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A dificuldade de gostar das pessoas - Vamos falar sobre Fobia Social

Vamos falar sobre Fobia Social

Antes da pandemia, sempre causava uma estranheza ver uma pessoa que adora uma badalação passar por uma fase mais tranquila e preferir ficar em casa, curtindo uma série. Mas isso é normal. Assim como está tudo bem em ter momentos durante o isolamento em que não se quer participar das reuniões no Zoom ou mesmo ficar mais na sua. Muita gente chama esse tipo de fase de "antissocial", só é importante explicar que a falta de vontade de socializar é diferente de uma patologia chamada transtorno de personalidade do tipo antissocial. Ou seja, considerar antissocial aquele que está mais afastado das reuniões sociais é realmente um equívoco. 

Se estiver restringindo a funcionalidade da pessoa; A pessoa apresenta maus desempenhos em ambientes como escola e trabalho; Não consegue estabelecer relações profundas, como um namoro; Restringe seus contatos apenas aos familiares; Não consegue ter amigos; Apresenta altos níveis de ansiedade; Afeta a autoestima.... 

Há pessoas que convivem bem com essa solitude, po... - Veja mais em  https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/08/31/falta-de-vontade-de-socializar-nao-significa-ser-antissocial-saiba-mais.htm?cmpid=copiaecola

A dificuldade de gostar das pessoas - Vamos falar sobre Fobia Social



Fobia Social

A fobia social é um transtorno que se inicia na infância ou adolescência, tem evolução crônica e tende a não remitir espontaneamente. Fóbicos sociais apresentam prejuízo importante em diversas áreas de sua vida (Schneier et al., 1994; Jack et al., 1999). Co-morbidade com transtornos do eixo I é comum, principalmente, com depressão (Schneier et al., 1992), mas também é observada com abuso e dependência de substâncias (Sussman, 1993), transtornos ansiosos (Goisman et al., 1995) e transtornos alimentares (Brewerton et al., 1995).

A co-morbidade entre transtornos de personalidade é comum e pode ocorrer por sobreposição de critérios diagnósticos do DSM-III-R (Morey, 1988). Isto parece ocorrer também com o DSM-IV, cujos critérios são semelhantes aos do DSM-III-R. Neste estudo é possível se observar clara semelhança dos critérios "Mantém rancor ou é implacável com insultos ou desrespeito" e "É facilmente ofendido e reage com raiva ou contra ataque" (critérios A4 e A6 do transtorno de personalidade paranóide) com o critério "Facilmente ferido por crítica ou desaprovação" (critério A1 do transtorno de personalidade esquiva). Os critérios "Questiona, sem justificativa, fidelidade ou confiabilidade de amigos ou sócios" e "Ser relutante em confiar nos outros com medo de que a informação possa ser usada contra ele ou ela" (critérios A2 e A5 do transtorno de personalidade paranóide) e o critério "Não tem amigos ou confidentes a não ser parentes em primeiro grau" (critério A2 do transtorno de personalidade esquiva) evidenciam alguma semelhança entre eles. Além disso, trazem como conseqüência o isolamento social. Os critérios apresentam ainda outros problemas. O critério "Não tem amigos ou confidentes a não ser parentes em primeiro grau" é usado para fazer o diagnóstico dos transtornos de personalidade esquizóide, esquizotípica e esquiva. De forma análoga, o critério "Facilmente ferido por crítica ou desaprovação" diagnostica os transtornos de personalidade esquiva e dependente. Pode-se observar que a comorbidade entre fobia social e transtornos de personalidade não se limita ao cluster C e isto parece ocorrer devido à utilização de critérios idênticos ou muito semelhantes para se fazer o diagnóstico de transtornos de personalidade dos clusters A e C, conforme mencionado anteriormente.

Barros Neto, Tito Paes de e Lotufo Neto, FranciscoTranstornos de personalidade em pacientes com fobia social. Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo) [online]. 2006, v. 33, n. 1 [Acessado 10 Setembro 2021] , pp. 3-9. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0101-60832006000100001>. Epub 08 Maio 2006. ISSN 1806-938X. https://doi.org/10.1590/S0101-60832006000100001.



Porque eu não gosto de socializar?

