Ter ou não ser: eis a Questão!!

Neste artigo, gostaria de refletir sobre a relação entre o "ter" e o "ser"


Vivemos numa sociedade de consumo, onde o "ter" (bens materiais, títulos, atributos físicos e poder aquisitivo) é mais valorizado do que o "ser".

Quando nos apresentamos, tendemos a falar de nossos atributos sociais, e profissionais; nas redes de relacionamentos, as pessoas se apresentam usando os atributos físicos como chamariz.

Talvez as pessoas não falem de si, por não saberem quem são, e quais são seus atributos emocionais e afetivos; ou talvez porque tais características não sejam valorizadas no mundo moderno.

Escalando a Pirâmide das necessidades de Maslow, percebemos que as necessidades afetivas/emocionais aparecem no topo. Na base estão as necessidades consideradas primordiais para a sobrevivência.
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Fonte: Revistaesfingecom.br
Isto pode significar que as necessidades de segurança e sociais devem ser supridas antes das outras. 

No entanto,  gosto pelo supérfluo, por luxo, riqueza, ostentação, não se encontra em nenhum degrau da pirâmide.

Se considerarmos que o supérfluo serve para satisfação pessoal, e que esta satisfação estaria ligada à busca pela aprovação social, então para alguns o consumismo estaria encaixado no terceiro degrau da pirâmide onde o que conta é a busca pelo pertencimento, pois nesse caso ter é igual a ser. 

Porém, as necessidades básicas devem ser supridas, mas não usadas de maneira exagerada na busca pela aceitação social.

Seria útil que os indivíduos que buscam aceitação social, buscassem conhecer melhor a si mesmos, e passassem a ostentar mais aquilo que tem de melhor: a capacidade de socialização por meio do sorriso sincero, da preocupação com o outro, da empatia, da humildade, do comprometimento, da alegria, da paz e do amor.

Desta forma, passando a mostrar quem você é, e não o que você tem, a possibilidade de encontrar afetos verdadeiros aumentará.


Lembre-se: você é aquilo que pensa, e não quilo que tem.





Psicóloga Bradesco

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