentos técnicos. Embora o conhecimento científico seja essencial, a verdadeira excelência está na capacidade de aplicar esse conhecimento de forma inteligente e sensível às necessidades de cada paciente. Ela exige percepção, adaptabilidade e atenção às particularidades de cada história de vida.

Psicóloga SP - Presencial na Av. Paulista ou online, onde você estiver

Terapia presencial na Avenida Paulista, perto do Metrô Consolação, e terapia online para todo o Brasil. Nos dois formatos, o cuidado e o sigilo profissional são os mesmos. Você escolhe o que fizer mais sentido para a sua rotina e o seu momento.

Para quem é a terapia

Terapia Individual – para adultos cuidarem das emoções, das relações e do desenvolvimento pessoal.

Terapia de Casal – para reencontrar o diálogo, atravessar conflitos e entender o momento da relação.

Terapia para Adolescentes – escuta atenta para uma fase de muitas mudanças, respeitando a privacidade do jovem.

Terapia Infantil – acompanhamento cuidadoso, com orientação aos pais ou responsáveis.

Terapia para Idosos – acolhimento para as transições e questões próprias dessa etapa da vida.

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