Você tem preguiça de fazer novos amigos

Você trabalha muito melhor sozinho(a) do que em grupo

Festas de família são um terror
Esse seu medo de socializar, participar de reuniões e outros pode ser da sua própria personalidade, uma possível timidez, por ser uma pessoa mais introspectiva ou receio de errar e do julgamento dos outros.

Transtorno de Personalidade Esquiva

Transtorno caracterizado por desconforto social e pelo desejo de evitar contato interpessoal.
Uma pessoa com transtorno de personalidade esquiva evita o contato íntimo e social com os outros.
Pessoas com essa condição podem ser extremamente tímidas, ter medo do ridículo e ser excessivamente receosas de parecerem tolas.
A psicoterapia é o tratamento principal. Medicamentos, incluindo antidepressivos, podem ajudar com alguns sintomas.

Rara
Casos por ano: menos de 150 mil (Brasil)
O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura
Requer um diagnóstico médico
Não requer exames laboratoriais ou de imagem
Crônico: pode durar anos ou a vida inteira
Apenas para fins informativos. Consulte um médico de confiança para receber orientações adequadas.
Fontes: Hospital Israelita A. Einstein e outros.



Olá, é muito comum a confusão entre fobia social e Transtornos de personalidade evitava, uma vez que quase todos os critérios da TPE se encaixam na FSG. O que diferencia de fato são as diferenças quanto a gravidade dos sintomas, já que a TPE tende a ter quadros mais severos de sofrimento geral, ansiedade social e quadros depressivos, sendo assim o mais recomendado é procurar por ajuda psicológica e psiquiátrica para efetivar um diagnóstico e tratamento.

As pessoas com esse transtorno evitam todo tipo de contato social por um medo extremo de humilhação, ridicularização e desprezo. Seu comportamento tenso e cauteloso provoca o deboche das outras pessoas, confirmando assim, suas dúvidas quanto a si mesma. Além disso, como os indivíduos com esse transtorno estão constantemente preocupados em serem criticados ou rejeitados em situações sociais, podem apresentar um limiar bastante baixo para a detecção de tais reações e ao menor sinal de desaprovação ou crítica podem se sentir extremamente magoados.

Em público, procuram se tornar “invisíveis” e se esquivam de atividades que envolvam contato interpessoal pelo medo de que a atenção dos outros seja rejeitadora. Em geral, as outras pessoas se referem a eles como “envergonhados”, “tímidos”, “solitários” ou “isolados”.



Como o médico diagnostica o transtorno de esquiva?

Os transtornos de esquiva podem abranger todos os aspectos da vida social ou apenas um ou outro ponto dela. Os traços de personalidade apenas devem ser considerados uma desordem quando começam a ter um impacto negativo sobre o indivíduo, causam prejuízo funcional, alteram o estilo de vida da pessoa, afetam sua qualidade de vida e desencadeiam sentimentos de aflição para o indivíduo.

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, na quinta edição (DSM-V - 2014), o transtorno deve ser diagnosticado se houver:

  1. Evitação de atividades devido a um medo irracional de rejeição ou críticas.
  2. Falta de vontade de entrar em um relacionamento interpessoal.
  3. Moderação em situações interpessoais por causa do medo de ser ridicularizado.
  4. Preocupação com a crítica e temor de rejeição.
  5. Inibição das relações interpessoais devido a sentimentos de inadequação.
  6. Percepção irreal de inadequação social e inferioridade perante aos outros.
  7. Relutância em participar de atividades novas devido à ideia de risco e constrangimento.

Como tratar o transtorno de esquiva?

Em geral, os tratamentos devem ser psicoterápicos, mas não têm uma eficácia total. A terapia cognitiva é útil no tratamento do transtorno de esquiva. Ela centra-se na mudança de padrões cognitivos distorcidos, examinando a validade das hipóteses por trás deles. O tratamento pode envolver também treinamento de habilidades sociais, tratamento de exposição gradual, terapia de grupo e, algumas vezes, tratamento medicamentoso.



ABCMED, 2017. Transtorno de esquiva - como é? O que fazer para melhorar?. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/psicologia-e-psiquiatria/1287693/transtorno-de-esquiva-como-e-o-que-fazer-para-melhorar.htm>. Acesso em: 10 set. 2021.

