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🔹 A interferência de parentes e amigos no atendimento do Paciente Psicológico

Quando um paciente começa a Psicoterapia, é muito comum que o Psicólogo pergunte se seus familiares e/ou pessoas próximas estão sabendo sobre o início do processo psicoterapêutico.




E isto tem uma razão:

Para algumas pessoas, o apoio das pessoas próximas pode ser fundamental na melhora de quadros de depressão, ansiedade e dificuldade de relacionamento, ou na elaboração de perdas e lutos.

Mas tudo bem, quando o paciente não quer compartilhar com ninguém. Se ele preferir manter seus atendimentos em sigilo, por conta do preconceito que algumas pessoas ainda têm com o trabalho do psicólogo, vamos manter isso em sigilo sim (desde que ele não seja paciente de alto risco).

Porém,

Em alguns casos a interferência das pessoas próximas pode ser prejudicial.

AS PESSOAS QUE PREJUDICAM O PACIENTE

Especialmente quando tais pessoas sejam próximas fisicamente, mas distante emocionalmente.

Existem casos em que o paciente inicia seus atendimentos e começa a mudar seu comportamento, criando coragem para dizer "Não" para situações abusivas. Isto as vezes causa estranhamento nas pessoas próximas, uma vez que, aquela pessoa que sempre foi "tão quietinha", agora está ficando mais combativa.

Este paciente geralmente tem um perfil de pessoa retraída, que passou boa parte da vida assumindo culpas que não são suas, sendo rejeitado(a) por seu jeito diferente de ser.

Quando busca terapia, já nas primeiras sessões sente um acréscimo de amor por si mesmo, aquele amor que as pessoas próximas negaram a ele(ela). Então, passa a emitir uma aura de confiança e exigir respeito.

Isto pode as vezes incomodar as pessoas que estavam acostumadas a lidar com o paciente como era no passado, e certamente não vão aceitar bem as mudanças, pois isto implica em adaptações incômodas por vezes.

Neste momento, é muito comum que estas pessoas procurem o Psicólogo para "falar sobre o paciente e entender o que está acontecendo".


O Sigilo do Psicólogo

Vamos esclarecer um ponto muito importante:

NENHUM PSICÓLOGO VAI FALAR SOBRE SEU PACIENTE SEM O CONSENTIMENTO DESTE. Isto é antiético, cf Art. 9º - É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional, do Código de Ética Profissional


Portanto, não adianta insistir: por mais "bem intencionada" que esteja uma pessoa próxima, não vai conseguir interferir na terapia de um paciente.

Os Bem intencionados:


A Maioria das pessoas que me procura para "falar sobre o paciente em tratamento" está bem intencionada. Realmente demonstra uma preocupação sincera com o bem estar do paciente e um desejo sincero e amoroso de ajudar mesmo. Mesmo assim, eu costumo propor um acordo: peço a esta pessoa que fale diretamente com meu paciente sobre o seu caso, e se ele (o paciente) concordar, podemos sim, aceitar a participação desta pessoa próxima bem intencionada nos atendimentos, sem prejuizo pra ninguém, e sem comprometer a Ética Profissional.

Os Mal Intencionados


São raros, mas infelizmente eles surgem do nada, as vezes do abismo do passado do paciente, descobre meu telefone (o que não é difícil) e manda mensagens com a intenção de prejudicar meu paciente. Vou deixar um recado bem grande e direto:

ISTO NÃO FUNCIONA!

Não funciona porque:
1o. Como eu disse, existe o sigilo da pessoa que deve ser preservado;
2o. Eu trabalho com o discurso do meu paciente e não dou ouvidos ao que as pessoas falam sobre ele;
3o. Psicoterapia não é investigação policial, onde a verdade deverá aparecer sempre; a verdade que prevalece aqui é a do paciente, a versão que ele conta dos fatos. É com esta verdade que trabalhamos; nenhuma outra importa.

Salientando que "Falar mal" de pessoas ausentes, pode ser considerado crime de injúria, calúnia ou difamação, expondo as pessoas a processos.

Os Casos especiais.

São aqueles pacientes que estão com algum comprometimento cognitivo-emocional muito acentuado, e não conseguem expor sua demanda de forma clara.
Neste caso, as pessoas próximas além de bem vindas são fundamentais.
Nos casos especiais, a questão do sigilo ainda é relevante, mas prevalece o bem estar do paciente.

Conclusão

Portanto, se você quer participar da Psicoterapia de alguma pessoa próxima, deve pedir autorização a ele(ela) e nunca procurar um Psicólogo diretamente, o que pode causar uma situação muito constrangedora para você.

Se você tem dúvidas sobre a conduta do Psicólogo, é de bom tom conversar com o paciente, e pedir que ele te inclua na sessão, onde você poderá fazer as perguntas que achar necessárias, e o Psicólogo, poderá responder sem nenhum constrangimento sobre como trabalho, e o que esperar do processo psicoterápico.




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