Transtorno de personalidade esquiva

Por 

Andrew Skodol 

, MD, University of Arizona College of Medicine

Última revisão/alteração completa jan 2020| Última modificação do conteúdo jan 2020
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FATOS RÁPIDOS

O transtorno de personalidade esquiva é caracterizado pela esquiva de situações ou interações sociais que envolvam risco de rejeição, crítica ou humilhação.

  • A pessoa com transtorno de personalidade esquiva tem medo de ser rejeitada, criticada ou humilhada e, portanto, evita situações em que ela possa vivenciar tais reações.

  • O médico diagnostica o transtorno de personalidade esquiva tomando por base sintomas específicos, como evitar situações que englobam contato interpessoal devido ao medo de rejeição ou falta de aprovação ou sentir que é socialmente inepto, desagradável e inferior aos outros.

  • Pessoas com esse transtorno podem se beneficiar com terapia cognitivo‑comportamental, outros tipos de psicoterapia e medicamentos ansiolíticos e antidepressivos.

Os transtornos de personalidade são padrões persistentes e generalizados no modo de pensar, perceber, reagir e se relacionar que causam sofrimento significativo à pessoa e/ou prejudicam sua capacidade funcional.

A pessoa com transtorno de personalidade esquiva sente que é inadequada. A pessoa administra esses sentimentos ao evitar qualquer situação em que ela possa ser avaliada de maneira negativa.

O transtorno de personalidade esquiva ocorre em mais de 2% da população geral dos Estados Unidos. Ele afeta igualmente homens e mulheres.

Com frequência, outros transtornos ocorrem concomitantemente. Eles incluem um ou mais dos seguintes:

Pessoas com fobia social e transtorno de personalidade esquiva têm sintomas mais graves e incapacidade mais significativa que as que têm apenas um dos transtornos.

Causas do transtorno de personalidade esquiva

Fatores genéticos e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento do transtorno de personalidade esquiva. Por exemplo, a pessoa pode sentir uma ansiedade inata em situações sociais e/ou é possível que ela vivencie rejeição e marginalização durante a infância. Esquiva em situações sociais foi detectada já em crianças com aproximadamente dois anos de idade.

Sintomas do transtorno de personalidade esquiva

Medo de rejeição

A pessoa com transtorno de personalidade esquiva evita interagir socialmente, incluindo no trabalho, porque ela teme que será criticada ou rejeitada ou não ser aprovada pelos outros. Por exemplo, é possível que ela:

  • Recuse uma promoção porque teme que os colegas de trabalho vão criticá-la.

  • Evite participar de reuniões.

  • Evite fazer novos amigos a menos que tenha certeza de que a pessoa vai gostar dela.

A pessoa com esse transtorno pressupõe que ela será criticada e desaprovada por outros até ter evidência clara e indiscutível provando o contrário. Assim, antes de ingressar em um grupo e formar um relacionamento íntimo, a pessoa com esse transtorno precisa receber repetidamente uma garantia de que ela terá apoio e será aceita sem crítica.

A pessoa com transtorno de personalidade esquiva reluta em falar sobre si mesma, porque teme ser ridicularizada ou humilhada.

A pessoa com esse transtorno sente muita relutância em assumir riscos ou participar de novas atividades por motivos semelhantes. Nesses casos, ela tende a exagerar os perigos e usar sintomas mínimos ou outros problemas para explicar sua falta de participação. É possível que ela prefira um estilo de vida limitado por causa de sua necessidade de segurança e certeza.

Sensibilidade extrema a críticas

A pessoa com transtorno de personalidade esquiva é muito sensível a qualquer coisa crítica, à falta de aprovação ou à ridicularização, porque pensa constantemente sobre ser criticada ou rejeitada por outros. A pessoa fica atenta a qualquer sinal de resposta negativa a ela. Sua aparência tensa e ansiosa pode provocar zombaria ou ridicularização, o que assim parece confirmar suas próprias dúvidas.

Outros sintomas

Baixa autoestima e um senso de inadequação inibem essas pessoas em situações sociais, especialmente as novas. A pessoa não se permite envolver completamente nas interações com novas pessoas, porque ela se considera socialmente inepta, desagradável e inferior aos outros. Ela tende a ser quieta e tímida, porque acha que se disser alguma coisa, os outros dirão que isso está errado.

A pessoa com transtorno de personalidade esquiva anseia por interação social, mas teme colocar seu bem-estar nas mãos dos outros. Uma vez que a pessoa com personalidade esquiva limita suas interações com outros, ela tende a ser relativamente isolada e não conta com uma rede social que poderia ajudá-la caso necessário.

Diagnóstico do transtorno de personalidade esquiva

  • Avaliação de um médico com base em critérios específicos

Normalmente, o médico diagnostica os transtornos de personalidade tomando por base os critérios no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders)Quinta Edição (DSM-5 ), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria.

Para que o médico diagnostique a pessoa com transtorno de personalidade esquiva, ela precisa persistentemente sentir-se inadequada e ser hipersensível a críticas e rejeição, indicado por, no mínimo, quatro dos itens a seguir:

  • Evitar atividades relacionadas ao trabalho que envolvem contato interpessoal devido ao medo de críticas ou rejeição ou de falta de aprovação pelas pessoas.

  • Falta de vontade de envolver-se com as pessoas, a menos que a pessoa tenha certeza de que será querida.

  • Agir com reserva em relacionamentos íntimos devido ao medo de ridicularização ou humilhação.

  • Ter preocupação em ser criticado ou rejeitado em situações sociais.

  • Agir com inibição em novas situações sociais devido a uma sensação de inadequação.

  • Acreditar ser socialmente inepto, desagradável ou inferior aos outros.

  • Sentir relutância em assumir riscos pessoais ou participar de qualquer nova atividade devido à possibilidade de sentir-se constrangido.

Além disso, o início dos sintomas precisa ter ocorrido no começo da idade adulta.

Tratamento do transtorno de personalidade esquiva

  • Terapia cognitivo-comportamental que dá enfoque a habilidades sociais

  • Outros tipos de psicoterapia

  • Medicamentos ansiolíticos e antidepressivos

tratamento geral do transtorno de personalidade esquiva é semelhante ao de todos os transtornos de personalidade.

A pessoa com transtorno de personalidade esquiva muitas vezes evita o tratamento.

Os seguintes tratamentos podem ser eficazes para pessoas tanto com fobia social como transtorno de personalidade esquiva:

  • Terapia cognitivo-comportamental em grupo, que dá enfoque à aquisição de habilidades sociais

  • Outras terapias em grupo se o grupo for formado por pessoas com as mesmas dificuldades

Pessoas com transtorno de personalidade esquiva se beneficiam de

  • Terapias individuais que oferecem apoio e são solidárias à hipersensibilidade da pessoa em ser rejeitada e criticada

Psicoterapia psicodinâmica pode ser útil. Esse tipo de psicoterapia dá enfoque aos conflitos primários.

Antidepressivos , como inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRSs) e medicamentos ansiolíticos , podem ajudar a reduzir a ansiedade o suficiente para permitir que a pessoa se exponha a novas situações sociais.

OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: Clique aqui para a versão para profissionais


Transtorno De Personalidade Evitativa.

21 de julho de 2020 Gratular

Transtorno de Personalidade Evitativa tem prevalência de 2,4% da população mundial é um transtorno de personalidade caracterizado por um padrão predominante de inibição social, sentimentos de incapacidade, sensitividade extrema a críticas ou repreensões, e uma tendência à solidão ou isolamento. Pessoas que apresentam o transtorno de personalidade esquiva vêem a si mesmas como socialmente ineptas e não atraentes e evitam contato social por medo de serem ridicularizadas, humilhadas ou desprezadas. Os pacientes, tipicamente, mostram-se solitários e relatam o sentimento de distanciamento da sociedade.

É definido como: “um padrão invasivo de inibição social, sentimentos de inadequação, e hipersensitividade a críticas, que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos”. Um diagnóstico desse transtorno requer quatro dos sete critérios listados no DSM:

  • Evitação de contatos sociais que envolvam um significante contato interpessoal, por medo de críticas, desaprovações ou rejeições.
  • Só se envolve com pessoas quando tem certeza de que gostarão dele.
  • Apresenta certo bloqueio nas relações íntimas por medo de ser envergonhado ou humilhado.
  • É extremamente preocupado com críticas ou em ser rejeitado em situações sociais.
  • É inibido em novas situações interpessoais por sentimentos de inadequação.
  • Vê a si mesmo como socialmente inepto, sem características atraentes.
  • É usualmente relutante em tomar riscos ou em engajar-se em novas atividades porque elas podem se tornar embaraçosas.
O transtorno de personalidade esquiva é comumente confundido com a fobia social, no entanto, as pessoas afetadas por fobia social experimentam uma enorme ansiedade e apreensão ao confrontarem situações socialmente temidas e fazem de tudo para evitá-las. Nesta patologia,!Artigos com expressões evasivas ou atribuições vagas o consciente e o bom senso não são suficientes para superar o excesso de timidez, sendo este de caráter orgânico/cognitivo e fora do alcance de uma decisão racional do paciente. O transtorno de personalidade esquiva é comumente confundido também com o transtorno de personalidade anti-social , no entanto, clinicamente, o termo anti-social significa atitudes agressivas e contrárias à sociedade (sociopatia), não inibições sociais. Ainda, o transtorno de personalidade esquiva não deve ser confundido com o transtorno de personalidade esquizóide. Enquanto os esquizoides apresentam falta de interesse nas relações sociais, os esquivos têm muito interesse, mas sua falta de confiança age como um bloqueio em tais relações. Outra diferença é que os esquizoides são imunes às críticas e a elogios, e esquivos são muito sensíveis às mesmas.
Indivíduos com esse transtorno de personalidade costumam avaliar vigilantemente os movimentos e as expressões daqueles com quem tem contato. Sua conduta temerosa e tensa pode provocar o deboche dos outros, o que, em contrapartida, confirma suas dúvidas pessoais. esses indivíduos se sentem muito ansiosos diante da possibilidade de reagirem à crítica com rubor ouchoro. Sao descritos pelas outras pessoas como envergonhados, tímidos, solitários ou isolados. Os maiores problemas associados a esse transtorno ocorrem no funcionamento social e profissional. A baixa autoestima e hipersensibilidade à rejeição estão associadas a contatos interpessoais.

O comportamento costuma iniciar na infância pré-verbal ou verbal por meio de timidez, isolamento e medo de estranhos e de novas situações. Existem evidencias de piora na adolescência e início da fase adulta e com o passar dos anos, tende a ficar menos evidente ou sofrer remissão com o envelhecimento.

Esse diagnóstico deve ser usado com muita cautela em crianças e adolescentes, para os quais a timidez e evitarão podem ser adequadas do ponto de vista do desenvolvimento.

O tratamento envolve psicoterapia cognitivo-comportamental e terapia analítico-comportamental, para desenvolver estratégias de enfrentamento dos sintomas. Geralmente, é necessário o uso de psicofármacos e suporte social de familiares e pessoas próximas. Esses indivíduos podem ficar relativamente isolados e em geral não apresentam uma grande rede de apoio social capaz de auxiliar nas crises. Desejam afeição e aceitação e podem fantasiar relacionamentos idealizados com outros. Os comportamentos de evitarão podem afetar adversamente o funcionamento profissional, pois tentam evitar situações sociais que podem ser importantes para as demandas básicas do trabalho ou os avanços da profissão.


Por Gisele Serpa, psiquiatra

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    MIMIMIMIMMMI https://doi.org/10.1590/S0101-60832006000100001

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    psicologa sp

    ◈Você precisa de Psicoterapia?❖ Psicologa SP

    ◈Quem deve fazer Psicoterapia? Terapia é para todos(as).  Sem exceção.  Para quem tem problemas emocionais e para quem não tem. Para quem busca acolhimento, e para quem não precisa de acolhimento algum, mas quer só conversar  Psicoterapia é para quem tem problemas emocionais, para quem sofre de ansiedade , depressão ou estresse agudo.  Para quem não consegue tomar decisões, para quem busca novas formas de interagir com outras pessoas. ◈ A Psicoterapia também é indicada para quem NÃO tem problemas emocionais, e quer simplesmente compreender melhor alguns aspectos da vida, e manter a serenidade conquistada ao longo da trajetória existencial, a fim de continuar estabelecendo boas relações com as outras pessoas. A busca pela Psicoterapia A Busca por  Psicólogos em SP  cresceu no último ano em mais de 120% no Google, em comparação com o ano anterior. A maioria dos Consultórios de Psicologia da cidade de são Paulo está praticamente sem horário na agenda. Isto significa que as pessoas e

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